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operacao colecionador
Dois homens suspeitos de estarem envolvidos na morte do motorista por aplicativo Weverton Antônio dos Santos foram presos durante a manhã deste sábado (19) após operação integradas das forças de segurança. Weverton foi morto e esquartejado em maio deste ano, em Eunápolis.
A ação, nomeada de Operação Colecionador, teve como alvo um grupo criminoso suspeito de tráfico de drogas e homicídios na região do extremo sul da Bahia.
Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva contra um homem, flagrado com imagens de mortes praticadas pela organização. Outro investigado também foi preso em flagrante. Os policiais apreenderam porções de maconha e munições.
Ao todo, quatro pessoas responsáveis pelo homicídio do motorista por aplicativo foram presos em ações policiais. Os acusados permanecem à disposição do Poder Judiciário. Os mandantes do assassinato também já tiveram suas prisões decretadas pela Justiça.
A Operação Colecionador contou com a participação da Força-Tarefa da Polícia Federal em Porto Seguro, da 1ª Delegacia Territorial de Eunápolis, da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Eunápolis, da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), do Comando de Policiamento Regional Extremo Sul da PM, do BOPE, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPBA) e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.