Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
operacao colecionador
Dois homens suspeitos de estarem envolvidos na morte do motorista por aplicativo Weverton Antônio dos Santos foram presos durante a manhã deste sábado (19) após operação integradas das forças de segurança. Weverton foi morto e esquartejado em maio deste ano, em Eunápolis.
A ação, nomeada de Operação Colecionador, teve como alvo um grupo criminoso suspeito de tráfico de drogas e homicídios na região do extremo sul da Bahia.
Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva contra um homem, flagrado com imagens de mortes praticadas pela organização. Outro investigado também foi preso em flagrante. Os policiais apreenderam porções de maconha e munições.
Ao todo, quatro pessoas responsáveis pelo homicídio do motorista por aplicativo foram presos em ações policiais. Os acusados permanecem à disposição do Poder Judiciário. Os mandantes do assassinato também já tiveram suas prisões decretadas pela Justiça.
A Operação Colecionador contou com a participação da Força-Tarefa da Polícia Federal em Porto Seguro, da 1ª Delegacia Territorial de Eunápolis, da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Eunápolis, da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), do Comando de Policiamento Regional Extremo Sul da PM, do BOPE, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPBA) e da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.