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operacoes sombras da mata ii e teko pora ii
Três homens, dois deles foragidos da Justiça, já foram presos durante as operações Sombras da Mata II e Tekó Porã II deflagradas na manhã desta terça-feira (17) na região de Barra Velha, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. Um fuzil e munições também foram apreendidos nas ações.

Acusados estavam foragidos / Foto: Reprodução / Redes Sociais

Foto: Reprodução / Redes Sociais
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), os três presos eram procurados por diversos crimes, o que inclui invasão de terras, porte ilegal de arma de fogo, homicídios, ameaça, esbulho possessório, cárcere privado, tentativa de homicídio e roubo de veículos, maquinários agrícolas e equipamentos eletrônicos.
Conforme o g1, os homens detidos foram identificados como os caciques Gerdion Santos do Nascimento, de 51 anos, e Welington Ribeiro de Oliveira, conhecido como Suruí Pataxó, que já tinha sido preso em setembro de 2025. Wellington foi encontrado com um fuzil, um carregador e munições. O terceiro preso foi identificado como Tauan Gasparino de Paula. Ele respondia em liberdade por homicídio, roubo e tráfico de drogas desde que deixou o Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, em maio de 2023, quando foi liberado mediante alvará de soltura.
As ações contam com participação da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública, além da SSP-BA através das polícias Militar, Civil e Técnica, além do Corpo de Bombeiros Militar.
Durante as diligências, as equipes também localizaram um carregador e munições. As forças de segurança informaram que as operações continuam na região, com o cumprimento de novas ordens judiciais e a intensificação de ações preventivas. (Atualizado às 8h23)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.