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operacao radicula
A Polícia Federal (PF) deflagrou duas operações na manhã desta terça-feira (23) no Norte baiano. As ações ocorrem em Juazeiro e Sobradinho. Na operação Raízes de Papel 2, os agentes combatem um grupo responsável por concessões indevidas em benefícios previdenciários, nas duas cidades baianas, além do Rio de Janeiro(RJ).

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Conforme a PF, as investigações revelaram que uma advogada, que já havia sido alvo da primeira fase da operação Raízes de Papel, se valia de um gerente do INSS para facilitar as transações internas no órgão.
Ao longo das investigações, foi constatado que os suspeitos se serviam de pagamentos indevidos a servidores públicos, bem como se utilizavam de expedientes, a fim de ocultar bens e valores, bem como promovendo a lavagem de capitais.
Nessa operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares como afastamento de servidor público e uso de monitoramento eletrônico da advogada. A defensora também teve o passaporte retido e está proibida de se ausentar do país, de entrar em agências do INSS e de atuar em causas previdenciárias. Também foram apreendidos 5 veículos; 4 celulares; R$ 15,7 mil; 1 notebook; e 2 HDs externos.
OPERAÇÃO RADÍCULA
No âmbito da Raízes de Papel, a PF deflagrou também nesta terça a Operação Radícula. A ação resultou na prisão preventiva de um homem em Sobradinho, por acusação de abuso sexual infantil contra uma criança da convivência do acusado.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a corporação, na análise do material apreendido na operação Raízes de Papel, os agentes encontraram vasto material de abuso sexual infantil, além de conversas em que o homem preso tentava aliciar menores por meio de aplicativos de jogos.
A PF também declarou que após ganhar a confiança da criança, o acusado conseguia algum tipo de relação ou obtinha imagens íntimas da vítima.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcinho Oliveira
"Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos".
Disse o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) ao usar as redes sociais no início da tarde desta quarta-feira (1°) para se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF).