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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, afirmou nesta segunda-feira (10) que o técnico Carlo Ancelotti segue 'tranquilo' após o episódio ocorrido na última terça-feira (5), quando Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão protagonizaram um momento constrangedor diante do treinador italiano. Segundo Xaud, o incidente não afetou o comandante da Seleção Brasileira nem seu trabalho à frente da equipe.
"Conversei com ele. (Ele) está tranquilo, se manteve tranquilo, não afetou em nada o Ancelotti. O que eu quero deixar claro aqui é que a gente não vai permitir qualquer tipo de xenofobia, discriminação por conta de nacionalidade. A gente vê o profissional pela competência dele. Então a CBF está tranquila em relação a isso, o Ancelotti está tranquilo. Isso não vai atrapalhar nada", declarou o presidente.
?? Presidente da CBF garante 'tranquilidade' de Ancelotti após constrangimento com Leão e Oswaldo de Oliveira
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 10, 2025
Confira ?? pic.twitter.com/K9oUOgcsd0
As declarações foram dadas durante a abertura do 1º Grupo de Trabalho de Arbitragem, realizado na sede da CBF, que contou com a presença de dirigentes da entidade, representantes de clubes e membros do setor de arbitragem nacional e internacional.
Durante o encontro, Samir Xaud também anunciou uma das principais novidades do Campeonato Brasileiro de 2026: a implementação do impedimento semiautomático já a partir da primeira rodada, marcada para o dia 28 de janeiro.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.