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operacao mercador
A Polícia Civil da Bahia (PC-BA) deflagrou, na manhã desta segunda-feira (28), a Operação Mercador, contra uma organização criminosa investigada por adquirir e comercializar ilegalmente armas de fogo. Segundo as investigações, o grupo utilizava documentos fraudulentos para obter registros de CAC e viabilizar a aquisição dos armamentos.
A ação cumpre mandados de prisão e 25 mandados de busca e apreensão em quatro estados: na Bahia, com diligências em Salvador e Lauro de Freitas; no Rio de Janeiro, na capital e em Niterói; no Ceará, em Fortaleza e Icapuí; e no Rio Grande do Sul, em Santa Maria.
As investigações apontam que o grupo utilizava documentação fraudulenta para obter o Certificado de Registro (CR) de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC). Com o registro, os integrantes adquiriam armas de fogo que eram posteriormente destinadas à comercialização ilegal.
Segundo a Polícia Civil, a estrutura investigada contava com divisão de tarefas para aquisição, circulação e venda clandestina dos armamentos. A Operação Mercador também identificou indícios de lavagem de capitais relacionada à atividade criminosa.
Ainda conforme a apuração policial, parte das armas comercializadas ilegalmente era destinada a organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e outros crimes violentos. A rede de compra e venda de armamentos foi descoberta após materiais relacionados ao esquema investigado terem sido posteriormente apreendidos em poder de integrantes de outras organizações criminosas.
A ação é conduzida pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME), unidade vinculada ao Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO), com apoio operacional do Departamento de Repressão e Combate ao Narcotráfico (DENARC), do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), do Departamento de Inteligência Policial (DIP) e do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.