Artigos
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
partidas
Bahia e Corinthians vão se encontrar pela segunda vez no Campeonato Brasileiro. Agora pelo returno, as equipes se enfrentam na Neo Química Arena, no próximo sábado (16), às 21h, pela 20ª rodada. Atravessando uma fase adversa no torneio, o Timão não vence há cinco partidas, enquanto o Esquadrão mantém uma série invicta de sete jogos.
Embora tenha ultrapassado mais uma barreira pela Copa do Brasil ao eliminar o rival, Palmeiras, nas oitavas de final recentemente, o Corinthians não passa por uma fase positiva no Brasileirão. Considerando os últimos cinco jogos, o Alvinegro perdeu o clássico Majestoso contra o São Paulo e perdeu pontos para duas equipes da zona de rebaixamento ao empatar em 1 a 1 com o Fortaleza e perder por 2 a 1 para o Juventude.
Na última segunda-feira (11), o time paulista enfrentou o Juventude pela 19ª rodada do Brasileirão. Vice-lanterna, o clube Jaconero havia perdido as quatro partidas anteriores, o que contribuiu para a demissão de Cláudio Tencati, e posteriormente, veio a contratação de Thiago Carpini, que estreou vencendo o Corinthians.
Com 22 pontos ganhos, o Corinthians assume a 13ª colocação da tabela de classificação.Destes pontos, 15 foram conquistados dentro de casa, o que representa 70% do total, demonstrando a força da equipe ao lado do seu torcedor na Neo Química Arena, onde vai reencontrar o Bahia no próximo sábado.
Por outro lado, 25 de maio foi a data da última derrota do Bahia pelo Campeonato Brasileiro. Há dois meses e meio, o Grêmio vencia o Esquadrão por 1 a 0, em jogo válido pela décima rodada. Sete partidas depois, o Tricolor Baiano ocupa a quarta posição da tabela com 30 pontos somados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.