Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
operacao forja clandestina
Um homem foi preso por suspeita de ser integrante de um grupo criminoso que produzia armas de fogo em Salvador. O investigado foi alvo da Operação Forja Clandestina, que levou sua prisão no bairro de Piatã, na manhã desta sexta-feira (6).
Segundo as investigações, a organização efetuava compras de simulacros por meio de plataformas digitais e os transformava em armas de fogo por meio da substituição do mecanismo interno.
O investigado é apontado como um dos principais responsáveis pela confecção de armas artesanais do tipo submetralhadoras semiautomáticas, que utilizavam calibre 9 mm. O material era fornecido a organizações criminosas especializadas em tráfico de drogas, roubos, extorsões mediante sequestro e homicídios.
A prática ocorria há pelo menos dois anos, período em que foram fabricadas mais de 170 submetralhadoras artesanais.
Na fase inicial da operação, foram cumpridos dois mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão. Dois investigados foram presos no bairro de Itinga, em Lauro de Freitas. Eles são apontados como responsáveis pelo local onde funcionava parte do esquema criminoso, juntamente com uma mulher.
As diligências seguem em andamento, com o objetivo de localizar outros envolvidos na prática. O suspeito preso nesta sexta-feira passou pelos procedimentos de praxe e segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.