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operacao severus
A prefeitura municipal de Gongogi, no Médio Rio de Contas, informou em nota que "recebeu com tranquilidade as informações referentes à Operação Severus", deflagrada pela Polícia Federal (PF) e Controladoria Geral da União (CGU) nesta quinta-feira (13).
?? PF e CGU vai à casa de prefeito de Gongogi durante cumprimento de mandado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 13, 2026
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No comunicado, a administração municipal disse que "reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos" e afirmou que o "Município está à disposição dos órgãos responsáveis para colaborar com as investigações, prestar todos os esclarecimentos necessários e apresentar os documentos que forem solicitados".
A prefeitura declarou também que "confia no trabalho das instituições e acredita que os fatos serão devidamente esclarecidos no decorrer da apuração" e acrescentou que "os serviços públicos e o atendimento à população seguem funcionando normalmente".
A Operação Severus apura um possível esquema de fraudes em contratações públicas no município de Gongogi, no Médio Rio de Contas. A ação, feita pela PF e a CGU, cumpriu 33 mandados de busca e apreensão em Gongogi e também em Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.
Entre os alvos está o prefeito de Gongogi, Adriano Mendonça (Avante), que aparece em um vídeo registrado na manhã desta quinta. A operação é a segunda fase da Operação Pacto Infame.
O prefeito de Gongogi, Adriano Mendonça, está entre os alvos de uma operação da Polícia Federal (PF), que investiga um possível esquema criminoso envolvendo fraudes em contratações públicas no município, localizado no Médio Rio de Contas. A operação desta quinta-feira (13), nomeada de “Severus”, foi deflagrada pela PF junto a Controladoria-Geral da União (CGU), como parte da segunda fase da Operação Pacto Infame.
?? Prefeito está entre alvos de operação da PF contra fraudes em licitações em Gongogi
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 13, 2026
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A investigação apura a possível atuação de uma organização criminosa dentro da administração municipal, com participação de agentes públicos e particulares. Segundo a PF, o grupo teria envolvimento em fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.
A principal suspeita é de irregularidades como o direcionamento de licitações, uso de documentos falsos, simulação de procedimentos administrativos e pagamentos por serviços que não foram realizados ou foram executados parcialmente.
Os investigadores também apuram a movimentação dos valores supostamente desviados por meio de pessoas interpostas e empresas. Ao todo, estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Também foram determinadas medidas cautelares patrimoniais, com bloqueio e indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens até o limite de R$ 2 milhões.
Além de Gongogi, as ações ocorrem em Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (13) a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, para aprofundar as investigações sobre um possível esquema criminoso envolvendo contratações públicas no município de Gongogi, no Médio Rio de Contas.

Foto: Reprodução / Ubatã Notícias
Ao todo, são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
Além de Gongogi, as ações ocorrem em Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis. A investigação apura a possível atuação de uma organização criminosa dentro da administração municipal, com participação de agentes públicos e particulares.
Segundo a PF, o grupo teria envolvimento em fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro. Entre as suspeitas investigadas estão o direcionamento de licitações, uso de documentos falsos, simulação de procedimentos administrativos e pagamentos por serviços que não foram realizados ou foram executados parcialmente.
Os investigadores também apuram a movimentação dos valores supostamente desviados por meio de pessoas interpostas e empresas. Além de documentos e equipamentos eletrônicos, a decisão judicial autorizou a apreensão de dinheiro em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados.
Também foram determinadas medidas cautelares patrimoniais, com bloqueio e indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens até o limite de R$ 2 milhões. O material apreendido será analisado pela PF e a CGU.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.