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palmeiras e river plate
O Palmeiras terá um grande desafio nesta quarta-feira (17), às 21h30 (de Brasília), quando enfrenta o River Plate no Monumental de Núñez, pelas quartas de final da Copa Libertadores. O time argentino atravessa uma boa fase na temporada, com apenas duas derrotas em 41 partidas em 2025.
Invicto há 12 jogos, o River não perde desde junho, quando foi derrotado por 2 a 0 pela Inter de Milão na Copa do Mundo de Clubes da Fifa. Nesse período, no entanto, a equipe acumulou seis empates, fator que pode ser considerado positivo para o Verdão em caso de equilíbrio no confronto desta noite.
Na temporada, o clube argentino soma 20 vitórias, 19 empates e apenas duas derrotas, com 63 gols marcados e 26 sofridos. No Campeonato Argentino, lidera o Grupo B com 18 pontos.
Apesar dos números, o técnico Marcelo Gallardo adota cautela em relação ao adversário. “O Palmeiras é um time muito competitivo e que sabe jogar este tipo de torneio. Temos que estar atentos aos mínimos detalhes”, afirmou o treinador.
A imprensa argentina também reflete essa postura. O jornal Olé destacou a evolução recente do River, mas relembrou o retrospecto favorável ao Palmeiras nos confrontos eliminatórios. Em semifinais da Libertadores (1999 e 2021), os brasileiros avançaram. Já pela extinta Copa Mercosul, foram quatro jogos, com uma vitória alviverde e três empates.
Além da força técnica do adversário, o Palmeiras terá de lidar com o ambiente no Monumental de Núñez. A expectativa é de mais de 82 mil torcedores, em uma atmosfera semelhante à criada no último Superclássico contra o Boca Juniors, quando o River venceu. Faixas, bandeirões e papéis picados estão preparados para transformar o estádio em um caldeirão típico de noite de Libertadores.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.