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A International Football Association Board (IFAB), entidade responsável por definir as regras do futebol, se reúne nesta sexta-feira no País de Gales para avaliar possíveis alterações no uso do árbitro de vídeo (VAR) e aprovar normas voltadas à redução da cera durante as partidas.
Entre as propostas em debate está a ampliação das atribuições do VAR. De acordo com a imprensa internacional, a ferramenta poderá ser acionada para corrigir erros na marcação de escanteios e também em situações de segundo cartão amarelo. Atualmente, o recurso só intervém em casos de expulsão direta.
Outra medida em análise prevê que jogadores atendidos por médicos dentro de campo sejam obrigados a aguardar um minuto antes de retornar à partida. Hoje, o retorno é autorizado pelo árbitro sem a exigência de um tempo mínimo fora do jogo.
A reunião também discute a limitação de tempo para substituições. A ideia é estabelecer um prazo de até 10 segundos para que o atleta substituído deixe o gramado. Caso o tempo seja excedido, o jogador que vai entrar só poderá fazê-lo após nova paralisação da partida.
Além disso, cobranças de laterais e escanteios poderão ter tempo máximo para execução, com contagem regressiva semelhante à aplicada aos goleiros quando mantêm a posse de bola. Se o reinício não ocorrer dentro do prazo, a posse será transferida ao adversário.
As propostas serão votadas ao longo do dia. Se aprovadas, a tendência é que sejam inicialmente testadas em competições de menor porte antes de uma eventual adoção em torneios de maior relevância internacional.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.