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operacao caixao digital
Em meio a Operação Caixão Digital, deflagrada nesta quinta-feira (5), agentes da polícia prenderam um dos principais suspeitos de liderar uma organização criminosa em Monte Santo, na região sisaleira. Ainda na mesma situação ocorreu um bloqueio de quase R$ 1 milhão em ativos.
A força-tarefa mobilizou agentes de outros estados além da Bahia, como polícias civis de São Paulo e Minas Gerais, além da Polícia Militar mineira. O foco da investigação é o combate ao tráfico de drogas, associação criminosa e, principalmente, a lavagem de capitais. Foram cumpridos, ao todo:
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09 mandados judiciais (entre prisões e buscas);
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06 mandados de busca e apreensão em cidades como Atibaia, Uberlândia, Araguari e Monte Santo;
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R$ 800 mil bloqueados por ordem judicial nas contas dos investigados.
O principal alvo da operação, apontado como o líder do grupo na região de Monte Santo, foi localizado e detido em Uberlândia, onde foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um temporário contra ele.
Ao mesmo tempo, no presídio de Juazeiro, no norte do estado, foi notificado um novo mandado de prisão contra outro integrante já custodiado pelo crime de tráfico. Durante as buscas nos endereços ligados ao grupo, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, aparelhos celulares e porções de cocaína.
Todo o material será submetido à análise pericial e extração de dados. A operação contou com a participação da 25ª COORPIN/Euclides da Cunha, Delegacias de Monte Santo, DIRPIN Norte, e unidades especializadas das polícias de Minas Gerais e São Paulo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.