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Artigos

Nelson Cadena
 A mãe da gula
Foto: Acervo pessoal

A mãe da gula

Andei revisitando os sete pecados capitais, os que o Papa Gregório I publicitou, dizem que inspirado nos oito pensamentos malignos que o monge Evágrio Póntico listou no século IV do cristianismo. Não com a intenção de corrigir meus erros, levar uma vida virtuosa. Já passei dessa fase. Alguns me parecem pecados, apenas no dia seguinte. Sei que o arrependimento é um ato de generosidade do tipo não vou pecar mais, juro! Pelo menos nesta semana. Na próxima, talvez, a depender da oportunidade. 

Multimídia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
O deputado estadual Adolfo Menezes opinou sobre o uso de emendas parlamentares e a contratação de grandes atrações em cidades do interior da Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o deputado afirmou ser contra o pagamento de altos valores em dinheiro em cidades pequenas. Na ocasião, ele citou como exemplo shows de cantores como Gustavo Lima e Wesley Safadão, que cobram valores superiores a R$ 1 milhão.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

nova zelandia

BN na Copa: Com as palavras de ordenação e inovação, Ásia e Oceania buscam surpreender na Copa do Mundo
Fotos: Divulgação/Fifa

A ampliação da Copa do Mundo de 2026, que será realizada em Estados Unidos, México e Canadá, marca uma inflexão importante para seleções da Ásia e da Oceania. Com o aumento de 32 para 48 participantes, as confederações Confederação Asiática de Futebol e Confederação de Futebol da Oceania passam a ter maior representatividade, alterando o peso competitivo de regiões historicamente periféricas no cenário mundial.

 

A AFC, que tradicionalmente contava com quatro ou cinco vagas, passa a ter oito classificações diretas, além de uma possibilidade adicional via repescagem intercontinental. Já a OFC, que nunca teve vaga direta garantida, assegura pela primeira vez um representante automático, além de também disputar a repescagem. A mudança reduz a dependência de confrontos eliminatórios contra seleções de outros continentes — historicamente um obstáculo para equipes da Oceania — e amplia o leque competitivo asiático.

 

No contexto das Eliminatórias, a Ásia confirmou um grupo diversificado de seleções para 2026. Entre elas, nomes tradicionais como Japão, Coreia do Sul, Irã e Arábia Saudita mantêm protagonismo, enquanto outras equipes consolidam crescimento recente, como Austrália — integrante da AFC desde 2006 — e Catar, que busca continuidade após sediar o Mundial de 2022.

 

O Japão chega como uma das seleções mais organizadas do continente, com forte presença de jogadores em ligas europeias e campanhas consistentes nas últimas Copas — disputou todas desde 1998, tendo alcançado as oitavas de final em quatro ocasiões, incluindo 2022. A Coreia do Sul, semifinalista em 2002, segue como potência regional e presença frequente — estará em sua 11ª participação consecutiva. O Irã, dominante nas Eliminatórias asiáticas, tenta superar a barreira histórica da fase de grupos, enquanto a Arábia Saudita busca repetir feitos como a vitória sobre a Argentina em 2022.

 

A Austrália, por sua vez, mantém regularidade desde que migrou para a AFC, tendo disputado as últimas cinco Copas (a mais recente em 2022, quando chegou às oitavas). Já o Catar vive um momento de reconstrução, após campanha abaixo das expectativas como anfitrião em 2022, sua estreia em Mundiais.

 

Outras seleções asiáticas aparecem como possíveis estreantes ou retornos relevantes, reflexo direto do aumento de vagas. Países como Uzbequistão e Jordânia, historicamente competitivos em nível continental, entram no ciclo com chances reais de classificação inédita, algo raro no formato anterior.

 

Na Oceania, a Nova Zelândia desponta como principal beneficiada. Tradicional dominante regional, a equipe disputou apenas duas Copas (1982 e 2010) e, até então, dependia de repescagens contra seleções mais fortes. Com a vaga direta assegurada à OFC, os neozelandeses chegam como favoritos naturais à classificação e podem retornar ao Mundial após 16 anos.

 

Jogadores da Nova Zelândia comemorando gol | Foto: Reprodução/Instagram (@nzallwhites)

 

O histórico de Ásia e Oceania em Copas do Mundo ainda é limitado quando comparado a Europa e América do Sul, mas registra avanços pontuais. A melhor campanha asiática segue sendo o quarto lugar da Coreia do Sul em 2002. Além disso, Japão e Coreia do Sul acumularam presenças frequentes em oitavas de final, enquanto seleções como Arábia Saudita (1994) e Austrália (2006 e 2022) também alcançaram essa fase.

 

Já a Oceania tem participação muito mais restrita: além da Nova Zelândia, apenas a Austrália — antes de migrar para a AFC — representou a região, com destaque para 2006, quando chegou às oitavas. Em termos históricos, nenhuma seleção da OFC venceu uma partida em fase eliminatória de Copa.

 

No cenário de 2026, algumas marcas podem ser quebradas. A Ásia pode atingir seu maior número de seleções em oitavas de final em uma mesma edição, impulsionada pelo aumento de vagas e pelo novo formato que permite a classificação de terceiros colocados. Há também a possibilidade de estreias inéditas e de ampliação do número de participações consecutivas de seleções como Japão e Coreia do Sul. Pela Oceania, a expectativa é de encerrar o longo jejum sem vitórias em Copas, caso a Nova Zelândia avance de fase.

 

O novo formato do torneio — com 12 grupos de quatro seleções — altera a dinâmica competitiva. Para equipes asiáticas e da Oceania, a possibilidade de avançar como uma das melhores terceiras colocadas reduz a pressão por campanhas quase perfeitas na fase inicial, algo que historicamente limitava essas seleções.

 

Na repescagem intercontinental, o ciclo para 2026 também evidenciou evolução. Seleções asiáticas tiveram desempenho competitivo contra adversários de outras confederações, refletindo maior equilíbrio técnico global. A presença ampliada nesses playoffs reforça o crescimento estrutural da AFC. Já a OFC, embora ainda enfrente limitações, ganha relevância ao participar de forma mais consistente do processo classificatório.

 

Para além do futebol, Ásia e Oceania carregam enorme diversidade cultural, que também se reflete no estilo de jogo. A Ásia reúne tradições milenares, com sociedades que valorizam disciplina, coletividade e organização — características frequentemente observadas em campo. Já a Oceania, composta por nações insulares e forte influência indígena e colonial, apresenta uma identidade esportiva marcada por intensidade física e resiliência.

 

A leitura do atual ciclo de preparação para a Copa de 2026 reforça que Japão e Coreia do Sul não apenas mantêm protagonismo asiático, mas chegam com gerações tecnicamente mais qualificadas e internacionalizadas — sobretudo pela presença massiva de jogadores em ligas europeias.

 

No caso japonês, o momento é considerado um dos mais promissores de sua história recente. A base da equipe que vem sendo utilizada ao longo das Eliminatórias e amistosos internacionais é formada por atletas que atuam em alto nível no futebol europeu, o que tem elevado o patamar competitivo da seleção. Nomes como Takefusa Kubo, destaque na Espanha, Kaoru Mitoma (ainda que eventualmente ausente por lesões), Daichi Kamada e Takumi Minamino formam a espinha dorsal ofensiva, combinando velocidade, mobilidade e capacidade de jogo entrelinhas.

 

No meio-campo, a seleção japonesa se estrutura a partir de Wataru Endo, que atua como elemento de equilíbrio e liderança tática — peça recorrente nas escalações do ciclo — ao lado de jogadores como Ao Tanaka. Já no setor defensivo, nomes como Ko Itakura e Takehiro Tomiyasu (quando disponível) sustentam uma linha defensiva mais sólida e adaptada ao ritmo europeu.

 

O ataque também apresenta variedade de opções, com Ayase Ueda, Daizen Maeda e Ritsu Doan frequentemente utilizados no ciclo recente. Esse conjunto de jogadores evidencia um Japão mais versátil taticamente, capaz de alternar entre posse de bola e transições rápidas — característica que se refletiu em resultados relevantes em amistosos contra seleções campeãs mundiais ao longo do ciclo, reforçando sua competitividade internacional.

 

De acordo com convocações recentes, a base da equipe tem sido relativamente estável, com presença recorrente de atletas que atuam em ligas como Premier League (Inglaterra), Bundesliga (Alemanha), La Liga (Espanha) e Ligue 1 (França), algo que diferencia essa geração de ciclos anteriores e amplia a experiência internacional do elenco.

 

Time titular da seleção japonesa antes de amistoso | Foto: Reprodução/Instagram (@japanfootballassociation)

 

Já a Coreia do Sul mantém uma estrutura mais consolidada em torno de lideranças técnicas e de um núcleo ofensivo bem definido. O principal nome segue sendo Son Heung-min, capitão e referência histórica da seleção, além de ser o jogador com mais partidas pela equipe nacional e um dos maiores artilheiros de sua história. Mesmo em um momento de questionamentos sobre desempenho, o próprio comando técnico reforça sua centralidade no grupo, tratando-o como “o coração da equipe” no atual ciclo.

 

Ao redor de Son, a Coreia do Sul construiu uma base ofensiva que aparece com frequência nas convocações, com nomes como Hwang Hee-chan, Lee Kang-in e Cho Gue-sung, além de opções mais jovens que vêm sendo integradas progressivamente ao elenco. Jogadores como Oh Hyeon-gyu e Yang Min-hyeok representam essa renovação ofensiva, aparecendo com regularidade em listas recentes.

 

No meio-campo, a equipe sul-coreana mantém um perfil dinâmico, com atletas que combinam intensidade física e capacidade de transição, enquanto a defesa ainda busca maior estabilidade — ponto que tem sido trabalhado ao longo dos amistosos preparatórios.

 

Assim, tanto Japão quanto Coreia do Sul chegam ao ciclo final pré-Copa com estruturas consolidadas, mas com características distintas: os japoneses apoiados em uma geração amplamente inserida no futebol europeu e em evolução coletiva, enquanto os sul-coreanos mantêm uma espinha dorsal mais experiente, liderada por Son, ao mesmo tempo em que promovem renovação gradual. Em comum, ambas refletem o avanço técnico do futebol asiático e chegam a 2026 com potencial real de protagonismo maior do que em edições anteriores.

 

Assim, a Copa de 2026 se desenha como a mais inclusiva da história para esses continentes. Mais do que ampliar números, o novo formato cria condições para que Ásia e Oceania deixem de ser coadjuvantes ocasionais e passem a ocupar, de forma mais consistente, espaços competitivos no cenário global do futebol.

Instituição de caridade pede desculpas após distribuir doces com metanfetamina
Foto: Divulgação

Na manhã desta quarta-feira (14) uma instituição de caridade na Nova Zelândia pediu desculpas por destruir doces com metanfetamina. 

 

A Auckland City Mission, que realiza doações de itens essenciais para neozelandeses em situação de fragilidade financeira. A ong informou que tomou conhecimento do caso na última terça-feira, quando alguns receptores questionaram o sabor do conteúdo. 

 

Uma crianças, um adolescente e um trabalho de caridade buscaram tratamento médico, mas já se encontravam em suas residências. Uma das guloseimas foi testada pela instituição de caridade New Zealand Drug Foundation, que descobriu que ele continha 3 gramas de metanfetamina potencialmente letal.

 

“Uma dose comum para engolir é entre 10-25 mg, então este pirulito contaminado continha até 300 doses”, disse a diretora-executiva da fundação, Sarah Helm. 

 

A polícia especula que os doces eram um subproduto de uma operação internacional de tráfico de drogas e pediu que eles fossem entregues às autoridades.

Conheça os estádios da Copa do Mundo Feminina de 2023
Foto: Divulgação / Fifa

A Copa do Mundo Feminina de 2023 será a primeira da história da modalidade a ser disputada por 32 seleções. Ao todo serão 64 partidas divididas em seis estádios da Austrália e quatro da Nova Zelândia, países sedes da competição.

 

A abertura do torneio acontece no Eden Park, dia 20 de julho, em Auckland, na Nova Zelândia, quando as anfitriãs enfrentam  a Noruega. A final da Copa será dia 20 de agosto, no Estádio Olímpico de Sydney, na Austrália.

 

A seleção brasileira, presente no Grupo F, fará todos os seus jogos na Austrália. Primeiro, dia 24 de julho, contra o Panamá, no Hindmarsh, depois contra a França, dia 29, no Perth Rectangular, e encerra a sua participação na fase de grupos no Melbourne Rectangular, dia 2 de agosto, contra a Jamaica.

 

Estádios na Austrália

 

Estádio Olímpico de Sydney (capacidade para 69.314 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Brisbane Stadium (capacidade para 46.851 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Sydney Football Stadium (capacidade para 38.841 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Melbourne Rectangular (capacidade para 24.870 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Perth Rectangular (capacidade para 13.932 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Hindmarsh (capacidade para 13.327 pessoas)


Foto: Divulgação FIFA

 

Estádios na Nova Zelândia

 

Eden Park (capacidade para 40.536 pessoas)


Foto: Divulgação FIFA

 

Wellington Regional (capacidade para 31.089 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Dunedin Stadium (capacidade para 24.243 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA

 

Waikato (capacidade para 16.271 pessoas)

 

Foto: Divulgação FIFA
 

Onde será a Copa do Mundo Feminina de 2023? Mundial terá dois países-sede
Foto: Divulgação / Fifa

A Copa do Mundo Feminina de 2023 será disputada em dois países. Austrália e Nova Zelândia sediarão o Mundial, que acontece entre os dias 20 de julho e 20 de agosto. 

 

A Austrália receberá jogos em seis estádios, enquanto a Nova Zelândia abrigará partidas em quatro. Abertura da Copa do Mundo será entre Nova Zelândia e Noruega, no dia 20 de julho, uma quinta-feira, às 4h no horário de Brasília, no estádio Eden Park, na cidade neozelandesa de Auckland. Já o australiano Estádio Olímpico de Sydney será palco da final do Mundial, no dia 20 de agosto, um domingo, às 7h no relógio brasileiro.

 

Quando ingressaram a candidatura para receberem a Copa do Mundo, Austrália e Nova Zelândia indicaram 13 estádios em 12 cidades diferentes. No entanto, em março de 2021, a Fifa anunciou a escolha definitiva observando mais o número mínimo exigido que seriam de 10 arenas. O projeto previa divisão igual entre os dois países.

 

Integrante do Grupo F, o Brasil jogará seus jogos da primeira fase na Austrália. A estreia da seleção brasileira será contra o Panamá, no estádio Hindmarsh, em Adelaide, no dia 24, uma segunda-feira, às 8h no horário de Brasília. Cinco dias depois, no sábado, às 7h, o desafio diante da França acontece no Brisbane Stadium, em Brisbane. Por fim, o selecionado encerra a primeira rodada medindo forças com a Jamaica, no dia 2 de agosto, uma quarta-feira, também às 7h, no Melbourne Rectangular, em Melbourne.

Quase livre da Covid-19, Nova Zelândia realiza show para mais de 50 mil pessoas
Foto: Reprodução / Instagram

A Nova Zelância comemorou o baixo número de infecções e a retomada da normalidade com um show da banda Six60 neste sábado (24), no estádio Eden Park, em Auckland. Realizado para um público de mais de 50 mil pessoas, a celebração foi o primeiro grande evento do país pós-pandemia do novo coronavírus (Covid-19). 

 

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram milhares de pessoas reunidas, sem máscaras ou necessidade de distanciamento social. "Mais de 50 mil fãs da Six60 para comemorar o início de uma nova era para o estádio nacional da Nova Zelândia", escreveu o Eden Park em seu perfil no Instagram.

 

 

O grupo que conduziu o show agradeceu aos espectadores com uma publicação em suas plataformas. "Que sonho, Eden Park. Para os livros de história. Obrigado a todos por tornarem isso possível".

 

Segundo a CNN Brasil, desde o começo da pandemia o país adotou medidas restritivas mais severas, a exemplo do lockdown, fechamento de fronteiras e outras restrições em suas principais regiões. A Nova Zelândia teve pouco mais de 2,5 mil casos de Covid-19 e 26 mortes até esta segunda-feira (26), apontam dados da Universidade Johns Hopkins. 

 

Em fevereiro deste ano, a primeira-ministro Jacinda Ardern anunciou um lockdown de três dias em Auckland, maior cidade do país, depois que três casos positivos para Covid-19 foram registrados pelas autoridades de saúde. Na época, estas foram as primeiras infecções confirmadas desde o final de janeiro.

Produtor  diz que sequência de 'Avatar' deve retomar filmagens na próxima semana
Foto: Divulgação

O produtor de “Avatar”, Jon Landau, revelou que a sequência do filme deve retomar as gravações “na próxima semana”, na Nova Zelândia. Segundo informações do jornal O Globo, ele compartilhou em sua conta no Instagram uma foto de um set de filmagens com algumas máquinas que provavelmente vão aparecer em “Avatar 2”.


"Nossos sets de #Avatar estão prontos — e não poderíamos estar mais animados em voltar para a Nova Zelândia na próxima semana. Confira o Matador, um navio de comando de alta velocidade (embaixo), e o jato Picador (em cima) — mal posso esperar para compartilhar mais", escreveu o produtor, sobre os bastidores do longa-metragem dirigido por James Cameron. 

Com problema de saúde, Elton John interrompe show e chora por não conseguir cantar
Foto: Divulgação / Ben Gibson

Debilitado, Elton John interrompeu um show realizado em Auckland, na Nova Zelândia, neste domingo (16). Sem conseguir cantar, o cantor e compositor saiu do palco chorando, com ajuda de sua equipe. A apresentação faz parte da turnê de despedida do cantor, que começou em Nova York em 2018 e terminará em 2021.

 

Veja o momento em que o artista interrompe o show:


Após o incidente, ele publicou uma mensagem em suas redes sociais explicando o ocorrido e agradecendo ao público pela compreensão. “Fui diagnosticado com pneumonia hoje cedo, mas estava determinado a oferecer o melhor show humanamente possível. Toquei e cantei com todo meu coração, até minha voz não cantar mais”, escreveu o músico, que disse estar profundamente chateado por ter tido que interromper a apresentação. “Eu dei tudo o que tinha. Muito obrigado pelo apoio extraordinário e todo o amor que vocês mostraram durante a apresentação desta noite. Sou eternamente grato”, finalizou. 

 

Pua Magasiva, do 'Power Rangers', é encontrado morto aos 38 anos em casa
Foto: Divulgação

O ator de “Power Rangers: Tempestade Ninja” Pua Magasiva, de 38 anos, foi encontrado morto em sua residência na Nova Zelândia na última sexta-feira (10). De acordo com o UOL, policiais da região chegaram até a casa de Magasiva após um chamado por ocorrência de “morte súbita”. 

 

Ainda segundo informações locais, o falecimento do ator está sob investigação, mas até então, não foram encontrados elementos ou fatos suspeitos no local do óbito.  

 

Na temporada de “Power Rangers” que teve exibição original no ano de 2003, Pua interpretou o líder ranger vento vermelho Shane Clarke, que tinha poderes ligados ao ar. Na mesma temporada, o brasileiro Glenn McMillan foi ranger amarelo. 

Após acusações de assédio, rádios de três países vetam músicas de Michael Jackson 
Foto: Divulgação

Após virem à tona novas acusações de abusos sexuais que teriam sido praticados por Michael Jackson, o astro pop teve suas músicas vetadas em rádios da Austrália, Canadá e Nova Zelândia.


De acordo com informações do G1, o grupo de rádio Nova Entertainment, de Sydney, foi o último a decidir, nesta quinta-feira (7), boicotar o artista. "Dado o que está acontecendo no momento, SmoothFM não transmitirá mais nenhuma música de Michael Jackson", disse Paul Jackson, diretor de programação do grupo.


Na Nova Zelândia, os dois principais grupos de rádios, MediaWorks e NZME, já estão vetando as canções do artista. 


A decisão pelo boicote se dá após o lançamento do documentário "Leaving Neverland", no qual dois homens afirmam que foram abusados sexualmente por Michael Jackson quando eram crianças. 


Esta semana a polêmica causada pelo filme também provocou a retirada de uma escultura do músico em um museu na Inglaterra (clique aqui e saiba mais). 


Foto: Reprodução

Após humilharem um candidato ao vivo, Natalia Kills e Willy Moon, jurados do reality show musical The X Factor, na Nova Zelândia, foram demitidos do programa.
 
Os jurados, que também são um casal, criticaram, de maneira cruel, a roupa do candidato Joe Irvine, que usava um terno, gravata e o cabelo penteado para trás. Natalia Kills também afirmou que o cantor estava tentando copiar o estilo de Willy Moon, seu marido e jurado.
 
"Senhoras e senhores. Vou apenas dizer o óbvio: nós temos uma cópia. Como uma artista que respeita a integridade artística e propriedade intelectual, estou realmente enojada em como você copiou o meu marido. Do cabelo até o terno, você não dá valor ou respeito para a originalidade? É barato, é nojento. É uma atrocidade artística. Eu estou absolutamente incomodada e constrangida por sentar aqui na sua presença", disparou Natalia.
 
Em seguida, o marido de Natalia também humilhou Joe. "Para mim isso tudo parece um pouco brega e absurdo. É como Norman Bates [personagem do filme Psicose] vestido com as roupas da mãe. Só que um pouco mais bizarro. Sinto que você vai costurar a pele de alguém na sua cara e depois matar todo mundo na plateia. Mas... é isso que você vai fazer?", resmungou.
 
Por fim, a cantora voltou a se dirigir ao candidato, que quase foi às lágrimas. “Você não tem identidade. Não suporto. Estou com vergonha de estar aqui”, concluiu.
 
Em meio à humilhação, Joe se defendeu com o apoio de Melanie Blatt, outra jurada. “Eu acho que estou bem”, disse o candidato. “Você está vestindo isso melhor do que o marido dela. Eu não acho que muita gente tenha acreditado em você na sua vida, mas eu acredito. Você está lindo nesse terno, por favor, não dê ouvidos para ela”, defendeu a jurada.
 
Também em defesa, a platéia vaiou os jurados agressores e defendeu o candidato, além de pedir a saída de Natalia Kills e Willy Moon da bancada do X Factor, e conseguiram a assinatura de 77 mil pessoas.
 
Em defesa, a jurada justificou que o X Factor incentiva “expressões dramáticas”. “Muita coisa acontece nos bastidores de um reality show e o que você vê nem sempre é a história completa. O show trouxe à tona minha paixão, expressões dramáticas e perspectivas. Me senti encorajada para ser a porta voz e as coisas saíram do controle. Joe, espero que você me perdoe e te desejo sucesso. Seja natural, fora do comum. Com amor, Natalia Kills”, escreveu a cantora  no Twitter.
 
Willy Moon também escreveu um pedido de desculpas através do Twitter: “A realidade do reality na TV é que há coisas que os telespectadores não vêem. O programa encoraja o jurado a ser franco. Isso foi muito longe e eu nunca tive a intenção de individualizar ninguém de fora. Desejo aos competidores, à equipe, e particularmente ao Joe, todo o sucesso. Com amor, Willy Moon”.
 

Depois de seis meses fora dos palcos, Avicii volta a se apresentar em turnê
Foto: Divulgação
Após ter cancelado diversos shows em 2014, o DJ Avicii anunciou que estará de volta aos palcos esse ano. Animado, o DJ disse estar contando as horas para voltar a se apresentar. No ano passado, foram divulgadas fotografias em que Avicii  aparecia muito magro, o que fez com que seus  fãs se preocupassem com a sua saúde. Novas fotos publicadas em seu instagram mostram uma aparência muito mais saudável e o Dj escreveu uma mensagem dizendo que os últimos preparativos para a sua volta já haviam sido feitos. Depois de seis meses sem se apresentar, Avicii volta à ativa nessa sexta-feira, 27, no estádio MT Smart, em Auckland, na Nova Zelândia. No Facebook, o cantor disse estar “muito empolgado por estar de volta em turnê! Vai ser épico”. Ele ainda disse em seu Instagram que a turnê irá continuar na Austrália, passando pelas cidades de Sydney e Perth.
Baterista do AC/DC agride segurança em tribunal da Nova Zelândia
Foto: Radio New Zealand/Natalie Mankelow
O baterista do AC/DC, Phil Rudd, que é julgado por posse de drogas e ameaça, chegou atrasado à sua audiência, realizada em um tribunal na Nova Zelândia, agrediu um segurança e hostilizou jornalistas. O juiz Timothy Brewer chegou a expedir um mandado de prisão contra o músico de 60 anos, para que ele comparecesse, mas o documento não precisou ser cumprido, porque Rudd acabou aparecendo. Na saída do tribunal o baterista pulou nas costas de seu próprio segurança, mostrou o dedo do meio aos jornalistas e fotógrafos presentes e quase bateu seu carro esportivo em um caminhão que trafegava na rua. Phill Rudd responde a acusações de posse de maconha e metanfetamina, além de fazer ameaças de morte. 
James Cameron irá filmar três sequências de 'Avatar' na Nova Zelândia
As próximas três sequências da ficção científica "Avatar" devem ser gravadas na Nova Zelândia, segundo anúncio do diretor canadense James Cameron. Nesta segunda (16), Cameron detalhou informações sobre o acordo que fez com o governo do país para aumentar os subsídios de produção. Segundo o diretor, os filmes -- com orçamento combinado de no mínimo US$ 415 milhões (cerca de R$ 968 milhões)-- serão filmados em sequência e devem estrear um por ano, a partir de 2016. Cameron, no entanto, se negou a revelar o custo total dos três filmes, mas disse que espera manter a conta abaixo de um bilhão de dólares.

O "Avatar" original, de 2009, foi filmado parcialmente na Nova Zelândia e levou o Oscar por seus efeitos especiais, realizados pela empresa neozelandesa Weta Digital. A empresa é conhecida também por seus trabalhos com Peter Jackson, diretor das trilogias "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit".
Maior banho coletivo nudista é registrado pelo Guinness em praia espanhola
Sob o lema "A maior nudez do mundo", a Prefeitura de Vera, na província de Almería, em colaboração com a Federação Espanhola de Naturismo, consegiu atrair 729 pessoas nuas para tomar banho de mar, todas ao mesmo tempo. Com isso, a praia da cidade espanhola bateu o recorde mundial do Guinness de banho coletivo nudista, que até agora era da Nova Zelândia, com 506 banhistas nus. Desde as primeiras horas do dia os banhistas que foram ao encontro, marcado para pouco antes do meio-dia, já aborratavam o local marcado para o encontro. A apuração foi realizada no acesso à praia e dividindo todas as pessoas em grupos de 50, a quem foram entregues bilhetes um número de registro. Com este recorde, Vera faz uma promoção de seu potencial turístico e aproveita para se situar como número de referência do naturismo internacional, de acordo com declarações de Juan de la Cruz, segundo vice-prefeito da cidade.
Vencedor do Oscar por 'Senhor dos Anéis' morre em acidente de rafting
Michael Hopkins, editor de som premiado com o Oscar em 2003 por "O Senhor dos Anéis - As Duas Torres", morreu em um acidente de rafting, na Nova Zelândia, neste domingo (30). Aos 53 anos, Hopkins se afogou quando praticava rafting em sua cidade natal, no rio Waiohine, ao lado de sua esposa e um amigo, que sobreviveram ao acidente. De acordo com a polícia local, ouvida pela TV britânica BBC, Hopkins foi jogado para fora do barco e não conseguiu nadar contra a forte correnteza. Hopkins venceu o Oscar por duas colaborações com Peter Jackson, diretor das trilogias "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit". Além de "As Duas Torres", em 2003, ele também conquistou o prêmio em 2006 por seu trabalho em "King Kong". "Blade Runner" e "Transformers" são alguns dos outros filmes em que Hopkins trabalhou como editor de som.
Empresa aérea lança vídeo de segurança inspirado no filme 'O Hobbit - Uma Jornada Inesperada'
A nova trilogia “O Hobbit” vai ter seu primeiro filme lançado em dezembro, mas a divulgação já está com tudo. A empresa aérea Air New Zealand, da Nova Zelândia, utilizou os personagens do filme para fazer um vídeo de segurança curioso. O clipe fala dos cuidados que os passageiros têm que ter no avião e de como agir em caso de emergência. O inusitado é que as informações são dadas por comissários elfos a um grupo de passageiros que contém todas as raças da Terra Média, entre eles, hobbits, orcs, anões, homens e cavaleiros negros. O piloto é ninguém menos que Gandalf. O diretor da nova e antiga trilogia, Peter Jackson, aparece brevemente antes de colocar o anel e sumir. O filme “Hobbit – Uma Jornada Inesperada” estreia nos EUA e no Brasil no dia 14 de dezembro.

Confira o vídeo:

Capital da Nova Zelândia muda de nome para estreia de 'O Hobbit'
A cidade de Wellington, capital da Nova Zelândia, vai passar quase dois meses sendo chamada de “The Middle of Middle-earth”, algo como o Centro da Terra Média, em tradução livre. A troca, que vai ser estampada em letreiros e no principal jornal local, é uma homenagem à estreia mundial de "O Hobbit", primeiro filme da trilogia baseada nos livros de J.R.R. Tolkien, marcada para o dia 28 de novembro. Nas três semanas anteriores e posteriores à data, Wellington será a terra dos Hobbits.
 
A prefeitura da cidade anunciou que deve gastar US$ 900 mil nos festejos da première. A trilogia do Senhor dos Anéis e também a de O Hobbit foram dirigidas por Peter Jackson, que mora na cidade, e foram filmadas nos arredores do país.
 
De acordo com a prefeita, Celia Wade-Brown, os filmes de Jackson ajudaram a criar uma indústria cinematográfica, que emprega mais de três mil pessoas na cidade.
Balé Folclórico da Bahia apresenta 'Herança Sagrada' na Nova Zelândia e Austrália
O Balé Folclórico da Bahia vai levar a arte e a cultura do estado para um continente bem distante, a Oceania. Os bailarinos do espetáculo "Herança Sagrada- A Corte de Oxalá", inspirado nos rituais de candomblé, vão embarcar em turnê para Nova Zelândia e Austrália, no final deste mês. Apesar de não ser a primeira vez que o a balé se apresenta por lá,já faz bastante tempo desde a última apresentação. "A última vez em que estivemos por lá foi em 1988", lembra Vavá, diretor da companhia.

Na Nova Zelândia, os baialrinos terão ainda um dia inteiro de convivência com os maoris, povo indígena do país. "Vamos aprender com eles e mostrar um pouco da nossa cultura. Queremos, inclusive, cozinhar para eles, fazer acarajé. Vamos até levar os ingredientes", conta Vavá

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Entre a cama de gato que armaram para o Molusco no Senado e recados ao pé do ouvido, o Galego virou protagonista de crise e emendou missão internacional com timing cirúrgico. No meio de tudo isso, o Correria ainda prefere título do passado, enquanto o Pernambucano vem tentando captar os “sinais”. Teve ainda o sincericídio de Elmato e o Mauricinho da Terceira Idade que já trocou a disputa pelo doce sossego do céu de brigadeiro do TCM. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jaques Wagner

Jaques Wagner
Foto: Bahia Notícias

"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso". 

 

Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

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Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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