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pacientes infectados
Cerca de 6 pacientes que receberam um transplante de órgãos foram contaminados pelo o vírus do HIV no Rio de Janeiro. Segundo reportagem da BandNews FM, os pacientes estavam na fila do transplante da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) quando realizaram o procedimento e depois testaram positivo para o vírus por conta da infecção.
“Esta é uma situação sem precedentes. O serviço de transplantes no Estado do Rio de Janeiro sempre realizou um trabalho de excelência e, desde 2006, salvou as vidas de mais de 16 mil pessoas”, declarou a SES-RJ, via G1.
O caso foi descoberto após um paciente que recebeu um coração passar mal 9 meses depois do procedimento médico. Ele realizou uma bateria de exames e descobriu o diagnóstico. Depois do teste, as autoridades de saúde identificaram que 2 doadores tinham o HIV. No entanto, a triagem dos órgãos efetuado por um laboratório privado não encontrou o vírus e liberou o transplante.
De acordo com a publicação, o governo do estado apontou que o erro teria sido do PCS Lab Saleme, uma unidade privada de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A empresa foi contratada pela gestão estadual em uma licitação realizada no final de 2023 para efetuar a sorologia de órgãos doados.
O laboratório foi interditado pela Coordenadoria Estadual de Transplantes e a Vigilância Sanitária Estadual interditaram o laboratório e o caso é investigado pela Delegacia do Consumidor (Decon) da Polícia Civil.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.