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operacao laksya
A Operação Laksya, deflagrada na manhã desta quarta-feira (15), contra um grupo familiar de Euclides da Cunha e Ribeira do Pombal, já apreendeu cerca de R$ 12 milhões em notas promissórias e mais de R$ 700 mil em espécie. A quadrilha é investigada por práticas de extorsão, lavagem de dinheiro e usura. Os crimes teriam ocorrido desde 2015 (saiba detalhes do caso aqui).
A investigação contou com o apoio do Centro de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil e da Força-Tarefa da Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública (Coger).

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Criminal de Euclides da Cunha. O objetivo é reunir provas contra uma suposta organização criminosa formada por familiares. (Atualizada às 17h28)
Uma operação foi deflagrada contra um grupo familiar com atuação em Euclides da Cunha e Ribeira do Pombal, no Nordeste baiano, nesta quarta-feira (15). A quadrilha é investigada por práticas de extorsão, lavagem de dinheiro e usura. Os crimes teriam ocorrido desde 2015.
Para atingir os objetivos, eles faziam ameaças de morte à mão armada e cobravam pagamentos de sucessivos empréstimos, com juros exorbitantes, em valores que chegam até R$ 150 mil, informou o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-BA).
Ainda segundo a investigação, os sete investigados teriam exigido, inclusive, a entrega de imóveis como forma de pagamento. Há indícios de que os delitos são praticados com divisão e orquestração de tarefas, o que caracteriza o crime de organização criminosa.
A operação foi denominada de Laksya, termo que vem do sânscrito, antiga língua indiana, e significa alvo ou objetivo. A palavra ainda dá origem ao nome da deusa hindu, Lakshmi, que representa fortuna e prosperidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.