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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

oriente medio

Conflitos no Oriente Médio impedem participação do único atleta do Irã nos Jogos Paralímpicos de Inverno
Foto: Lintao Zang

O cenário de guerra no Oriente Médio provocou a primeira baixa oficial nas delegações que disputam os Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O único atleta que iria representar o Irã na competição foi obrigado a desistir devido aos confrontos que impedem sua viagem para a Itália. O anúncio foi realizado nesta sexta-feira (6) pelo Comitê Paralímpico Internacional, coincidindo com a data da cerimônia de abertura do evento.

 

Aboulfazl Khatibi Mianaei, de 23 anos, estava inscrito para participar de sua terceira edição dos Jogos após competir em 2018 e 2022. O atleta disputaria duas provas na modalidade de esqui cross-country. Com a impossibilidade de deslocamento do esquiador, a bandeira do Irã não será hasteada durante o desfile das nações, e o número de países representados na competição caiu de 56 para 55.

 

O impedimento da viagem ocorre em meio à escalada militar iniciada no último sábado, 28 de fevereiro. O conflito atingiu a capital Teerã e outras regiões do Irã após bombardeios conduzidos por Israel e Estados Unidos, seguidos por respostas militares iranianas contra alvos na região. O presidente da organização, o brasileiro Andrew Parsons, manifestou pesar pela situação do competidor poucas horas antes do início da solenidade em Verona.

 

"É realmente decepcionante para o esporte mundial, e sobretudo para Aboulfazl Khatibi, que ele não possa participar em condições de segurança de sua terceira edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno em Milão-Cortina 2026", lamentou Parsons. O dirigente explicou que diversas tentativas foram feitas para viabilizar a presença da delegação por meio de trajetos alternativos.

 

"Desde o início do conflito, no sábado (28), o CPI e o comitê organizador trabalharam incansavelmente com o comitê iraniano e a federação nacional de esqui para encontrar rotas alternativas a fim de garantir um traslado completamente seguro para a delegação iraniana", mas "o risco para a vida humana é muito grande", acrescentou o presidente.

 

O comitê organizador e a federação nacional de esqui do Irã acompanharam as negociações por rotas seguras, mas o fechamento de espaços aéreos e a intensidade dos ataques no Golfo inviabilizaram os planos de logística.

 

Os Jogos Paralímpicos de Milão-Cortina seguem com o cronograma de provas em seis modalidades distintas. A organização do evento reforçou que manterá o monitoramento sobre a situação de outras delegações que possam enfrentar dificuldades semelhantes em zonas de conflito.

VÍDEO: Seleção Feminina do Irã protesta em silêncio durante hino nacional em estreia na Taça da Ásia
Foto: Reprodução / X

As jogadoras da Seleção Feminina do Irã adotaram uma postura de protesto silencioso na abertura de sua participação na Taça da Ásia. Durante a execução do hino nacional antes da partida contra a Coreia do Sul, realizada no Estádio Cbus Super, as atletas permaneceram alinhadas sem proferir a letra da composição "Mehr-e Khavaran". O gesto ocorreu dentro do contexto de instabilidade na região do Oriente Médio, dias após o registro de ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano. Assista ao vídeo, repercutido nesta quarta-feira (4): 

 

 

A transmissão oficial do evento capturou o momento em que a treinadora Marziyeh Jafari observava a cerimônia protocolar da linha lateral. Nas arquibancadas instaladas na Austrália, torcedores iranianos acompanharam o ato com cânticos próprios e a exibição de bandeiras com cores e símbolos variados, incluindo modelos utilizados antes do período da Revolução Islâmica de 1979. O comportamento das jogadoras repercutiu entre as delegações presentes no torneio continental.

 

Dentro das quatro linhas, a Seleção Iraniana foi superada pela Coreia do Sul pelo placar de 3 a 0. Os gols da vitória sul-coreana foram anotados por Choe Yu-ri, Kim Hye-ri e Ko Yoo-jin. Após o encerramento do confronto, a técnica Marziyeh Jafari evitou abordar temas políticos ou o falecimento do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, concentrando suas declarações exclusivamente no rendimento de sua equipe e nas próximas etapas da disputa.

 

 

A treinadora ressaltou a qualidade das adversárias, que foram finalistas na edição anterior da competição.

 

"No geral, foi um bom jogo. A Coreia do Sul jogou muito bem e, em última análise, dou-lhes os parabéns. Espero que possamos recuperar no próximo jogo", afirmou Jafari.

 

Sobre a pressão externa e os acontecimentos em seu país de origem, a comandante reiterou a postura de isolar o grupo dos fatos extracampo.

 

"Precisamos nos concentrar no torneio", limitou-se a declarar durante o atendimento aos jornalistas.

 

A atitude das iranianas gerou manifestações de apoio por parte de outras competidoras da Taça da Ásia. A atacante da Austrália, Amy Sayer, expressou compreensão sobre o momento atravessado pelas colegas de profissão.

 

"O nosso coração está com elas e com as suas famílias. É uma situação difícil, e é muito corajoso da parte delas estarem aqui e jogarem", comentou a jogadora australiana.

 

Sayer acrescentou uma análise sobre a resistência das adversárias: "Elas fizeram uma exibição forte, mesmo com o clima político e as dificuldades que possam estar a atravessar."

 

O calendário da competição impõe um intervalo curto de preparação para o próximo desafio do Irã. A equipe terá dois dias de descanso antes de voltar a campo para enfrentar a Austrália, dona da casa, novamente na Gold Coast.

Em visita a uma fábrica de medicamentos, Lula diz que preocupação do Brasil é criar "míssil para salvar vidas"
Foto: Cadu Gomes / Vice-Presidência da República

Durante uma visita à fábrica de medicamentos Bionovis, na cidade de Valinhos, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a guerra no Oriente Médio que envolve Estados Unidos, Israel e Irã. O presidente disse ter ficado feliz de visitar uma empresa dedicada à criação de medicamentos que salvam vidas, enquanto países se atacam com mísseis e causam mortes e destruição.

 

“A gente salva vida, sobretudo nesse instante em que se ligar na televisão agora está falando de morte, se ligar na televisão à noite está falando de guerra, se ligar na televisão de manhã está falando de morte, de drone, de mísseis, de invasão”, afirmou Lula.

 

“Aqui, nós estamos falando de salvar vidas. Isso aqui é um drone de remédio para o povo brasileiro. Isso aqui é nosso míssil. Não míssil pra matar, mas míssil pra salvar”, completou o presidente.

 

Lula estava acompanhado na visita do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet. A empresa de biotecnologia visitada por Lula e sua comitiva atua no desenvolvimento e produção de medicamentos biológicos de alta complexidade. 

 

O governo federal já havia emitido um comunicado oficial sobre a guerra no Oriente Médio, mas essa foi a primeira vez que o presidente Lula falou sobre o conflito. Na nota divulgada no último sábado (28), o governo condenou os ataques militares realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos no Irã e manifestou “grave preocupação” com a escalada militar no Oriente Médio.

 

Na visita de Lula à fábrica da Bionovis, o ministro Fernando Haddad falou rapidamente com a imprensa, e negou que tenha decidido se irá se candidatar ao governo de São Paulo. Longe dos microfones, ele afirmou que ainda não teve uma conversa definitiva com o presidente Lula sobre o assunto.

 

O ministro da Fazenda, disse que pode se reunir nesta semana com Lula para definir sobre uma possível candidatura. Segundo ele, esta reunião pode acontecer nesta semana, a depender da agenda do presidente.
 

Itamaraty diz que cabe "somente ao Irã decidir futuro do país" e relata que não há brasileiros mortos ou feridos
Foto: Reprodução Rede X

Em meio à escalada da repressão do governo iraniano sobre os manifestantes que há dias ocupam as ruas de Teerã, que já levou a mais de duas mil mortes, a área externa do governo Lula declarou que acompanha “com preocupação”, a evolução dos acontecimentos naquele país. O Itamaraty declarou também que “lamenta as mortes e transmite condolências às famílias afetadas”.

 

Os protestos contra o governo do Irã eclodiram no país no final de dezembro, em uma onda de agitação nacional que representa o maior desafio ao regime em anos. As manifestações tiveram início nos bazares da capital, Teerã, inicialmente contra a inflação desenfreada, mas se espalharam pelo país e se transformaram em atos principalmente contra o regime.

 

As manifestações violentas provocaram a morte de civis, autoridades e integrantes das forças de segurança. Em sua comunicação nesta terça-feira (13), o Itamaraty destaca que “cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país”. 

 

“O Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo”, acrescenta o comunicado do Ministério das Relações Exteriores. 

 

O Itamaraty afirmou ainda que a Embaixada do Brasil em Teerã mantém contato permanente com a comunidade brasileira no Irã, estimada em 85 pessoas. Segundo relatos recebidos pelo Itamaraty de interlocutores naquele país, não há registro até o momento de nacionais brasileiros atingidos ou afetados pelas manifestações.

 

Enquanto o governo brasileiro pede diálogo e defende a soberania do Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça que cancelou qualquer conversa com autoridades do Irã. O líder norte-americano instou manifestantes a “tomarem as instituições”, em meio aos grandes protestos nas ruas de diversas cidades do país persa.
 

Marta Luzbel celebra aniversário durante viagem pelo Oriente Médio e Europa
Foto: Acervo Pessoal

A psicóloga e consultora Marta Luzbel comemora mais um ano de vida nesta terça-feira (13). Em viagem ao Oriente Médio, a aniversariante agradeceu o encerramento e início de mais um ciclo nos pés da manjedoura onde Jesus nasceu, em Belém, cidade localizada ao lado de Jerusalém, na região montanhosa da Terra Santa, em Israel.

 

Na companhia do marido, o empresário, sócio da Antena 1 Salvador, do Camarote Ondina e CEO do Bahia Notícias, Ricardo Luzbel, Marta reservou a comemoração para acontecer na última parada da viagem: a França, na Europa. No país francês, a Cidade Luz, Paris, casa da Torre Eiffel e do Museu do Louvre, se transformará no cenário que marcará o começo de mais uma etapa.

 

Antes de chegarem a Israel e pousarem no lar da Monalisa, a viagem percorreu diversas regiões. O casal visitou Petra, sítio arqueológico localizado no país da Jordânia. O local é conhecido como uma das Maravilhas do Mundo Moderno.

 

O BN Hall deseja um novo ciclo repleto de felicidades!

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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VÍDEO: TV Sírias registram ataque aéreo israelense ao vivo
Foto: Reprodução / Redes sociais

A emissora síria de televisão, Al Jazeera, registrou ao vivo o bombardeio israelense que atingiu o prédio do Ministério da Defesa da Síria nesta quarta-feira (16), na capital Damasco. A explosão no local, que fica próximo ao Palácio Presidencial sírio, atingiu o centro do prédio e deixou destroços e uma grande nuvem de fumaça no local. 

 

 

Imagens da programação ao vivo mostram o momento em que os repórteres e uma âncora se protegem dos ataques. De acordo com o Ministério da Saúde sírio, os bombardeios aéreos israelenses em Damasco deixaram pelo menos três mortos e 34 feridos. As informações são do g1.

 

A ofensiva de Israel faz parte de uma nova frente dos conflitos no Oriente Médio. As Forças Armadas de Israel afirmam que é uma resposta a combates que soldados sírios têm travado com drusos, minoria étnica que vive em regiões tanto de Israel quanto da Síria.

 

Os militares israelenses disseram que "atingiram o portão de entrada do complexo do quartel-general militar do regime sírio" em Damasco e que continuavam "a monitorar os acontecimentos e as ações tomadas contra os civis drusos no sul da Síria".

 

O Ministério da Defesa da Síria pediu aos moradores da cidade que permanecessem em casa. Alguns moradores que a Reuters conseguiu contatar por telefone disseram que estavam escondidos em casa com medo, sem eletricidade.

 

Segundo a mídia estatal síria, TV Elekhbariya, os ataques também atingiram Sweida, cidade no oeste da Síria de maioria drusa onde soldados têm atacado a população local.

 

As tropas do governo sírio foram enviadas para a região de Sweida na segunda-feira (14) para acabar com os combates entre combatentes drusos e homens armados beduínos, mas acabaram entrando em conflito com as próprias milícias drusas.

Itamaraty condena operações israelenses no Líbano; no México, Lula diz que comportamento de Israel é "inexplicável"
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O Ministério das Relações Exteriores, em nota divulgada na tarde desta terça-feira (1º), disse que o governo brasileiro vê com "grave preocupação" a realização de operações militares terrestres do exército de Israel no Sul do Líbano. Na nota, o Itamaraty condena o que chamou de "violação ao direito internacional" por parte de Israel, e exigiu que o governo israelense interrompa imediatamente as incursões terrestres e os ataques aéreos a zonas civis no Líbano.

 

Apesar de ter sido divulgado já no meio da tarde, o comunicado do Itamaraty não cita a nova etapa dos conflitos no Oriente Médio, agora com o envolvimento do Irã. Nesta terça, as forças militares do Irã realizaram um ataque com pelos menos 180 mísseis contra Israel, e alguns projéteis causaram impacto direto no sul e centro do país, mas não houve feridos até o momento.

 

O governo do Irã afirmou que atacou Israel em resposta ao assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah. Já o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari, disse que o ataque iraniano terá consequências. Líderes e representantes de governos de todo o mundo se pronunciaram condenando o ataque e a escalada do conflito no Oriente Médio.

 

No seu comunicado, o Itamaraty reafirma a defesa do "pleno respeito" à soberania e à integridade territorial do Líbano. Segundo o comunicado, o governo brasileiro faz um apelo a todas as partes envolvidas para que exerçam máxima contenção e para que alcancem, com urgência, uma situação de cessar-fogo permanente e abrangente.

 

"Recordamos a necessidade de cumprimento da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em particular, o chamado à completa cessação de hostilidades entre Israel e o Hezbollah e ao respeito à Linha Azul, bem como conclama a comunidade internacional para que se valha de todos os instrumentos diplomáticos à disposição a fim de conter o agravamento do conflito", afirma a nota do Itamaraty.

 

O Ministério das Relações Exteriores afirma ainda que a Embaixada em Beirute continua a monitorar a situação dos brasileiros no Líbano, aos quais continua a prestar assistência consular emergencial. O governo brasileiro também reiterou o alerta para que todos deixem as áreas conflagradas, sigam as orientações de segurança das autoridades locais e, para os que disponham de recursos para tanto, procurem deixar o território libanês por meios próprios. 

 

Mais cedo, em rápida entrevista na Cidade do México, ao chegar para a solenidade de posse da nova presidente mexicana Claudia Sheinbaum, o presidente Lula conversou com a imprensa e fez críticas ao governo israelense. O presidente brasileiro disse lamentar profundamente as ações de Israel no Oriente Médio.

 

"O que eu lamento profundamente é o comportamento do governo de Israel. Sinceramente, é inexplicável que o Conselho da ONU não tenha autoridade moral de fazer com que Israel sente em uma mesa para conversar ao invés de só saber matar", disse Lula.

 

Até as 18h10 desta terça, o presidente brasileiro ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o aumento da tensão no Oriente Médio com o ataque do Irã a Israel, e a promessa das forças israelenses de contra-atacar. 
 

Força Aérea Brasileira diz que está pronta para resgatar brasileiros no Oriente Médio
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

No contexto dos recentes ataques entre o Irã e Israel, a Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou sua prontidão para resgatar cidadãos brasileiros em áreas de conflito no Oriente Médio. A declaração foi emitida pela FAB neste domingo (14), poucas horas após os ataques iranianos com drones e mísseis. As informações são da Agência Brasil.

 

Segundo a nota divulgada, a FAB está "preparada e pronta" para responder a qualquer pedido de resgate, desde que acionada pelas autoridades competentes. O comunicado ressaltou a constante disponibilidade da FAB, com suas tripulações e aeronaves, para atuar onde for necessário em prol do Brasil.

 

Além disso, a FAB destacou sua capacidade de atuação em qualquer momento, não apenas em missões específicas, mas também para atender a quaisquer necessidades que surjam, demonstrando um compromisso contínuo de apoio à sociedade brasileira.

 

Desde o início do conflito entre Israel e o grupo extremista Hamas, em outubro do ano passado, a FAB tem realizado a Operação Voltando em Paz, que já realizou 13 voos para repatriar cerca de 1,5 mil pessoas ao Brasil. Entre essas pessoas estão cidadãos brasileiros e seus familiares, incluindo residentes da Faixa de Gaza que foram trazidos de volta em três voos específicos.

Hamas divulga primeiro vídeo de uma jovem refém capturada durante o dia dos ataques a Israel
Foto: Reprodução X

O grupo extremista Hamas divulgou nesta segunda-feira (16) o primeiro vídeo que mostra uma refém israelense que foi capturada próximo à Faixa de Gaza. O curto vídeo que circulou nas redes sociais mostrou uma jovem chamada Mia Schem, de 21 anos, sendo tratada após ser ferida no braço e posteriormente falando para a câmera.

 

Mia Schem foi sequestrada por terroristas do Hamas enquanto participava de uma rave no deserto no Kibutz Re'im. Os membros do grupo invadiram a rave e mataram mais de 260 participantes do festival como parte do massacre em que mais de 1.300 pessoas foram mortas em Israel, a grande maioria civis.

 

No vídeo, a jovem Mia Schem disse que foi operada por três horas. “Olá, eu sou Mia Schem. Tenho 21 anos e sou de Shoham. Atualmente estou em Gaza. Regressei no sábado de manhã cedo de Sderot. Eu estava numa festa. Machuquei muito na mão. Fui operada no hospital em Gaza durante três horas”, disse ela. 

 

“Estou sendo cuidada, estou recebendo remédios. Só peço para voltar para casa o mais rápido possível, para minha família, para meus pais, para meus irmãos. Por favor, tire-me daqui o mais rápido possível”, concluiu a jovem. 

 

Zeev Scharfum, avô de Mia Schem, disse às agências internacionais de notícias que a mãe da jovem, Keren Schem, está muito nervosa e pedindo apoio para retirá-la de Gaza.

 

“Keren está em muito mau estado, está muito nervosa, estamos buscando sustentar-nos, a minha mulher e eu… temos três filhas, uma é mãe de Mia. Estamos tentando pedir apoio em todo o lado que podemos. Vemos as notícias e o que percebemos é que dentro de pouco tempo Israel vai entrar (para Gaza), quem sabe, talvez consigam chegar até eles. É essa a esperança que temos”, acrescentou o avô de Mia Schem.

 

O Hamas parece ter escolhido Mia Schem para o seu primeiro vídeo de um refém por ela ter dupla cidadania israelita-francesa. As Forças de Defesa de Israel disseram que a família de Schem foi notificada na semana passada de que ela estava detida em Gaza.

 

A divulgação do vídeo ocorreu no mesmo dia em que o porta-voz militar do Hamas, Abu Obeida, disse que não havia uma contagem definitiva do número de prisioneiros “devido a dificuldades práticas e de segurança”. Obeida afirmou ainda, em um vídeo gravado, que havia entre 200 e 250 em Gaza e que 200 deles estavam nas mãos do Hamas.

 

Confira: 

 

FAB realizará na próxima quarta-feira novo voo para trazer brasileiros repatriados de Israel
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Em comunicado à imprensa nesta segunda-feira (16), o Ministério das Relações Exteriores confirmou que será realizado na próxima quarta (18) mais um voo de repatriação de brasileiros e animais domésticos que se encontram no momento em Israel. Segundo o Itamaraty, com o novo voo da Força Aérea Brasileira (FAB) que sairá de Tel Aviv, o governo alcançará a marca de 1100 brasileiros repatriados pela operação “Voltando em Paz”.

 

No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores diz ainda que muitos brasileiros também têm conseguido sair de Israel por meio de voos comerciais. “O Ministério das Relações Exteriores mantém a orientação, como tem feito desde a eclosão do conflito, no sentido de que todos os nacionais que possuam passagens aéreas, ou condições de adquiri-las, embarquem em voos comerciais a partir do aeroporto Ben-Gurion, que segue operando”, afirmou o Itamaraty. 

 

A outra situação que envolve cerca de 32 brasileiros que estão na Faixa de Gaza, ainda não tem definição de quando poderá acontecer. Segundo o comunicado do MRE, esses brasileiros se deslocaram para as localidades de Khan Younis e Rafah, nas proximidades da fronteira com o Egito, e aguardam autorização para cruzar a fronteira. O Escritório de Representação do Brasil em Ramala vem mantendo permanente contato com esses brasileiros, e já deixou alguns veículos de prontidão, para quando for possível liberar as pessoas pela abertura da passagem de Rafah.

 

“O Brasil vem reiterando gestões, em alto nível, com vistas a viabilizar a entrada dos brasileiros e seus familiares diretos no Egito. Aeronave para seu transporte ao Brasil segue em Roma, onde aguarda autorização para resgatar, em território egípcio, os brasileiros procedentes da Faixa de Gaza. O Itamaraty acionou as autoridades competentes para assegurar acolhida e apoio aos brasileiros evacuados de Gaza quando de sua chegada no Brasil”, explicou o Itamaraty.

 

O governo dos Estados Unidos acusou neste domingo (15) o grupo terrorista Hamas de dificultar o acordo para que a fronteira entre Gaza e o Egito seja aberta para a passagem de cidadãos estrangeiros. De acordo com o conselheiro de Segurança Nacional da administração Biden, Jake Sullivan, tanto o governo egípcio quanto o israelense já concordaram em criar um corredor humanitário para a saída de estrangeiros. Entretanto, segundo Sullivan, o grupo terrorista, que governa a Faixa de Gaza, travou a abertura da passagem.

'Quero que através de mim esses fantasmas da minha geração falem', diz Marieta Severo
Foto: Leo Aversa / Divulgação
Embora retrate uma tragédia situada no cenário de guerra civil instaurado no Oriente Médio, a peça "Incêndios” é classificada como um “clássico contemporâneo” muito próximo da realidade social brasileira. “A gente tem 60 mil mortos – inclusive jovens, negros, pobres – por ano, isso é um número de guerra civil. A gente tem isso e isso não é declarado”, compara Marieta Severo, que interpreta a protagonista da trama, dirigida por Aderbal Freire-Filho. Juntos, os dois concederam uma entrevista coletiva à imprensa, na noite da última sexta-feira (15), na sede da Air Europa. “Pra mim, é muito fácil eu criar uma ponte de ligação com a minha geração, com a Nawal. Eu vivo com mulheres, eu cresci com mulheres, que foram presas, torturadas, inclusive eu dedico meu trabalho a Zuzu Angel (1921-1976) [estilista brasileira, mãe do militante político Stuart Angel Jones], que é uma mulher que eu conheci, que foi nossa amiga e que o seu filho Stuart foi torturado, morto pela ditadura e ela queria só resgatar o corpo dele pra poder enterrá-lo, então nós não estamos distantes. Eu me sinto contando essa história muito próxima da realidade brasileira”, avalia. Usando como exemplo uma fala da própria personagem durante a peça, Marieta declara: “Eu quero que através de mim esses fantasmas todos da minha geração falem”.


O secretário de Cultura, Jorge Portugal, com o diretor Aderbal-Freire Filho e a atriz Marieta Severo | Foto: Ailma Teixeira / Bahia Notícias

Aderbal ressalta que essa conexão parte do texto original do escritor franco-libanês Wajdi Mouawad, que já rendeu até longa-metragem indicado ao Oscar “Melhor Filme Estrangeiro” em 2011. “O teatro tem essa capacidade de falar de questões, de situações que são de todos os tempos, que tem essa universalidade. Como disse a Marieta, a peça se passa no Oriente Médio, na guerra civil, mas ao mesmo tempo ela tem uma ligação com o Ocidente porque a personagem fugiu pra um país que, supostamente, é o Canadá”, pontual o diretor. Com a guerra como plano de fundo da trama, Aderbal acredita que “Incêndios” joga luz sobre assuntos pouco pautados no país, como a situação dos refugiados. “Tem uma coisa curiosa porque, por exemplo, tem uma questão horrível hoje do ódio alimentado e que a peça fala, mas por outro lado, ela lembra de uma questão que, por causa de interesses, estamos muito fechados no Brasil e a gente não olha, que é a questão dos refugiados, das pessoas que procuram sociedades, que tem fugido pra Europa e tudo isso faz com que a peça, portanto, tenha essa atualidade nacional e internacional que a gente está olhando pouco pra ela”, destaca o diretor. Com curta temporada na cidade, a peça terá duas apresentações no Teatro Castro Alves, neste sábado (16), às 20h, e domingo (17), às 19h (leia mais aqui).

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

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