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A justiça dos Estados Unidos suspendeu temporariamente a compra de US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 562 bilhões) da Warner Bros.Discovery pela Paramount. A decisão foi tomada a partir de uma coalizão de 12 estados americanos liderada pela Califórnia, as informações são da Reuters.
Segundo os estados, a união das duas empresas criaria um grupo midiático com poder desproporcional no setor de entretenimento nacional, isso pode aumentar os preços de filmes e programas de TV, além de enfraquecer a competição no setor.
A ação ainda afirma que se a compra for concluída antes da decisão final da Justiça, a Paramount poderá começar a demitir funcionários e compartilhar informações estratégicas com a Warner Bros. Discovery.
Caso a fusão seja posteriormente considerada ilegal, essas mudanças seriam difíceis de reverter.
O processo foi apresentado em um tribunal federal de Oakland, na Califórnia, e pode atrasar os planos da Paramount de ampliar sua atuação no mercado de entretenimento e competir de forma mais direta com gigantes do streaming, como Netflix e Disney.
A Paramount, por sua vez, afirma que a ação dos estados interpreta de forma equivocada as leis antitruste dos Estados Unidos. A empresa também afirma que trabalhadores do setor de entretenimento podem ser afetados pelo atraso na conclusão das negociações.
A venda da Warner Bros. Discovery para a Paramount Skydance virou alvo de uma ação movida por 12 dos 50 estados norte-americanos. O processo foi protocolado em Oakland, na Califórnia, nesta segunda-feira (13). O argumento principal sustenta que a aquisição reduziria a concorrência, aumentaria preços e ampliaria o poder de um único grupo sobre o cinema e a televisão no país, criando quase que um monopólio. Esta ação representa uma nova frente contra um negócio que já foi aprovado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, mas que ainda aguarda outras avaliações regulatórias. Também questiona judicialmente as suspeitas de que a estreita ligação da família Ellison, controladora da Paramount, com o presidente Donald Trump teria influenciado o governo federal a não contestar a operação.
A transação chega a US$ 110 bilhões se somadas as dívidas assumidas. A coalizão pede uma liminar para congelar o negócio, o que pode gerar atrasos custosos, estimados em US$ 650 milhões por trimestre em pagamentos a acionistas.
A nova empresa controlaria cerca de 27% da distribuição de filmes nos EUA e 30% dos grandes lançamentos. O receio é de que a concentração eleve os preços das assinaturas e reduza a diversidade de conteúdo. Menos estúdios significam menos poder de negociação para atores, roteiristas e técnicos, além do risco de demissões em massa para reduzir custos, já que a Paramount prevê um corte de US$ 6 bilhões. Além disso, a união colocaria sob a mesma direção gigantes do jornalismo como CNN e CBS News, aumentando temores de interferência política.
Larry Ellison, cofundador da Oracle e pai de David Ellison (CEO da Paramount Skydance), é um aliado próximo de Donald Trump. Por isso, os estados questionam se essa relação influenciou a decisão do governo federal de não contestar a operação inicialmente.
Já a Paramount argumenta que a fusão é necessária para ganhar escala e competir com gigantes de tecnologia como Netflix e Amazon. A empresa afirma que a união irá reforçar o setor, com a intenção de lançar cerca de 30 filmes anuais após a fusão.
A Paramount Pictures e o Olodum estão preparando uma ação especial para os fãs de Bob Marley, visando promover a estreia do filme “Bob Marley: One Love” em Salvador. A iniciativa será integrada à programação oficial dos ensaios gratuitos no dia 28 de janeiro, quando o Olodum convidará o bloco Muzenza para uma participação especial na praça do Pelourinho, entre 14 e 17 horas. Durante o evento, os grupos apresentarão as músicas “Redemption Song” e “Three Little Birds”, enquanto cenas do filme serão projetadas no telão.
Bob Marley, ícone do reggae, deixou uma marca profunda nas sonoridades dos dois blocos: o Olodum incorporou o ritmo ao samba, originando o samba-reggae, enquanto o Muzenza surgiu após a morte de Marley, com o propósito de homenagear a cultura rastafári. A campanha do filme, que teve início no Dia da Consciência Negra, destacando Salvador, agora retorna à capital baiana para uma ação em homenagem a Bob Marley e à cultura do reggae, se aproximando da estreia do longa.
Marcelo Gentil, presidente de Relações Institucionais do Olodum, destaca que a parceria com a Paramount para promover o lançamento do filme durante o ensaio é uma oportunidade para celebrar o pan-africanismo e destacar o compromisso social e político do reggae como instrumento de luta do povo preto. É relembrar uma das músicas gravadas por nós que afirma que ‘A Arma é Musical’”, destacou.
Jorge Santos, diretor e presidente do bloco afro Muzenza do Reggae, destaca a importância da ação promocional em Salvador e a honra do convite, enfatizando que o bloco nasceu como um tributo ao ícone do reggae. “Tudo vem da inserção da Legião Rastafariana da Bahia, fãs e adeptos do artista Bob Marley, acolhidos pelo Bloco Muzenza. E, através dos mesmos, foi enraizado dentro da instituição o sentimento e apego pelo artista, suas canções e até mesmo o seu modo de vida”, afirmou.
Dirigido por Reinaldo Marcus Green e estrelado pelo ator inglês Kingsley Ben-Adir, “Bob Marley: One Love” narra a vida do homem por trás da lenda do reggae e está programado para estrear nas telas de cinema do país em 12 de fevereiro.
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O cantor Leo Santana estará presente na pré-estreia do filme “Tartarugas Ninja: Caos Mutante”, que acontecerá nesta terça-feira (22) no Salvador Shopping, apenas para convidados. Na versão brasileira do longa-metragem, o baiano dará voz ao personagem Genghis Rã, o menor dos mutantes que faz parte do grupo comandado pelo personagem Super Mosca.
Além disso, a Paramount Pictures confirmou ao BN Hall a presença da ex-integrante do Now United, Any Gabrielly, que dará voz à personagem April O’Neill, amiga humana das Tartarugas.

Any Gabrielly
Junto aos dubladores, estarão na pré-estreia em Salvador os influenciadores Foquinha, Fefe, Je Soares, Fabio Gomes, Marcela Montellato, além dos criadores de conteúdo baianos Jeanne Passos, João Vitor Sals, Caio Costa, João Caldas, Iasmine Fernandes e outros.
“Tartarugas Ninja: Caos Mutante” chega aos cinemas do Brasil no dia 31 de agosto.
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Os fãs da franquia "Power Rangers" podem comemorar. Isso porque a saga de heróis coloridos vai ganhar uma série de novas adaptações interligadas para o cinema e para a televisão.
Segundo o Omelete, com informações do The Hollywood Reporter, Jonathan Entwistle, criador da série The End of the F***ing World, foi convocado para comandar o projeto. Ele, que já trabalhava em um filme da saga para a Paramount, ganhou protagonismo por causa do envolvimento da produtora eOne.
"Jonathan tem uma visão criativa incrível para essa franquia icônica e incrivelmente bem-sucedida, e é sem sombra de dúvida o arquiteto correto enquanto reimaginamos os mundos de televisão e cinema desta propriedade", declararam o presidente do departamento de filmes da eOne, Nick Meyer, e o presidente de televisão global da produtora, Michael Lombardo, em um comunicado connjunto à Hollywood Reporter.
De acordo com o próprio Entwistle, "essa é uma oportunidade inacreditável para entregar um novo Power Rangers tanto para novas gerações e fãs já existentes".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.