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Os testes para a formação do elenco do longa “Não Aprendi a Dizer Adeus”, cinebiografia sobre a trajetória de Leandro e Leonardo, já começaram. O filme será dirigido por Jayme Monjardim e conta com a produção da Paris Filmes.
Luiz Carlos Vasconcelos, Cyria Coentro, Eduardo Borelli e João Henrique são alguns dos nomes cotados para o longa. Enquanto Alessandra Maestrini está sendo pensada como uma possível “Ede Cury”, assessora de imprensa, que faleceu em 2025, que trabalhou com Leonardo desde a época com Leandro. A equipe de produção está nos preparativos para o filme, enquanto o elenco é escolhido. O início das filmagens está previsto para o começo de novembro.
O roteiro focará na trajetória de Leonardo após a morte de Leandro, em 1998, vítima de um tumor de Askin, com os acontecimentos posteriores à perda do irmão ocupando um espaço central. A cinebiografia já era comentada no mercado musical, porém nunca foi confirmada oficialmente.
Após uma trajetória premiada no circuito internacional, o filme "Feito Pipa", estrelado pelos baianos Lázaro Ramos e Yuri Gomes, chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro, com distribuição da Paris Filmes. Antes de estrear no circuito comercial, a produção integra a mostra competitiva de longas-metragens brasileiros do Festival de Cinema de Gramado, realizado em agosto.
Dirigido por Allan Deberton, "Feito Pipa" teve estreia mundial no Festival de Berlim, onde conquistou os dois principais prêmios da mostra Generation Kplus. Desde então, passou por festivais em diferentes países e acumulou cinco premiações internacionais.
Um dos destaques do percurso do filme é a atuação de Yuri. O jovem ator baiano recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias, na Colômbia, e também recebeu reconhecimento no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México, onde dividiu o prêmio de atuação com Teca Pereira. Na mesma edição, "Feito Pipa" também foi eleito o Melhor Filme da mostra Maguey.
Ambientado no sertão cearense, o filme aborda temas como afeto, amadurecimento e pertencimento e acompanha Gugu, um menino apaixonado por futebol que vive com a avó, Dilma, interpretada por Teca Pereira. Quando a saúde dela começa a se fragilizar, ele tenta esconder a situação para evitar ser levado para a casa do pai, Batista, personagem de Lázaro.
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Em meio a um debate interno na campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre o melhor momento para a estreia do filme “Dark Horse”, se antes ou depois das eleições, a Paris Filmes, considerada uma das maiores distribuidoras cinematográficas do Brasil e da América Latina, recusou uma proposta para estar à frente da exibição mundial da biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com informações obtidas pelo SBT News, a Go Up, produtora responsável pelo longa-metragem, afirmou que as negociações de distribuição “fazem parte da estratégia comercial do projeto e seguem em andamento”. Outras empresas do setor estão sendo procuradas, mas, segundo pessoas próximas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nenhum contrato foi fechado até o momento.
Após a publicação da matéria, a Paris Filmes confirmou ao SBT News que decidiu não avançar com a distribuição do filme.
“A Paris Filmes informa que, como distribuidora atuante no mercado cinematográfico brasileiro, é frequentemente procurada por produtoras nacionais e estrangeiras para avaliar oportunidades de distribuição de diversos projetos. Nesse contexto, a empresa foi contatada há um tempo para avaliar eventual interesse comercial na distribuição do filme Dark Horse”, diz o comunicado da empresa.
“Após análise interna, a Paris Filmes decidiu não avançar com a distribuição do longa. A distribuidora esclarece que não há negociação em curso, compromisso firmado ou contrato de distribuição relacionado ao filme”, finaliza a distribuidora internacional.
A princípio, o lançamento do filme “Dark Horse” estava previsto para acontecer antes das eleições presidenciais, marcadas para o início de outubro. Problemas financeiros na reta final da produção somados ao temor do impacto político na candidatura de Flávio Bolsonaro adiaram a data de estreia.
Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o temor de aliados do senador Flávio Bolsonaro é que a chegada da produção aos cinemas reabra as especulações sobre as relações entre o presidenciável e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. Já o ex-deputado Eduardo Bolsonaro defende que o filme, exibido ao público pela primeira vez na semana passada, em Las Vegas, vai ajudar a eleger seu irmão.
Nesta quarta-feira (30), a Paris Filmes divulgou através do Instagram, o novo poster onde mostra o ator que dará vida ao personagem Cebolinha, no filme “Turma da Mônica - Lições”.
Na trama, segundo o Bahia.ba, Mônica , Cebolinha, Magali e Cascão esquecem de fazer o dever de casa e decidem fugir da escola, mas nem tudo sai como o esperado.
O longa é dirigido por Daniel Rezende, mesmo diretor de “Turma da Mônica – Laços”, e em breve estará disponível nos cinemas.
Ney Matogrosso autorizou a produção de um filme que aborda momentos da sua vida. O longa está previsto para começar suas gravações no ano que vem e será lançado em 2020.
O cantor assinou contrato com a distribuidora Paris Filmes. Em comunicado ela informou que a cinebiografia será produzida por Renata Rezende, que trabalhou em “Nada a Perder”, filme sobre a vida do pastor Edir Macedo.
A cinebiografia contará o que não está nos livros sobre a vida de Ney. Ela mostrará a trajetória do cantor, desde a sua infância no Mato Grosso, a relação com o pai militar, o sucesso do grupo Secos e Molhados, além de episódios relacionados ao Tropicalismo, e a luta contra a censura e pelas Diretas Já.
A Paris também adquiriu com exclusividade os direitos das músicas do cantor para o projeto - que inclui um espetáculo de teatro e uma série para a TV.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).