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o menino e o girassol
A escritora baiana Ingrid Dragone lançou o livro infantil “O Menino e o Girassol – O ciclo da Vida e o Tempo das Coisas”, sendo a oitava obra da autora. Segundo ela, a história foi inspirada em um episódio vivido por seu filho. A proposta é contribuir para o diálogo entre adultos e crianças sobre finitude e encerramento de ciclos.
A narrativa trata de questões relacionadas ao luto, como saudade, tristeza, dificuldade de aceitação, variação de emoções e o processo de seguir adiante. O livro é direcionado ao público infantil e propõe uma abordagem do tema por meio de uma história ficcional baseada em experiência pessoal.
“Todos nós experimentamos lutos, fechamento de ciclos, durante toda a vida. Muitos deles nos causam desconforto, dor, desnorteamento e sensação de vazio. É difícil assimilar que algo ou alguém não fará mais parte da nossa rotina, no mundo palpável. ‘O Menino e o Girassol’ trata do tema com verdade, mas de maneira cuidadosa. É uma leitura essencial para crianças de 0 a 120 anos”, disse a autora, destacando que o livro já está sendo adotado por psicólogos que buscam trabalhar o tema em consultório com leveza, porém partindo de argumentos bem fundamentados.
Ilustrado por Paulo Lima, “O Menino e o Girassol” é a segunda obra independente de Ingrid Dragone e está à venda no site da autora.
SOBRE A AUTORA
Ingrid é bacharela em Letras, jornalista pós-graduada em Comunicação Mercadológica, palestrante e idealizadora do projeto “Infância Leitora” (aprovado pela Lei Aldir Blanc). Ingrid aborda, em seus livros, as habilidades socioemocionais e inclui, nas contações de histórias de suas obras, os conhecimentos que possui nas áreas de comunicação, teatro e dança.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.