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A International Football Association Board (IFAB), entidade responsável por definir as regras do futebol, se reúne nesta sexta-feira no País de Gales para avaliar possíveis alterações no uso do árbitro de vídeo (VAR) e aprovar normas voltadas à redução da cera durante as partidas.
Entre as propostas em debate está a ampliação das atribuições do VAR. De acordo com a imprensa internacional, a ferramenta poderá ser acionada para corrigir erros na marcação de escanteios e também em situações de segundo cartão amarelo. Atualmente, o recurso só intervém em casos de expulsão direta.
Outra medida em análise prevê que jogadores atendidos por médicos dentro de campo sejam obrigados a aguardar um minuto antes de retornar à partida. Hoje, o retorno é autorizado pelo árbitro sem a exigência de um tempo mínimo fora do jogo.
A reunião também discute a limitação de tempo para substituições. A ideia é estabelecer um prazo de até 10 segundos para que o atleta substituído deixe o gramado. Caso o tempo seja excedido, o jogador que vai entrar só poderá fazê-lo após nova paralisação da partida.
Além disso, cobranças de laterais e escanteios poderão ter tempo máximo para execução, com contagem regressiva semelhante à aplicada aos goleiros quando mantêm a posse de bola. Se o reinício não ocorrer dentro do prazo, a posse será transferida ao adversário.
As propostas serão votadas ao longo do dia. Se aprovadas, a tendência é que sejam inicialmente testadas em competições de menor porte antes de uma eventual adoção em torneios de maior relevância internacional.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.