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novela jesus
Paula Richard, a autora da novela “Jesus” da Record TV, decidiu enfrentar a emissora nos tribunais. Segundo o site Notícia da TV, a autora denunciou à justiça que ela e outros colegas de trabalho teriam sido vítimas de preconceito religioso dentro da emissora.
No processo, a escritora pede uma indenização de cerca de R$ 5,6 milhões. O site também divulgou alguns trechos do processo em que Paula apresenta suposta intolerância religiosa que ela sofreu da diretora da novela, Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo, que é dono do canal e líder da Igreja Universal.
Para defender sua acusação, de que foi demitida por não seguir a religião do dono da emissora, ela anexou ao processo falas de colegas que também passaram pela mesma situação. Ela também afirmou que Emílio Boechat, Camillo Pelegrini, Joaquim Assis e Cristianne Fridman.
Ela utilizou o depoimento que Boechat, que criticou publicamente a emissora em 2021, quando Cristiane Cardoso e a passaram a comandar a produção de novelas. “O que esperar de uma emissora que entregou a dramaturgia na mão de amadores cujo compromisso é apenas divulgar os dogmas de uma igreja específica? Tenho pena dos atores e demais profissionais que se submetem a essa humilhação porque precisam de dinheiro”, disse Emílio.
Paula contou na denúncia que respeita todas as religiões e que tentou fazer novelas sem focar em uma igreja específica. “Evidente que a autora nutre profundo respeito pela denominação religiosa dos donos da emissora em que laborou por tantos anos, mas esse respeito não foi recíproco”, afirma Paula.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.