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oliver stone
O diretor norte-americano Oliver Stone negou que o documentário “Lula”, lançado em 2024, tenha recebido qualquer tipo de financiamento do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A manifestação ocorreu após a divulgação de mensagens e áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e Vorcaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em nota à Folha de São Paulo, os produtores do documentário afirmaram que não houve “quaisquer recebimentos de recursos, investimentos, patrocínios ou contribuições” ligados a Vorcaro, ao Banco Master ou empresas associadas ao empresário. A equipe também informou que poderá adotar medidas judiciais contra informações consideradas falsas.
O filme dirigido por Stone e Rob Wilson retrata a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco no período entre a prisão do petista, em 2018, e a volta ao Palácio do Planalto em 2022.
O cineasta norte-americano Oliver Stone, que esteve à frente de filmes como "Snowden: Herói ou Traidor" (2015) e "Assassinos por natureza" (1994), irá estrear na direção de séries de TV. De acordo com informações da colunista Patricia Kogut, em O Globo, o diretor se juntou à produtora Weinstein Television para trabalhar no seriado ficcional “Guantanamo”. A atração será focada nos detentos da controversa prisão, alvo de organizações de direitos humanos por adotar práticas de tortura. Ainda segundo a publicação, a série foi criada por Daniel Voll e sua exibição deve ser negociada nas próximas semanas.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.