Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
/
Tag

Artigos

Ana Angélica Rabello
Regulamento da profissão dos garis e margaridas e a nova jornada 5x2
Foto: Divulgação

Regulamento da profissão dos garis e margaridas e a nova jornada 5x2

Dois processos diferentes, mas que se intercalam com a luta por direitos fundamentais aos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. Primeiro, um assunto histórico que o SindilimpBA tem acompanhado de perto. Como coordenadora do sindicato, tenho a certeza que o governo Lula olhará com imparcialidade e ajudará de forma institucional. Falo inicialmente do PL 4146/2020, que regulamenta a profissão de gari e margarida e institui o piso salarial nacional dos trabalhadores de limpeza urbana. 

Multimídia

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Durante entrevista ao Projeto Prisma, no Bahia Notícias, nesta quinta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou que a chapa majoritária para as eleições deste ano já esteja definida. A declaração chega após o senador Jaques Wagner (PT) anunciar a chapa majoritária completa da base governista para a disputa das eleições de 2026.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

ods 18

Maioria das cidades da Bahia não conseguem garantir Igualdade Étnico-Racial, aponta relatório
Foto montagem: Reprodução / SEI / Bahia Notícias

Dados do relatório de 2025 pelo Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades — Brasil (IDSC-BR) referentes ao cumprimento do ODS 18 — Igualdade Étnico-Racial, mostram que mais da metade dos municípios da Bahia não consegue garantir igualdade étnica, sendo 240 deles classificados como baixa ou muito baixa.

 

Segundo os mesmos dados, outros 94 municípios alcançaram desempenho bom (Alto ou Muito alto) e 83 ficaram na faixa média. Esses números apontam uma realidade assustadora para o estado: em mais da metade das cidades da Bahia, pessoas negras e indígenas não têm, na prática, os mesmos direitos garantidos.

 

Segundo o relatório deste ano essas pessoas são mais vítimas de violência, enfrentam maiores taxas de mortalidade infantil e possuem menor representação nos órgãos de poder. O IDSC classifica os municípios em faixas que vão de muito alto (80 a 100), alto (60 a 79,99), médio (50 a 59,99), baixo (40 a 49,99) e muito baixo (0 a 39,99).

 

Os critérios incluem taxa de gravidez entre populações negras, distorção idade-série, desigualdade de renda, diferença na taxa de homicídios, homicídios juvenis, feminicídios, representatividade de vereadores negros e proporção da população negra vivendo em assentamentos subnormais.

 

A região metropolitana de Salvador, nordeste baiano e parte da costa do litoral baiano (Costa do Cacau e Costa do Descobrimento) tiveram os piores resultados regionais, enquanto os mais bem classificados foram no sudoeste do estado. Apesar de Salvador ter uma posição relativamente melhor no cenário nacional entre capitais, a cidade segue com baixa capacidade de garantir igualdade racial, com pontuação considera muito baixa no valor de 38,83. 

 

A Bahia apresenta forte desigualdade interna: há municípios com desempenho muito alto e outros entre os 50 piores do Brasil. O Bahia Notícias (BN) levantou os dados em um mapa ilustrativo, confira abaixo sua cidade:

 

Entre as melhores pontuações do estado estão: Urandi (93,41), Licínio de Almeida (89,93), Aiquara (88,89), Canápolis (88,89), Oliveira dos Brejinhos (86,15), Cardeal da Silva (85,90), Floresta Azul (83,51), Mirante (83,33), Catolândia (81,13) e Jussiape (80,59) — também foi bem Jaborandi (80,35).

 

Regionalmente, a Costa do Descobrimento teve os piores resultados, enquanto o Sul da Bahia apresentou alguns exemplos de pontuações razoáveis, embora quase nenhum município tenha ultrapassado 80 pontos no indicador.

 

Já entre os piores resultados aparecem Itacaré (14,42), Acajutiba (16,87), São Félix (17,88), Itabela (19,97), Barra do Choça (18,27), Antas (19,14), Itabela (19,97), Jandaíra 22,22) e Dário Meira (22,22). Outros municípios listados entre os piores (muito baixa) foram Itabuna, Eunápolis, Lauro de Feitas, Barreiras, Caravelas, Itamaraju, Ibirapitanga, Rodelas e Camacan.

 

PARA QUE SERVE?
Esse Objetivo de Igualdade Étnico-Racial foi proposto pelo governo federal em 2023 como complemento à Agenda 2030, que reunia até então os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

Ainda na Comissão Nacional dos ODS (CNODS), com composição paritária entre governo e sociedade civil, e a partir dela a Câmara Temática do ODS 18, responsável por orientar o plano de trabalho do novo objetivo.

 

A situação da Bahia revela grande desigualdade regional e sérios desafios. Apenas 11 cidades alcançaram classificação “muito alta”, com mais de 80 pontos, enquanto grande parte do território permanece com desempenho baixo ou muito baixo, indicando desafios estruturais na garantia da igualdade étnico-racial.

 

Na Bahia, a pontuação dos municípios variou bastante. Algumas cidades alcançaram posições de destaque; ainda assim é preciso destacar que foram poucas, 11 municípios obtiveram classificação “muito alta”, com mais de 80 pontos.

 

Dos 417 municípios baianos avaliados, apenas 2,65% alcançaram desempenho muito alto no ODS 18, enquanto 19,9% ficaram na faixa alta e outros 19,9% apresentaram desempenho médio. 

 

A maior parte do estado, porém, concentra-se nas piores classificações: 57,6% dos municípios da Bahia foram registrados com desempenho baixo ou muito baixo, evidenciando que mais da metade do território baiano ainda enfrenta sérias dificuldades para garantir a igualdade étnico-racial.

 

O outro ranking estabelecido pelo IDSC-BR que considera os 17 ODS, Jaborandi foi o município baiano com melhor resultado geral, embora tenha ocupado apenas a posição, 751° na classificação nacional. O pior desempenho no estado foi registrado por Ibirataia, que ficou na posição 5.456 de 5.570.

Itacaré está entre as dez piores cidades do Brasil em garantir Igualdade Étnico-Racial, aponta relatório
Foto montagem: Ronne Oliveira / Bahia Notícias

Dados do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades — Brasil (IDSC-BR) referentes ao ano de 2025, no comprimento do ODS 18 sobre Igualdade Étnico-Racial, mostram que a Bahia apresenta desafios regionais sérios em garantir os direitos dos grupos étnicos ainda mais em um contexto nesta quinta-feira (20), dia da consciência negra. Entre os piores resultados do país, Itacaré, município da Costa do Cacau, aparece com um resultado muito baixo.

 

Em um ranking de Igualdade Racial do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC) do ODS 18 (Igualdade Étnico-Racial), inédito nesta edição de 2025, vale lembrar que esse ODS foi proposto pelo governo federal em 2023 para complementar a Agenda 2030.

 

A classificação utilizada pelo IDSC segue os seguintes intervalos: muito alto (80 a 100), alto (60 a 79,99), médio (50 a 59,99), baixo (40 a 49,99), muito baixo (0 a 39,99) e informação não disponível, quando falta algum dado decisivo.

 

Entre os piores resultados, Itacaré aparece entre os 10 últimos do país com mais de 5.570 classificações. Com uma média classificada na faixa vermelha, como “muito baixa”, o município da costa baiana pontuou 14,42 de 100 pontos.

 

Confira a lista dos 10 piores resultados nacionais:

5561 — Campo Novo de Rondônia (RO): 10º pior desempenho no país.
5562 — Itacaré (BA): 9º pior desempenho; única cidade baiana entre as últimas dez.
5563 — Campos dos Goytacazes (RJ): 8º pior desempenho.
5564 — Juiz de Fora (MG): 7º pior desempenho.
5565 — Brejinho de Nazaré (TO): 6º pior desempenho.
5566 — Maceió (AL): 5º pior desempenho.
5567 — São Gotardo (MG): 4º pior desempenho.
5568 — Pinheiral (RJ): 3º pior desempenho.
5569 — Bicas (MG): 2º pior desempenho.
5570 — Sítio Novo (MA): pior cidade do Brasil no ODS de Igualdade Étnico-Racial.

 

Chama atenção a classificação baixa que algumas capitais nacionais tiveram. Entre os piores resultados nesse ODS está a capital Maceió, no estado de Alagoas. O Bahia Notícias (BN) mostrou que, ao observar a classificação das capitais brasileiras, Salvador teve a 3ª melhor classificação nacional, mesmo que com uma média muito baixa, de 38,84.

 

Para além das 10 piores cidades do Brasil no ODS 18, há também um alerta regional na Bahia. Segundo os resultados, Itacaré e vários outros municípios da Costa do Cacau estão entre os desempenhos mais baixos (<39,99) do país no indicador de Igualdade Étnico-Racial.

 

Por exemplo, Itacaré faz fronteira com 4 municípios na região, são eles: Aurelino Leal com média 32.79, Ubaitaba com 22.98, Maraú com 33.24 e por fim o único que conseguiu atingir uma classificação "mediana" Urucuça com 58.54. Até mesmo em cidades maiores na Costa do Cacau como Ilhéus não foram muito melhor, com a média 32.06. 

 

Sede dos poderes Executivo e Legislativo da cidade | Foto: Reprodução / Google Street View

 

COMO É FEITO?
O ODS 18 reúne 10 indicadores que avaliam a capacidade do país de garantir igualdade étnico-racial, e o IDSC avaliou as 5.570 cidades brasileiras em 2025, permitindo monitorar dados relacionados às questões raciais ao nível municipal.

 

Sendo um marco para o Brasil checar seus desafios, afinal até então, a Agenda reunia os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que orientam os países signatários rumo a um modelo de desenvolvimento baseado em pessoas, planeta, prosperidade, paz e parcerias.

 

No ODS 18, o IDSC considera critérios como:
– Diferença na taxa de gravidez na população negra;
– Distorção idade-série nos anos iniciais do ensino fundamental;
– Desigualdade de rendimento real;
– Diferença na taxa de homicídios;
– Homicídios juvenis;
– Feminicídios;
– Percentual de vereadoras e vereadores negros eleitos;
– Proporção da população negra vivendo em assentamentos subnormais.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Lero tentou arriscar, mas o tiro saiu pela culatra. Enquanto isso, parece que só o Cacique ainda tenta sustentar o discurso de chapa do amor. O Galego já parece mais interessado em Harry, enquanto o Correria teve que engolir um elogio pro Cacique. No fim das contas, o povo tem que lembrar que toda aposta tem um vencedor e um perdedor. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Geraldo Jr.

Geraldo Jr.
Foto: Matheus Landim/GOVBA

"Manda viralizar". 


Disse o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), ao solicitar em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). O conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. No aplicativo, ele aparece encaminhando uma mensagem com a legenda "manda viralizar" e o link de uma publicação.

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leo Prates nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leo Prates nesta segunda-feira
O deputado federal Leo Prates (PDT) é o entrevistado do Projeto Prisma na próxima segunda-feira (2). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

Mais Lidas