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Um idoso de 71 anos foi preso nesta quarta-feira (18), no município de Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano, sob a acusação de estupro de vulnerável. O suspeito, que não teve a identidade revelada, era vizinho e padrinho da vítima, uma criança de apenas seis anos.
A prisão preventiva foi efetuada pela 24ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), em conjunto com a Delegacia Territorial da cidade. Segundo as investigações, o homem teria se aproveitado da relação de proximidade e confiança com a família para abordar a criança nas proximidades da residência onde ela mora.
O caso chegou ao conhecimento das autoridades através do pai da vítima. Assim que soube do ocorrido, o genitor acionou a Polícia Militar, o que deu início ao processo de apuração pela Polícia Civil.
Com base nos indícios colhidos durante a investigação, a Justiça expediu o mandado de prisão preventiva. Após o cumprimento da ordem judicial, o investigado foi encaminhado para a unidade policial local, onde passou pelos procedimentos de praxe e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Um padre discutiu e expulsou da igreja após o padrinho que participaria da cerimônia de sua afilhada esquecer o nome da criança. O caso ocorreu na última quinta-feira (4) e foi registrado e o momento foi registrado em vídeo por pessoas que acompanhavam o ato.
Segundo o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a discussão teria começado porque Gleidson Alves dos Santos, padrinho da criança, teria esquecido o nome da afilhada e perguntado à esposa. O padre se irritou com a situação e se recusou a prosseguir com a cerimônia.
Confira:
O sacerdote ainda indagou Gleidson se ele seria “padrinho de cachaça”, insinuando que ele estaria alcoolizado. Após a situação, em entrevista ao g1, o padrinho revelou ter ficado assustado com a reação do padre, a qual ele considerou ser descabida para o momento. Ele ainda afirmou que não estava bêbado durante o batizado.
"No momento em que ele perguntou o nome da menina, que é sobrinha da minha esposa, eu perguntei a ela. Aí ele disse que não ia mais batizar e perguntou se eu era 'padrinho de cachaça', só que eu não estava bêbado", contou.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.