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Uma sexta-feira marcada por acidentes em Milão-Cortina gerou preocupação entre o público durante as quartas de final dos 1.500 metros da patinação de velocidade em pista curta. A patinadora Kamila Sellier sofreu uma queda, sendo atingida no rosto pela lâmina do patim da adversária Kristen Santos-Griswold, durante a disputa da prova. Confira o momento:
JO 2026 | La Polonaise Kamila Sellier (25 ans) a été grièvement blessée au visage par une lame lors du 1500m short-track pic.twitter.com/N5eUcEDzDM
— 75 Secondes ????? (@75secondes) February 21, 2026
De acordo com a federação polonesa de patinação, a lâmina passou a milímetros do olho esquerdo da atleta. Kamila recebeu atendimento ainda na arena tendo sido encaminhada ao hospital. Apesar de seguir internada em observação, o estado de saúde é considerado estável. A atleta sofreu uma pequena fratura no osso zigomático, região do crânio localizada na bochecha, e passou por um procedimento cirúrgico.
Em nota oficial, a federação informou que a patinadora permanecerá em observação hospitalar por protocolo em casos de traumatismo craniano. “Kamila certamente permanecerá no hospital em observação, procedimento padrão em casos de traumatismo craniano”, diz o comunicado.
O acidente causou comoção no local da competição. Após o atendimento e a retirada da atleta em maca, a prova foi retomada somente depois da limpeza da pista pelos voluntários. A medalha de ouro nos 1.500 metros ficou com a sul-coreana Kim Gilli.
De acordo com informações da BBC, a jovem patinadora de 25 anos foi submetida a uma cirurgia.
“Sei que um dia olharei para esta foto e lembrarei que sou mais forte do que jamais acreditei”, publicou Sellier no Instagram na manhã deste sábado (21). “Obrigada por todas as palavras de apoio, só queria que vocês soubessem que estou muito bem”, finalizou.
A brasileira Bruna Moura concluiu a prova dos 10 km do esqui cross-country nas Olimpíadas de Inverno, realizadas em Milão-Cortina, e terminou na 99ª colocação, com o tempo de 30min56s9. Apesar de não alcançar o pódio, a atleta se emocionou ao cruzar a linha de chegada. A outra representante do Brasil, Eduarda Ribera, abandonou a disputa em técnica livre antes da metade do percurso, próximo aos 5 km.
A competição reuniu 111 atletas. No pódio, a Suécia dominou as duas primeiras posições, com Frida Karlsson conquistando a medalha de ouro e Ebba Andersson ficando com a prata. O bronze ficou com a norte-americana Jessie Diggins, que completou a prova mesmo competindo com uma costela lesionada.
Bruna Moura foi a única brasileira a concluir a prova. Visivelmente exausta, ela completou o trajeto pouco depois dos 30 minutos de corrida, sob aplausos de torcedores brasileiros que acompanharam a chegada com bandeiras do país. Eduarda Ribera, por sua vez, não conseguiu finalizar a disputa.
Para Bruna Moura, a participação nos Jogos representa um marco pessoal. Em 2022, ela precisou abrir mão de competir nas Olimpíadas de Inverno de Pequim após sofrer um acidente de carro a caminho do aeroporto. Recuperada, a atleta conseguiu retomar o ciclo olímpico e, desta vez, concretizou a presença na principal competição do esporte mundial.
Um dos grandes destaques da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 foi o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen. Porta-bandeira do Time Brasil no Estádio San Siro, em Milão, o atleta chamou atenção ao desfilar com gingado, carisma e um visual especial da delegação brasileira — look que ele ajudou a idealizar.
Mesmo com a maioria do público presente formada por torcedores italianos, Lucas foi bastante aplaudido ao entrar em campo dançando com a bandeira do Brasil, transformando o momento em um dos mais comentados da cerimônia.
Após o desfile, o esquiador destacou a receptividade do público e a identidade cultural levada pelo Brasil ao evento.
“O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Em todos o canto do mundo o brasileiro consegue se sentir em casa, mesmo fora de casa. O brasileiro leva esse gingado para todos os cantos. Então quando o Brasil entra no estádio, mesmo quem não é brasileiro torce um pouquinho para a gente”, comentou Lucas.
Encerrada a participação na cerimônia, Lucas Pinheiro Braathen retoma imediatamente a preparação esportiva. Neste sábado (7), o atleta retorna para a Áustria, onde seguirá treinando longe dos holofotes da Olimpíada de Inverno, com foco total nas provas técnicas do esqui alpino.
Apontado como a principal esperança do Brasil por uma medalha inédita em Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas reconhece a pressão, mas encara o momento como uma oportunidade especial na carreira.
“É uma pressão grandona, honestamente. Estou representando mais de 200 milhões de brasileiros. Eu sou um atleta que tem a possibilidade de trazer essa medalha e isso é uma responsabilidade que eu carrego todo dia. Mas essa pressão é um privilégio. É um estado de pressão no qual você pode chegar no seu maior potencial. Que você pode brilhar. Então eu abraço essa pressão e tento canalizar essa energia para a minha performance”, afirmou o esquiador.
Lucas Pinheiro Braathen entra em ação em Milão-Cortina 2026 já na próxima semana. No dia 14 de fevereiro, o brasileiro disputa a prova do slalom gigante. Dois dias depois, em 16 de fevereiro, ele compete no slalom, uma de suas especialidades.
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 teve forte presença brasileira e momentos marcantes protagonizados pela delegação do país. O desfile do Brasil foi liderado pelo esquiador Lucas Pinheiro e pela sledder Nicole Silveira e ocorreu de forma inédita em quatro sedes diferentes: Milão, Cortina D’Ampezzo, Predazzo e Livigno.
???? É O BRASIL DO BRASIL! Delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno. #NevouNaGlobo pic.twitter.com/ENfc2PY4Ud
— SB (@SeriesBrasil) February 6, 2026
A passagem brasileira chamou atenção pela quebra de protocolo e clima descontraído, com direito a dancinha e gestos simbólicos durante o desfile. Além dos atletas, a ginasta Rebeca Andrade também participou da cerimônia ao carregar a bandeira olímpica no Estádio San Siro, em Milão, a convite do comitê organizador local.
Welcome back, Olympians! Eliud Kipchoge, Rebeca Andrade, Cindy Ngamba and Pita Taufatofua are among the bearers of the Olympic Flag ????#MilanoCortina2026 | #OpeningCeremony pic.twitter.com/si0eSzgbxF
— The Olympic Games (@Olympics) February 6, 2026
A edição de Milão-Cortina 2026 marca o início dos Jogos em que o Brasil chega com expectativa real de medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. Lucas Pinheiro, do esqui alpino, é considerado um dos principais candidatos ao pódio após uma temporada de destaque na Copa do Mundo da modalidade. Nicole Silveira, no skeleton, e o snowboarder Pat Burgener também aparecem entre os atletas com chances de bons resultados.
No Estádio San Siro, também conhecido como Giuseppe Meazza, Lucas Pinheiro entrou com a bandeira brasileira ao lado da esquiadora de cross country Bruna Moura. Durante o desfile, Lucas entregou a bandeira à companheira de equipe, em um gesto que simbolizou superação e emocionou o público.
Bruna Moura faz sua estreia em Jogos Olímpicos após enfrentar uma sequência de adversidades. Em 2022, sofreu um grave acidente de carro dias antes do embarque para os Jogos de Pequim. No ano seguinte, teve que lidar com uma toxoplasmose que a afastou das competições por quase um ano e provocou a perda de cerca de 25% da visão. A dupla foi acompanhada por Emilio Strapasson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG) e chefe da missão brasileira.
Já em Cortina D’Ampezzo, a delegação brasileira entrou em clima de festa. Liderados por Nicole Silveira, os atletas do bobsled Edson Bindilatti, Luís Bacca, Rafael Souza, Davidson de Souza e Gustavo Ferreira protagonizaram uma dancinha durante o desfile, arrancando sorrisos e aplausos.
Nas outras sedes, o Brasil também esteve representado. Em Predazzo, Eduarda Ribera e Manex Silva desfilaram ao lado dos oficiais Caio Freixeda, treinador, e Tatiana Freira, chefe da equipe. Em Livigno, os snowboarders Pat Burgener e Augustinho Teixeira representaram o país com direito a manobras acrobáticas, incluindo um mortal durante a apresentação.
As piras olímpicas foram acesas por lendas do esqui alpino italiano: Alberto Tomba e Deborah Compagnoni, em Milão, e Sofia Goggia, em Cortina D’Ampezzo, encerrando a cerimônia de abertura com homenagens à história do esporte de inverno na Itália.
A cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno está marcada para esta sexta-feira (6), mas as disputas já começaram na quarta (4), com os jogos de curling em duplas mistas. No primeiro dia de competições, uma falha no fornecimento de energia interrompeu a partida entre Grã-Bretanha e Noruega, realizada no Estádio Olímpico, na Itália.
O incidente ocorreu ainda na etapa inicial do confronto. Com o placar zerado e quatro pedras restantes para o encerramento do primeiro período, a iluminação do estádio foi desligada de forma repentina, paralisando a prova. A energia foi restabelecida em menos de um minuto, permitindo a retomada imediata da partida.
Construído em 1955 para os Jogos de Inverno de 1956, o Estádio Olímpico tem papel histórico no evento. Além de ter sediado a cerimônia de abertura e as competições de patinação artística naquela edição, o local também está programado para receber, 70 anos depois, a cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de Inverno.
A organização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 anunciou mais uma atração para a cerimônia de abertura. O perfil oficial do evento confirmou a participação da cantora italiana Laura Pausini, que se apresentará representando o país-sede. A artista se junta à norte-americana Mariah Carey, já anunciada anteriormente.
Com mais de 30 anos de carreira, Laura Pausini é um dos principais nomes da música italiana e possui reconhecimento internacional. Ao longo da trajetória, a cantora conquistou um Grammy, cinco Latin Grammys, um Globo de Ouro e recebeu uma indicação ao Oscar.
Mariah Carey foi o primeiro nome confirmado para a abertura, no mês passado. Em vídeo divulgado pela organização dos Jogos, a cantora antecipou detalhes de sua participação. Segundo o material oficial, a apresentação será “uma homenagem ao espírito italiano”, com referências a personalidades como Leonardo da Vinci e Giorgio Armani.
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno está marcada para o dia 6 de fevereiro de 2026 e será realizada no estádio San Siro, em Milão, casa de Inter de Milão e Milan. Pela primeira vez na história do evento, a abertura também terá transmissões simultâneas em outras três localidades: Cortina, Valtellina e Val di Fiemme.
A cantora Mariah Carey anunciou nesta segunda-feira (15), que vai fazer parte do show de abertura das Olimpíadas de inverno. A artista vai se apresentar para cerca de 60 mil pessoas no estádio San Siro, em Milão, na Itália, no dia 6 de fevereiro de 2026.
A americana deu uma dica de sua apresentação, que pouco tempo depois veio a ser confirmada, em um vídeo publicado nas redes sociais dos jogos de Milão-Cortina. Ainda existem poucas informações divulgadas sobre o show, mas será “uma homenagem ao espírito italiano”, enaltecendo figuras como Leonardo da Vinci e Giorgio Armani.
A cerimônia acontecerá no estádio San Siro, do Milan e da Inter de Milão, e pela primeira vez na história do torneio, o show de abertura vai ser realizado de forma simultânea em outros três locais: Cortina, Valtellina e Val di Fiemme.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sérgio Moro
"Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master".
Disse o senador Sérgio Moro (União-PR) durante a CPI do Crime Organizado do Senado e debater as possíveis convocações para a comissão.