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ong cao de rua
A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (21), o suspeito de espancar a pauladas um cachorro no município de Itaberaba, região da Chapada Diamantina. O acusado, identificado como Nivaldo Jesus Santana, foi encontrado na zona rural da cidade e encaminhado até a unidade policial, onde o mandado foi cumprido.
O crime aconteceu na Praça JJ Seabra, no centro do município, na noite de terça-feira (13). No dia seguinte, uma ocorrência foi registrada na delegacia e uma câmera de segurança flagrou o momento. Ele golpeou o animal pelo menos oito vezes.
A sua prisão preventiva foi decretada nesta terça-feira (20) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) após decisão do juiz Sidival Santos Souza. A defesa do agressor disse que vai recorrer à sentença, alegando que o fato não foi aleatório, mas em reação a dois acontecimentos. Conforme relato, o suspeito disse que o mesmo cachorro mordeu o filho dele e no dia do ocorrido, o animal ainda teria mordido o próprio Nivaldo em cinco partes do corpo diferentes.
O animal foi resgatado pela ONG Cão de Rua que o encaminhou para a clínica veterinária ProBicho. Conhecido como Duke, o cachorro teve um trauma crânio encefálico em decorrência dos golpes sofridos na cabeça, além de politraumatismo e alterações metabólicas. O último boletim divulgado aponta que Duke tem um quadro estável e os exames comprovaram a ausência de fraturas, mas tem indicativo de doença renal. Ele será levado a Salvador para uma consulta com neurologista nesta quarta-feira (21).
A ONG Cão de Rua promove uma campanha para arrecadação de recursos que serão destinados ao tratamento de Duke. Maiores informações pelo instagram @ongcaoderua_itaberaba .
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).