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parceria nao acabou
"Soteropaulistana", por ter nascido em São Paulo e vivido parte importante da carreira em Salvador, a dançarina Sheila Mello ainda sente o coração bater mais forte ao passar pelo bambuzal do aeroporto se Salvador. E essa relação com a banda que a alçou à fama, É o Tchan, também segue pulsante.
"A parceria nunca acabou. Foi um conjunto muito legal e a gente tem muita consciência disso. E ontem, quando a gente teve a grata surpresa de ter o encontro aqui em frente, que a gente estava no Xanddy, eu, a [Sheila] Carvalho e a Carla [Perez], foi um dos momentos mais especiais da minha vida. Porque nunca tinha acontecido aquilo, não foi nada programado e as coisas aconteceram no momento certo", disse em entrevista ao BN Hall na madrugada desta quarta-feira (22), no Camarote Salvador.
E, para os fãs, esse grupo também seguirá sempre vivo: "Eu pensei que ia passar, mas as pessoas cada vez se emocionam mais ao verem a gente. Isso é muito legal, você ter uma vida com tanto carinho".
Na conversa, Sheila falou ainda sobre o trabalho como influenciadora, e como essa relação com as pessoas toca em questões bem mais profundas. "É muito louco falar de 'influenciadora, porque antes de ter essa nomenclatura a gente já tinha sapato, boneca, caderno... E eu sou muito grata por isso também. Tem muito homossexual que fala 'nossa, Sheila, eu devo a você ter saído do armário'. Antes eu levava na piadinha, mas se a gente for realmente observar esse discurso, a narrativa que eu escuto muito, é um cunho de empoderamento. Saber que através da gente, através do corpo, e esse é meu legado, as pessoas conseguem acessar uma verdade", defendeu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.