Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
oceanario
Retroescavadeira em ação, blocos e pedaços de concreto no chão. É um “quebra-quebra” no Circo Picolino, mas contrariando a possibilidade indicada pela prefeitura de Salvador não se trata do prometido oceanário e sim de uma reforma no local. A informação foi confirmada pelo próprio circo em vídeo publicado nas redes sociais.
O Picolino vai construir uma nova arquibancada e a demolição da antiga estrutura começou neste sábado (16). “Após algumas visitas técnicas e muito diálogo, optamos por demolir a antiga arquibancada e assim, abrir espaço para as novas possibilidades que estão por vir!”, informou o circo em um publicação no Instagram.
O Circo e Escola Picolino, espaço histórico para as artes circenses da capital, já revelou muitos nomes no setor em seus 38 anos de atuação na orla do bairro de Pituaçu. “Após anos sem reformas, o Picolino segue rumo aos 40 anos e pronto para, junto com cada um de vocês, viver novas histórias: únicas, emocionantes, eternas. Este não é o fim! Continuamos AQUI!”, diz a legenda da publicação.
O espaço tem atuado com apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, unidade vinculada à Secretaria de Cultura (Funceb/SecultBa), conta com um elenco de linguagens artísticas diversas - Alice Cunha, Any Gonçalves, Ed Carlos, Felipe Cerqueira, Lara Boker, Luana Tamaoki Serrat, Marcelo Galvão, Nina Porto, Pedro Silva e Yerko Haupt.
A prefeitura havia indicado que o local para implantação oceanário já estava em estudo e seria a área do Circo Picolino. A possibilidade foi levantada após tramitação projeto de desafetação na Câmara de Vereadores de Salvador (saiba mais).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.