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operacao cao de faro ii
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) desarticulou diferentes esquemas de transporte de produtos ilícitos durante a quarta-feira (4), em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. As apreensões ocorreram durante a Operação Cão de Faro II, realizada na BR-116, onde o uso de cães treinados foi decisivo para localizar materiais escondidos.
Segundo informações confirmadas pelo Achei Sudoeste, parceiro regional do Bahia Notícias, em uma das abordagens, os agentes fiscalizaram um ônibus que viajava do Mato Grosso do Sul para Sergipe. No compartimento de carga, foram encontradas "canetas emagrecedoras" sem nota fiscal ou receita médica.
O material apresentava riscos sanitários graves: estava em uma caixa de isopor com refrigeração insuficiente e as embalagens não possuíam registro na Anvisa, apresentando informações apenas em língua estrangeira. O responsável foi detido e pode responder por crime relacionado à falsificação ou alteração de produtos medicinais.
Ainda durante a manhã, a PRF parou um carro de passeio. Após uma busca detalhada, os policiais acharam um revólver calibre 38 carregado com cinco munições. A arma estava enrolada em uma roupa ao lado do banco do motorista.
O condutor afirmou ser investigador particular, mas, como não tinha autorização legal para o porte de arma, foi preso e levado à Polícia Civil.
O faro dos cães policiais também foi essencial na inspeção de um ônibus que vinha de São Paulo para a Bahia. Embora o motorista afirmasse que levava apenas uma "mudança", os cães sinalizaram positivamente para caixas de encomendas. Dentro delas, os agentes acharam:
- 2 réplicas de revólveres (simulacros);
- 6 munições reais de calibre 38;
- 147 cigarros eletrônicos (vapes) e fluídos de recarga.
Os dispositivos eletrônicos tinham como destino cidades baianas como Mutuípe, Santo Antônio de Jesus e Castro Alves. Como a venda e o transporte desses produtos são proibidos no Brasil pela Anvisa, o material foi enviado à Receita Federal e o caso registrado como contrabando.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.