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A ausência de Neymar no álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 lançado pela Panini nesta semana virou um dos principais assuntos entre colecionadores. Mesmo sendo um dos principais nomes do futebol brasileiro na última década, o atacante não foi incluído na publicação.
A explicação está nos critérios adotados pela editora. Segundo o CEO da Panini Brasil, Raul Vallecillo, em entrevista ao Estadão, a escolha dos jogadores é feita com base no histórico recente de convocações para a Seleção. Nesse cenário, Neymar não aparece por estar fora das listas desde outubro de 2023, quando sofreu uma lesão.
Desde a chegada de Carlo Ancelotti ao comando da Seleção Brasileira, em maio de 2025, o atacante não foi chamado em nenhuma das convocações realizadas. Esse fator foi determinante para sua exclusão do álbum.
A definição dos nomes ocorre antes da lista oficial para a Copa do Mundo, que ainda será divulgada. Mesmo assim, a Panini utiliza como base o ciclo recente da seleção, priorizando atletas que vêm sendo presença constante.
O álbum desta edição é o maior já produzido, impulsionado pela ampliação do torneio para 48 seleções, e conta com 980 figurinhas.
O cartunista Mauricio de Sousa, a editora Panini e a DC Entertainment anunciaram uma nova parceria, durante a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no último fim de semana. O crossover inédito sairá em dezembro deste ano e janeiro de 2019, com três histórias nas quais os personagens da Turma da Mônica aparecem ao lado de super-heróis e supervilões da DC, como Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman, Coringa e Mulher-Gato. Os desenhos ficarão por conta da Mauricio Sousa Produções, enquanto os roteiros serão realizados em parceria com a DC. “Por quase 60 anos, meus quadrinhos têm entretido muitas gerações de leitores brasileiros. Agora, todos eles, assim como eu, vão aproveitar este momento muito especial: o crossover de Mônica e seus amigos com os super-heróis da DC Comics”, diz Mauricio de Sousa.
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Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.