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palhacoterapia
O Hospital Estadual da Criança (HEC), em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), com o projeto “Plantão do Sorriso” tem melhorado ao humor de diversos pacientes. A iniciativa utiliza a Palhaçoterapia como ferramenta para humanizar o atendimento e promover a alegria e o bem-estar das crianças internadas.
O projeto começou em julho e já se consolidou como uma ação semanal e pretende principal proporcionar um ambiente mais acolhedor e menos estressante para as crianças e seus familiares. Através da figura do palhaço, os voluntários da UEFS e profissionais de saúde do HEC levam momentos de descontração e diversão pelo hospital.

Imagem dos funcionários e profissionais da Saúde do hospital com os palhaços | Foto: Reprodução / Caio Brito
“A palhaçoterapia é uma ferramenta poderosa para aliviar a ansiedade e o medo que a hospitalização pode causar nas crianças”, afirma Paula Ribeiro, coordenadora do Núcleo de Educação Permanente do HEC. “Ao proporcionar momentos de alegria, estamos contribuindo para a recuperação mais rápida e completa dos nossos pacientes”, explica a coordenadora.
Paciente infantil com a palhaçoterapia dos voluntários | Foto: Reprodução / Caio Brito
Além dos benefícios para os pacientes, o projeto também contribui para a formação dos estudantes da UEFS com a oportunidade de vivenciar a importância da humanização na saúde. O “Plantão do Sorriso” é uma ação do HEC que demonstra o compromisso da instituição com a humanização do atendimento e com a promoção da saúde integral dos seus pacientes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.