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operacao sao nicolau 2
Um homem voltou a ser preso acusado de vender material de pornografia infantojuvenil em uma operação da Polícia Federal (PF) no Extremo Oeste baiano. O acusado foi detido na manhã desta quarta-feira (12) em São Desidério, durante a Operação “São Nicolau 2”.
Em 2023, ele havia sido preso na primeira fase da “São Nicolau”. Ainda foram cumpridos mandados de busca em São Desidério e em Barreiras, na mesma região. O material apreendido servirá para obtenção de elementos complementares de provas.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Segundo a Polícia Federal (PF), as investigações revelaram o compartilhamento de material pornográfico infantojuvenil por meio de redes sociais, entre pessoas de diversas nacionalidades. Com isso, o autor foi identificado e a apuração constatou a venda, o compartilhamento e a disponibilização dessas imagens e vídeos em plataformas de “mídia social”.
O suspeito vai responde pelos crimes de venda, produção, divulgação e armazenamento de cenas de abuso sexual infantojuvenil, conforme previsão legal no Estatuto da Criança e do Adolescente. Se condenado, as penas somadas podem alcançar mais de 26 anos de reclusão.
Quando foi preso em 2023, a acusação era de estupro de vulnerável, produção, armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantil, mas se encontrava em liberdade provisória.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.