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O Governo Federal estuda a possibilidade de modificar o método de pagamento das emendas de bancada para priorizar as novas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3), anunciado em agosto, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a promessa de investimento total de R$1,7 trilhão para todas as regiões do país.
A reportagem do Bahia Notícias teve acesso, com exclusividade, à informação de que, na tarde desta segunda-feira (20), os líderes parlamentares participaram de reunião para tratar do tema. A reunião foi convocada pelos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Articulação Política, Alexandre Padilha.
Ao BN, a coordenadora da bancada da Bahia, Lídice da Mata (PSB), confirmou a reunião. Ela também explicou que o governo pretende bonificar deputados e senadores que apresentarem emendas individuais ligadas ao PAC para que sejam priorizadas as novas obras previstas na terceira etapa do programa. Segundo Lídice, o próximo passo para o projeto do Governo Federal, que ainda é embrionário, avançar é focar no amadurecimento das discussões. Ela, por exemplo, terá o desafio de convencer a bancada baiana na Câmara dos Deputados, que é composta por 39 parlamentares, a aderir ao novo método.
“Estamos na fase de apresentação da proposta e teremos intensos diálogos pela frente. A ideia do governo é interessante, pois o PAC deve abrir milhares de postos de trabalho e injetar mais de R$ 1 trilhão na economia do Brasil. O próximo passo é convencer os parlamentares de que a nova metodologia é importante”, avalia Lidice.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.