Artigos
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
partido comunista chines
O portal Brasil de Fato estaria sendo patrocinado pelo Partido Comunista Chinês (PCC) para integrar o programa de propaganda global do governo chinês. De acordo com o The New York Times, o portal brasileiro estaria recebendo dinheiro para escrever artigos sobre direito à terra, além de tecer elogios ao presidente da China, Xi Jinping.
A reportagem também cita que o empresário de 69 anos, Neville Roy Singham, socialista de causas ligadas à esquerda, que atualmente mora em Xangai, na China, seria uma espécie de “laranja” do PCC: por meio de suas instituições de filantropia, baseadas nos Estados Unidos, ele atuaria como intermediário entre Pequim e diversas organizações estrangeiras.
O Times afirmou que rastreou centenas de milhões de dólares para grupos ligados a Singham, indo de um centro de estudos em Massachusetts a um espaço para eventos em Manhattan, passando por um partido político na África do Sul a sites de notícias no Brasil e na Índia. Os conteúdos misturam defesa progressista com pontos de discussão do governo chinês.
Juntos, esses grupos são financiados por organizações sem fins lucrativos dos EUA com pelo menos US$ 275 milhões em doações.
Após o Partido Comunista Chinês anunciar no dia 25 de fevereiro a decisão de modificar a Constituição do país e colocar fim ao limite de uma reeleição, os internautas e os principais sites do país publicaram diversas reclamações e memes com relação ao anúncio. Acredita-se que a decisão foi tomada para que Xi Jinping, comandante do regime ditatorial no país, se mantenha no poder por tempo indeterminado. De acordo com informações da Folha, o governo chinês censurou diversas palavras e termos críticos escritos nas redes sociais que se referem ao Partido Comunista e a Xi Jinping. Algumas delas são os nomes dos livros de George Orwell “1984” e “Revolução dos Bichos” e também o “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley. As três obras entraram na lista pois descrevem críticas aos regimes autoritários. O site americano China Digital Time, que monitora o bloqueio na internet chinesa, divulgou a lista de palavras bloqueadas. Termos como “limite de mandato”, “meu imperador” e “ascender ao trono” foram censurados tanto no Sina Weibo (rede social no mesmo estilo que o Twitter, só que local), como em outros sites. Além disso, os internautas da China não podem mencionar “Ursinho Puff”, pois o personagem da Disney costuma ser comparado a Xi. Vale lembrar que o bloqueio realizado na internet chinesa é intermitente, algumas palavras são liberadas e depois proibidas de novo. Com isso, diversos termos não estão mais censurados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bacelar
"É a melhor que poderia ser construída".
Disse o deputado federal da Bahia, Bacelar (PV) ao avaliar a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.