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olympia brasil
O baiano Rodrigo Pantera, natural de um povoado em Brejões, no interior da Bahia, escreveu um novo capítulo na história do fisiculturismo brasileiro no último sábado (18). O atleta foi o grande destaque da quinta edição do Mr. Olympia Brasil, onde conquistou o título da categoria amadora Classic Physique Open C e, em seguida, levou o título geral (Overall), garantindo o cobiçado Pro Card — certificado que o torna oficialmente um atleta profissional da IFBB (Federação Internacional de Fisiculturismo & Fitness), a principal entidade do esporte no mundo.
Antes da fama e dos troféus, Pantera teve uma trajetória marcada pela luta e pela superação. Trabalhou como feirante, pedreiro e repositor de mercado, até encontrar na musculação uma forma de melhorar a saúde. O que começou de maneira despretensiosa tornou-se um projeto de vida — e, com o tempo, uma inspiração nacional.
Agora, com o Pro Card em mãos, Pantera mira o cenário internacional e já sonha com um duelo contra o acreano Ramon Dino, um dos maiores nomes da Classic Physique mundial.
Para os brasileiros que almejam seguir o mesmo caminho, a IFBB exige que o atleta conquiste um título em um campeonato amador na categoria Open e tenha participado de um regional nos últimos 365 dias. Somente assim é possível competir em eventos nacionais e, posteriormente, ingressar nos torneios profissionais sob chancela da National Physique Committee (NPC).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.