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paralisacao em feira
Professores da rede municipal de Feira de Santana anunciaram nesta segunda-feira (14) uma paralisação de três dias. A medida foi tomada em assembleia da categoria após a prefeitura da cidade alterar a jornada de trabalho dos docentes.
No último sábado (12), uma portaria da secretaria de educação da cidade mudou a carga horária, estabelecendo regras para as chamadas Atividades Complementares (AC), como planejamento, reuniões pedagógicas e inserção de dados nos sistemas da rede municipal.
Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a presidente da APLB Sindicato em Feira de Santana, Marlede Oliveira, criticou a medida e disse que a prefeitura fez isso no “escuro”, sem discutir os detalhes com os professores. Para Marlede, o fato poderia ser evitado com a convocação de professores aprovados em concurso, uma vez, que segundo ela, há falta de docentes na rede municipal.
“Desde o início do ano que eu digo a ele que faltam 400 professores e ele diz não falta tudo isso não, disse que ia suprir a falta de professores, nomeando os 300. Não conseguiu nomear 300, porque muita gente não quer trabalhar mais em Feira, pelo caos, não tem valorização, não tem salário, não tem carreira, não tem mais nada”, disse.
Em resposta, o secretário municipal de educação, Pablo Roberto, contestou a fala da sindicalista. Segundo ele, a ação foi tomada para corrigir problemas, como docentes que não cumprem 30% da carga horária de 20h semanais. "Nós não queremos que o professor trabalhe mais do que está pactuado na lei", declarou o secretário.
Professores da rede municipal de Feira de Santana vão paralisar as atividades entre a próxima segunda-feira (31) e quarta-feira, dia 2 de abril. A decisão foi tomada em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (25) no auditório da APLB local.
Cerca de 450 profissionais da educação endossaram as reivindicações, como pagamento do piso salarial de 6,27% referente a janeiro deste ano, a definição de datas para o enquadramento de professores e alteração de carga horária. Os professores também pedem a reformulação do plano de carreira, que beneficia a categoria quanto demais funcionários da educação.
A presidente da APLB de Feira de Santana, Marlêde Oliveira, declarou que um documento foi enviado pelo secretário de Educação, Pablo Roberto, mas não apresenta soluções objetivas para as demandas dos profissionais. A sindicalista disse ainda que alguns professores aguardam pelas mudanças desde 2016 e que há multas diárias de R$ 10 mil e R$ 15 mil por descumprimento de sentenças judiciais.
Durante a paralisação, os professores farão um ato público na segunda, com um café da manhã na sede da APLB, seguido de manifestação pelas ruas da cidade. No dia 2 de abril, a paralisação será acompanhada de uma ida à Secretaria de Educação (Seduc) para cobrar respostas mais concretas.
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Pérolas do Dia
Donald Trump
"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.