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Os empresários Léo Góes e Neto Sandes, do Grupo On Line Entretenimento e Crown Produções Artísticas, anunciaram uma grande parceria que promete movimentar a indústria do show business.
De acordo com as empresas, a colaboração, formalizada na quarta-feira (4), irá "gerir e administrar artistas e produções culturais, aproveitando a expertise e influência de ambas as empresas".
O Grupo On Line se destaca como uma das protagonistas na realização de eventos, representações artísticas e gestão de alimentos e bebidas na Bahia. A empresa é responsável pelo Jorge e Mateus Único na capital, além do Villa Garden. A On Line ainda representa nomes como Luan Santana, Simone Mendes, Nattan, Xand Avião e outros grandes artistas com impacto no cenário nacional.
Já a Crown Produções, é especializada em vendas de shows para todo o Brasil e vem se destacando através dos seus resultados, além de se destacar, também, na realização de eventos e gerenciamento de carreira, tendo no catálogo artistas como Alcymar Monteiro, Solange Almeida, Danniel Vieira, Kart Love, Robyssão, EdCity e mais.
Quando se fala em shows internacionais no Brasil, quem mora em Salvador, na Bahia, precisa, na maioria das vezes, se deslocar para o eixo Rio-São Paulo. Detentor de um dos maiores Carnavais do país, a capital baiana costuma ficar para trás quando o assunto é receber artistas internacionais para shows.
Na quarta-feira (21), durante o Finance Day, evento realizado pelo BP Money e pelo BN Hall, no Bistrot Trapiche Adega, empresário Léo Goes, CEO da On Line Entretenimento, comentou, em entrevista ao BN Hall, sobre como o mercado atual tem passado por uma transformação. “A gente tinha muitos grandes eventos constantemente, diminuiu isso e muito, para eventos menores. Eu acho que é uma adaptação de mercado mesmo, a gente vive um problema mais econômico. A gente tem hoje uma escolha melhor do público, que está escolhendo o que ele quer, que está mais assertivo e quer experiências novas”, iniciou.
“A gente ainda não consegue trazer para Salvador muitas experiências por causa dos valores de nossos tickets, que são baixos demais para a gente proporcionar o que o público quer hoje. Mas ao mesmo tempo a gente tem que se adequar ao mercado. Não é simples não, mas a gente vai vendo que agora o mercado está se adaptando”, pontuou.
Com o tema "Por trás das cortinas do show business", o encontro reuniu importantes nomes do setor de entretenimento para debater as nuances do mercado, negócios e investimentos. O empresário Dody Sirena, que possui uma vasta experiência na organização de grandes espetáculos, ponderou sobre o papel geográfico e estratégico da capital baiana.
“Eu tive o privilégio de trazer para Salvador tantos shows, Luciano Pavarotti, Beyoncé, Ray Charles, enfim, tantos nomes. Então a Bahia faz parte desse contexto, não só da geração de tantos artistas maravilhosos do Brasil para o mundo, mas a vinda desses grandes nomes do mundo internacional, passando pela Bahia também, de uma certa forma desperta no público e nos artistas locais, uma responsabilidade de fazer cada vez melhor”, opinou Dody.
Questionado sobre o que falta para Salvador receber mais eventos internacionais, Dody afirmou que esse é um processo que deve acontecer naturalmente. “Claro que tem um posicionamento geográfico. Salvador isoladamente, não seria como nenhuma cidade do Brasil isoladamente a trazer um artista, exceto São Paulo. Mas, aqui, Salvador está na rota de artistas indo para os Estados Unidos, Europa, voltando, tanto que a gente já trouxe tantos artistas para cá, então acho que encontros como esse [Finance Day] é que está de uma certa forma proporcionando esse despertar dos investidores e dos players do mercado”, concluiu Dody.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.