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A Bélgica se recuperou dos dois empates nas primeiras rodadas e avançou em primeiro lugar do Grupo G ao golear a Nova Zelândia pelo placar de 5 a 1, na madrugada deste sábado (27). Os gols foram marcados por Trossard (2), De Bruyne, Lukaku e Saelemaekers.
Além dos belgas, o Egito de Salah garantiu o segundo lugar do grupo com um empate frente ao Irã, neste sábado (27), em 1 a 1, com uma campanha de uma vitória e dois empates, também fechando a fase de grupos com cinco pontos.
O Irã, que terminou a fase classificatória com três pontos, ainda aguarda resultados de outros grupos para saber se consegue avançar ao mata-mata como um dos melhores terceiros colocados. Para garantir sua vaga, o Irã torcerá contra Croácia, Argélia e RD Congo, que jogam neste sábado. A Nova Zelândia está eliminada com apenas um ponto conquistado.
Na fase de 16-avos de final do Mundial, os belgas vão encarar o terceiro colocado dos grupos A, I ou J. Já o Egito encara a Austrália.
Irã e Nova Zelândia ficaram no empate por 2 a 2 em partida disputada pela primeira rodada do Grupo G da Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira (15). Após o apito final, alguns torcedores iranianos foram flagrados brigando na arquibancada do estádio em Los Angeles.
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 16, 2026
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Por meio das imagens divulgadas, não é possível identificar o que motivou o início da confusão, mas percebe-se que a briga foi interrompida por autoridades presentes no local. Um dos homens envolvidos na discussão usava uma camisa branca estampada com a bandeira referente ao período pré-revolução do Irã. O registro, publicado originalmente na rede social X, foi compartilhado pelo jornal New York Post.
Com os empates entre Irã e Nova Zelândia (2 a 2) e Bélgica e Egito (1 a 1), todas as seleções do Grupo G somam um ponto. No momento, os neozelandeses lideram a chave devido ao critério de gols pró (maior número de gols marcados), enquanto os egípcios ocupam a lanterna. Confira a classificação abaixo:
O técnico da seleção do Irã, Amir Ghalenoei, criticou as condições enfrentadas por sua equipe durante a disputa e a preparação para a Copa do Mundo de 2026, afirmando publicamente que os iranianos estão sendo prejudicados por mudanças de última hora na logística da delegação.
As declarações ocorreram na madrugada desta terça-feira (16) após o empate por 2 a 2 com a Nova Zelândia, pela primeira rodada do Grupo G. Segundo o treinador, as dificuldades de deslocamento e adaptação afetaram diretamente o desempenho da equipe.
"Deveríamos ficar aqui esta noite para nos recuperar e voltar amanhã ao meio-dia, mas não nos permitiram. Para ser honesto, não faço ideia do porquê. Acho que talvez a nossa seleção seja a mais oprimida de toda a Copa do Mundo", afirmou.
A preparação do Irã para o torneio já havia sido alterada antes mesmo do início da competição. Em meio às incertezas envolvendo vistos e à tensão diplomática entre o país com os Estados Unidos, a Federação Iraniana de Futebol transferiu seu centro de treinamento do Arizona para a cidade mexicana de Tijuana.
Após o empate em Los Angeles, a delegação esperava permanecer nos Estados Unidos para recuperação física e preparação para o próximo compromisso. No entanto, segundo Ghalenoei, o grupo foi obrigado a retornar imediatamente ao México.
"Quero falar sobre o tratamento injusto dado à seleção iraniana. Passamos tanto tempo no ar que acho que quase não pisamos em terra firme. Não nos deram a oportunidade de chegar duas semanas antes para nos adaptarmos e nos aclimatarmos. Mesmo hoje à noite, logo após a partida, nos disseram que tínhamos que ir embora", declarou.
O treinador não especificou qual entidade determinou a mudança. Até o momento, nem a Fifa nem autoridades norte-americanas se manifestaram publicamente sobre as acusações.
Outros pontos também foram tocados durante a entrevistra coletiva. Confira abaixo:
DESGASTE FÍSICO
De acordo com o comandante iraniano, a rotina de deslocamentos teve impacto direto na condição física dos jogadores durante a partida.
Ghalenoei relatou que vários atletas apresentaram cãibras e associou o problema ao desgaste provocado pelas viagens constantes entre México e Estados Unidos.
Apesar das dificuldades, o treinador elogiou a postura da equipe em campo e valorizou o ponto conquistado diante da Nova Zelândia.
TAREMI TAMBÉM RECLAMA
Principal nome da seleção iraniana, o atacante Mehdi Taremi reforçou as críticas feitas pelo treinador e afirmou que a situação vivida pela delegação prejudica o futebol.
"Não é bom para nós. Acho que não é bom para o futebol. Acho que a FIFA tem que nos ajudar mais do que isso", declarou.
O atacante revelou que o grupo enfrentou uma rotina desgastante nos dias que antecederam a partida, com deslocamentos entre Tijuana, Los Angeles, hotel e estádio.
"Eles deveriam ter nos dado dois dias para nos ambientarmos em Los Angeles. É uma situação muito ruim que afeta nossa equipe e nós só queremos paz", afirmou.
Segundo Taremi, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, esteve no vestiário iraniano após o empate.
COMISSÃO DESFALCADA
Ghalenoei também destacou que parte da estrutura da seleção não conseguiu acompanhar a delegação por causa de restrições relacionadas a vistos.
"Muitos membros da nossa equipe de gestão não estão aqui. Tivemos que lidar com esses papéis por conta própria", disse o treinador.
O Irã volta a campo pela Copa do Mundo nos próximos dias buscando a primeira vitória no torneio e a classificação para a fase eliminatória.
Nesta segunda-feira (15), sexto dia da Copa do Mundo, Irã e Nova Zelândia empataram por 2 a 2 na estreia das duas seleções pelo Grupo G. A partida, disputada no SoFi Stadium, em Los Angeles, foi marcada por diversas chances de gols e pela capacidade de reação dos iranianos, que buscaram o empate em duas oportunidades.
A Nova Zelândia abriu o placar logo aos sete minutos com Elijah Just. O Irã respondeu aos 32, quando Ramin Rezaeian deixou tudo igual. Na segunda etapa, Just voltou a balançar as redes aos nove minutos e recolocou os neozelandeses em vantagem, mas Mohammad Mohebi apareceu aos 19 para marcar o gol que decretou o empate.
O resultado deixou o Grupo G completamente equilibrado ao fim da primeira rodada. Mais cedo, Egito e Bélgica também ficaram no 1 a 1, em Seattle, fazendo com que todas as equipes da chave somassem um ponto.
O duelo ocorreu em meio a um contexto delicado para a seleção iraniana, que enfrentou dificuldades logísticas para chegar aos Estados Unidos por conta do conflito no Oriente Médio. Coincidentemente, também nesta segunda-feira, EUA e Irã anunciaram a assinatura de um tratado de paz que encerrou oficialmente a guerra entre os países. Antes da partida, opositores do governo iraniano proetstaram fora do estádio.
A segunda rodada do grupo será disputada no domingo (21). Em Los Angeles, o Irã encara a Bélgica, enquanto Nova Zelândia e Egito medem forças em Vancouver, no Canadá.
Horas antes da estreia do Irã na Copa do Mundo, nesta segunda-feira (15), em Los Angeles, centenas de iranianos contrários ao atual regime do país realizaram um protesto nos arredores do estádio. Os manifestantes exibiam a bandeira do leão e do sol, símbolo nacional antes da Revolução Islâmica de 1979.
Apesar de a Fifa proibir manifestações políticas em suas competições, alguns torcedores conseguiram entrar no estádio com a bandeira. O grupo também havia realizado atos durante o último treino da seleção iraniana, em Carson, cidade vizinha a Los Angeles.
Os protestantes criticam o governo iraniano e defendem mudanças no regime comandado pelos aiatolás. A manifestação ocorreu em meio às dificuldades enfrentadas pela delegação para disputar o torneio nos Estados Unidos, após meses de incerteza devido ao conflito entre os dois países.
Por problemas relacionados à emissão de vistos, o Irã precisou alterar sua base de preparação para Tijuana, no México, e parte da comitiva não conseguiu entrar em território americano. Em campo, a seleção iraniana empatou por 2 a 2 com a Nova Zelândia, pelo Grupo G da competição.
A poucas horas da estreia na Copa do Mundo de 2026, a participação do Irã voltou a ser atravessada por questões políticas. Autoridades do país afirmaram ter comunicado à Fifa que a seleção iraniana poderá abandonar partidas do Mundial caso ocorram manifestações políticas nos estádios contra líderes da República Islâmica.
A declaração foi feita pelo ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, em entrevista ao portal local Varzesh3 nesta semana. Segundo ele, a posição foi apresentada formalmente à entidade antes do início da competição.
"Informamos à Fifa que os membros da seleção nacional deixariam a partida assim que ouvissem slogans políticos nos estádios", afirmou o ministro.
O governo iraniano também demonstrou preocupação com o uso de símbolos associados à oposição ao regime. Donyamali afirmou que Teerã solicitou à Fifa que apenas a bandeira oficial do país seja permitida durante as partidas.
"O segundo ponto que enfatizamos foi que apenas a bandeira oficial deveria ser considerada legal, e não a antiga bandeira persa com o leão e o sol. A equipe também abandonaria o campo nesses casos", acrescentou.
A estreia do Irã na Copa do Mundo está marcada para a próxima terça-feira, contra a Nova Zelândia. Depois, a seleção comandada por Amir Ghalenoei enfrentará a Bélgica e encerrará a fase de grupos diante do Egito.
As duas primeiras partidas serão disputadas em Los Angeles, cidade que abriga uma das maiores comunidades iranianas fora do país. A presença de milhares de opositores do atual regime na região aumenta a possibilidade de manifestações políticas durante os jogos.
A participação iraniana no Mundial já vinha sendo acompanhada com atenção por causa das tensões diplomáticas envolvendo o país. Nos últimos meses, questões relacionadas a vistos, deslocamentos, segurança e acesso de torcedores geraram incertezas sobre a logística da delegação.
Uma das medidas adotadas pela Federação Iraniana de Futebol foi transferir a base de concentração da equipe dos Estados Unidos para Tijuana, no México. Com isso, a delegação reduz o tempo de permanência em território norte-americano e passa a viajar aos Estados Unidos apenas nas datas das partidas.
Até o momento, a Fifa não divulgou um posicionamento público detalhado sobre a declaração do ministro iraniano.
A seleção do Haiti venceu a Nova Zelândia por 4 a 0 na noite da última terça-feira (2), em amistoso preparatório para a Copa do Mundo disputado no Chase Stadium, em Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos.
Os gols da partida foram marcados por Providence, Joseph, Pierrot e Lacroix, garantindo uma vitória convincente da equipe caribenha na reta final de preparação para o torneio.
O confronto teve início adiado em 35 minutos por causa da ocorrência de raios nas proximidades do estádio. Em cumprimento aos protocolos de segurança adotados nos Estados Unidos, os torcedores precisaram deixar as arquibancadas e buscar abrigo até que as condições climáticas permitissem a realização do jogo.
A medida segue orientações do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, que prevê a interrupção ou o adiamento de eventos esportivos quando são registradas descargas elétricas em um raio de aproximadamente 13 a 16 quilômetros do local da partida. Procedimentos semelhantes já haviam sido aplicados durante o Mundial de Clubes da Fifa de 2025.
O Haiti chega à Copa do Mundo integrando o Grupo C, ao lado de Seleção Brasileira, Seleção da Escócia e Seleção de Marrocos. A estreia haitiana será no dia 13 de junho, diante dos escoceses. O confronto contra o Brasil está marcado para 19 de junho, pela segunda rodada da chave.
Já a Nova Zelândia integra o Grupo G, que também reúne as seleções da Seleção da Bélgica, Seleção do Egito e Seleção do Irã. Os neozelandeses iniciarão sua campanha no Mundial em 15 de junho, contra os iranianos.
O brasileiro Italo Ferreira voltou a levantar um troféu no Championship Tour da World Surf League (WSL). Na noite deste domingo (24), o potiguar conquistou o título da etapa da Nova Zelândia após derrotar o australiano Morgan Cibilic por 17.50 a 15.80 na grande final disputada em Raglan.
O triunfo marcou a 11ª vitória de Italo em etapas do CT e colocou o campeão olímpico pela primeira vez na liderança do ranking mundial da temporada 2026. A conquista veio em um dia movimentado no mar neozelandês. Durante a semifinal entre Italo e Yago Dora, a bateria precisou ser interrompida por cerca de quatro horas após um fotógrafo da WSL sofrer um ataque de um animal marinho. A entidade não confirmou oficialmente se o caso envolveu um tubarão ou um leão-marinho, mas retirou imediatamente atletas e equipe da água por segurança.
Na retomada da disputa, Italo mostrou por que é considerado um dos maiores especialistas em aéreos do circuito. Depois de superar Yago na semifinal, o brasileiro foi dominante na decisão, encaixando combinações de manobras aéreas que renderam notas 9.33 e 8.17 dos juízes. Antes da etapa da Nova Zelândia, seu melhor resultado em 2026 havia sido uma semifinal em Margaret River, na Austrália.
Com a vitória, o topo do ranking masculino da WSL passou a ser dominado por brasileiros. Miguel Pupo aparece em segundo lugar, enquanto Gabriel Medina caiu para a terceira posição. Yago Dora completa o top-4 da temporada.
Na chave feminina, a havaiana Carissa Moore ficou com o título ao vencer Sawyer Lindblad na final. Já a brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking após ser eliminada nas oitavas de final.
Agora, o circuito mundial deixa a Oceania e segue para El Salvador. A próxima etapa será disputada em Punta Roca, entre os dias 5 e 15 de junho, antes da realização do Rio Pro, em Saquarema.
A ampliação da Copa do Mundo de 2026, que será realizada em Estados Unidos, México e Canadá, marca uma inflexão importante para seleções da Ásia e da Oceania. Com o aumento de 32 para 48 participantes, as confederações Confederação Asiática de Futebol e Confederação de Futebol da Oceania passam a ter maior representatividade, alterando o peso competitivo de regiões historicamente periféricas no cenário mundial.
A AFC, que tradicionalmente contava com quatro ou cinco vagas, passa a ter oito classificações diretas, além de uma possibilidade adicional via repescagem intercontinental. Já a OFC, que nunca teve vaga direta garantida, assegura pela primeira vez um representante automático, além de também disputar a repescagem. A mudança reduz a dependência de confrontos eliminatórios contra seleções de outros continentes — historicamente um obstáculo para equipes da Oceania — e amplia o leque competitivo asiático.
No contexto das Eliminatórias, a Ásia confirmou um grupo diversificado de seleções para 2026. Entre elas, nomes tradicionais como Japão, Coreia do Sul, Irã e Arábia Saudita mantêm protagonismo, enquanto outras equipes consolidam crescimento recente, como Austrália — integrante da AFC desde 2006 — e Catar, que busca continuidade após sediar o Mundial de 2022.
O Japão chega como uma das seleções mais organizadas do continente, com forte presença de jogadores em ligas europeias e campanhas consistentes nas últimas Copas — disputou todas desde 1998, tendo alcançado as oitavas de final em quatro ocasiões, incluindo 2022. A Coreia do Sul, semifinalista em 2002, segue como potência regional e presença frequente — estará em sua 11ª participação consecutiva. O Irã, dominante nas Eliminatórias asiáticas, tenta superar a barreira histórica da fase de grupos, enquanto a Arábia Saudita busca repetir feitos como a vitória sobre a Argentina em 2022.
A Austrália, por sua vez, mantém regularidade desde que migrou para a AFC, tendo disputado as últimas cinco Copas (a mais recente em 2022, quando chegou às oitavas). Já o Catar vive um momento de reconstrução, após campanha abaixo das expectativas como anfitrião em 2022, sua estreia em Mundiais.
Outras seleções asiáticas aparecem como possíveis estreantes ou retornos relevantes, reflexo direto do aumento de vagas. Países como Uzbequistão e Jordânia, historicamente competitivos em nível continental, entram no ciclo com chances reais de classificação inédita, algo raro no formato anterior.
Na Oceania, a Nova Zelândia desponta como principal beneficiada. Tradicional dominante regional, a equipe disputou apenas duas Copas (1982 e 2010) e, até então, dependia de repescagens contra seleções mais fortes. Com a vaga direta assegurada à OFC, os neozelandeses chegam como favoritos naturais à classificação e podem retornar ao Mundial após 16 anos.

Jogadores da Nova Zelândia comemorando gol | Foto: Reprodução/Instagram (@nzallwhites)
O histórico de Ásia e Oceania em Copas do Mundo ainda é limitado quando comparado a Europa e América do Sul, mas registra avanços pontuais. A melhor campanha asiática segue sendo o quarto lugar da Coreia do Sul em 2002. Além disso, Japão e Coreia do Sul acumularam presenças frequentes em oitavas de final, enquanto seleções como Arábia Saudita (1994) e Austrália (2006 e 2022) também alcançaram essa fase.
Já a Oceania tem participação muito mais restrita: além da Nova Zelândia, apenas a Austrália — antes de migrar para a AFC — representou a região, com destaque para 2006, quando chegou às oitavas. Em termos históricos, nenhuma seleção da OFC venceu uma partida em fase eliminatória de Copa.
No cenário de 2026, algumas marcas podem ser quebradas. A Ásia pode atingir seu maior número de seleções em oitavas de final em uma mesma edição, impulsionada pelo aumento de vagas e pelo novo formato que permite a classificação de terceiros colocados. Há também a possibilidade de estreias inéditas e de ampliação do número de participações consecutivas de seleções como Japão e Coreia do Sul. Pela Oceania, a expectativa é de encerrar o longo jejum sem vitórias em Copas, caso a Nova Zelândia avance de fase.
O novo formato do torneio — com 12 grupos de quatro seleções — altera a dinâmica competitiva. Para equipes asiáticas e da Oceania, a possibilidade de avançar como uma das melhores terceiras colocadas reduz a pressão por campanhas quase perfeitas na fase inicial, algo que historicamente limitava essas seleções.
Na repescagem intercontinental, o ciclo para 2026 também evidenciou evolução. Seleções asiáticas tiveram desempenho competitivo contra adversários de outras confederações, refletindo maior equilíbrio técnico global. A presença ampliada nesses playoffs reforça o crescimento estrutural da AFC. Já a OFC, embora ainda enfrente limitações, ganha relevância ao participar de forma mais consistente do processo classificatório.
Para além do futebol, Ásia e Oceania carregam enorme diversidade cultural, que também se reflete no estilo de jogo. A Ásia reúne tradições milenares, com sociedades que valorizam disciplina, coletividade e organização — características frequentemente observadas em campo. Já a Oceania, composta por nações insulares e forte influência indígena e colonial, apresenta uma identidade esportiva marcada por intensidade física e resiliência.
A leitura do atual ciclo de preparação para a Copa de 2026 reforça que Japão e Coreia do Sul não apenas mantêm protagonismo asiático, mas chegam com gerações tecnicamente mais qualificadas e internacionalizadas — sobretudo pela presença massiva de jogadores em ligas europeias.
No caso japonês, o momento é considerado um dos mais promissores de sua história recente. A base da equipe que vem sendo utilizada ao longo das Eliminatórias e amistosos internacionais é formada por atletas que atuam em alto nível no futebol europeu, o que tem elevado o patamar competitivo da seleção. Nomes como Takefusa Kubo, destaque na Espanha, Kaoru Mitoma (ainda que eventualmente ausente por lesões), Daichi Kamada e Takumi Minamino formam a espinha dorsal ofensiva, combinando velocidade, mobilidade e capacidade de jogo entrelinhas.
No meio-campo, a seleção japonesa se estrutura a partir de Wataru Endo, que atua como elemento de equilíbrio e liderança tática — peça recorrente nas escalações do ciclo — ao lado de jogadores como Ao Tanaka. Já no setor defensivo, nomes como Ko Itakura e Takehiro Tomiyasu (quando disponível) sustentam uma linha defensiva mais sólida e adaptada ao ritmo europeu.
O ataque também apresenta variedade de opções, com Ayase Ueda, Daizen Maeda e Ritsu Doan frequentemente utilizados no ciclo recente. Esse conjunto de jogadores evidencia um Japão mais versátil taticamente, capaz de alternar entre posse de bola e transições rápidas — característica que se refletiu em resultados relevantes em amistosos contra seleções campeãs mundiais ao longo do ciclo, reforçando sua competitividade internacional.
De acordo com convocações recentes, a base da equipe tem sido relativamente estável, com presença recorrente de atletas que atuam em ligas como Premier League (Inglaterra), Bundesliga (Alemanha), La Liga (Espanha) e Ligue 1 (França), algo que diferencia essa geração de ciclos anteriores e amplia a experiência internacional do elenco.

Time titular da seleção japonesa antes de amistoso | Foto: Reprodução/Instagram (@japanfootballassociation)
Já a Coreia do Sul mantém uma estrutura mais consolidada em torno de lideranças técnicas e de um núcleo ofensivo bem definido. O principal nome segue sendo Son Heung-min, capitão e referência histórica da seleção, além de ser o jogador com mais partidas pela equipe nacional e um dos maiores artilheiros de sua história. Mesmo em um momento de questionamentos sobre desempenho, o próprio comando técnico reforça sua centralidade no grupo, tratando-o como “o coração da equipe” no atual ciclo.
Ao redor de Son, a Coreia do Sul construiu uma base ofensiva que aparece com frequência nas convocações, com nomes como Hwang Hee-chan, Lee Kang-in e Cho Gue-sung, além de opções mais jovens que vêm sendo integradas progressivamente ao elenco. Jogadores como Oh Hyeon-gyu e Yang Min-hyeok representam essa renovação ofensiva, aparecendo com regularidade em listas recentes.
No meio-campo, a equipe sul-coreana mantém um perfil dinâmico, com atletas que combinam intensidade física e capacidade de transição, enquanto a defesa ainda busca maior estabilidade — ponto que tem sido trabalhado ao longo dos amistosos preparatórios.
Assim, tanto Japão quanto Coreia do Sul chegam ao ciclo final pré-Copa com estruturas consolidadas, mas com características distintas: os japoneses apoiados em uma geração amplamente inserida no futebol europeu e em evolução coletiva, enquanto os sul-coreanos mantêm uma espinha dorsal mais experiente, liderada por Son, ao mesmo tempo em que promovem renovação gradual. Em comum, ambas refletem o avanço técnico do futebol asiático e chegam a 2026 com potencial real de protagonismo maior do que em edições anteriores.
Assim, a Copa de 2026 se desenha como a mais inclusiva da história para esses continentes. Mais do que ampliar números, o novo formato cria condições para que Ásia e Oceania deixem de ser coadjuvantes ocasionais e passem a ocupar, de forma mais consistente, espaços competitivos no cenário global do futebol.
Na manhã desta quarta-feira (14) uma instituição de caridade na Nova Zelândia pediu desculpas por destruir doces com metanfetamina.
A Auckland City Mission, que realiza doações de itens essenciais para neozelandeses em situação de fragilidade financeira. A ong informou que tomou conhecimento do caso na última terça-feira, quando alguns receptores questionaram o sabor do conteúdo.
Uma crianças, um adolescente e um trabalho de caridade buscaram tratamento médico, mas já se encontravam em suas residências. Uma das guloseimas foi testada pela instituição de caridade New Zealand Drug Foundation, que descobriu que ele continha 3 gramas de metanfetamina potencialmente letal.
“Uma dose comum para engolir é entre 10-25 mg, então este pirulito contaminado continha até 300 doses”, disse a diretora-executiva da fundação, Sarah Helm.
A polícia especula que os doces eram um subproduto de uma operação internacional de tráfico de drogas e pediu que eles fossem entregues às autoridades.
A Copa do Mundo Feminina de 2023 será a primeira da história da modalidade a ser disputada por 32 seleções. Ao todo serão 64 partidas divididas em seis estádios da Austrália e quatro da Nova Zelândia, países sedes da competição.
A abertura do torneio acontece no Eden Park, dia 20 de julho, em Auckland, na Nova Zelândia, quando as anfitriãs enfrentam a Noruega. A final da Copa será dia 20 de agosto, no Estádio Olímpico de Sydney, na Austrália.
A seleção brasileira, presente no Grupo F, fará todos os seus jogos na Austrália. Primeiro, dia 24 de julho, contra o Panamá, no Hindmarsh, depois contra a França, dia 29, no Perth Rectangular, e encerra a sua participação na fase de grupos no Melbourne Rectangular, dia 2 de agosto, contra a Jamaica.
Estádios na Austrália
Estádio Olímpico de Sydney (capacidade para 69.314 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Brisbane Stadium (capacidade para 46.851 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Sydney Football Stadium (capacidade para 38.841 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Melbourne Rectangular (capacidade para 24.870 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Perth Rectangular (capacidade para 13.932 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Hindmarsh (capacidade para 13.327 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Estádios na Nova Zelândia
Eden Park (capacidade para 40.536 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Wellington Regional (capacidade para 31.089 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Dunedin Stadium (capacidade para 24.243 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
Waikato (capacidade para 16.271 pessoas)
Foto: Divulgação FIFA
A Copa do Mundo Feminina de 2023 será disputada em dois países. Austrália e Nova Zelândia sediarão o Mundial, que acontece entre os dias 20 de julho e 20 de agosto.
A Austrália receberá jogos em seis estádios, enquanto a Nova Zelândia abrigará partidas em quatro. Abertura da Copa do Mundo será entre Nova Zelândia e Noruega, no dia 20 de julho, uma quinta-feira, às 4h no horário de Brasília, no estádio Eden Park, na cidade neozelandesa de Auckland. Já o australiano Estádio Olímpico de Sydney será palco da final do Mundial, no dia 20 de agosto, um domingo, às 7h no relógio brasileiro.
Quando ingressaram a candidatura para receberem a Copa do Mundo, Austrália e Nova Zelândia indicaram 13 estádios em 12 cidades diferentes. No entanto, em março de 2021, a Fifa anunciou a escolha definitiva observando mais o número mínimo exigido que seriam de 10 arenas. O projeto previa divisão igual entre os dois países.
Integrante do Grupo F, o Brasil jogará seus jogos da primeira fase na Austrália. A estreia da seleção brasileira será contra o Panamá, no estádio Hindmarsh, em Adelaide, no dia 24, uma segunda-feira, às 8h no horário de Brasília. Cinco dias depois, no sábado, às 7h, o desafio diante da França acontece no Brisbane Stadium, em Brisbane. Por fim, o selecionado encerra a primeira rodada medindo forças com a Jamaica, no dia 2 de agosto, uma quarta-feira, também às 7h, no Melbourne Rectangular, em Melbourne.
A Nova Zelância comemorou o baixo número de infecções e a retomada da normalidade com um show da banda Six60 neste sábado (24), no estádio Eden Park, em Auckland. Realizado para um público de mais de 50 mil pessoas, a celebração foi o primeiro grande evento do país pós-pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram milhares de pessoas reunidas, sem máscaras ou necessidade de distanciamento social. "Mais de 50 mil fãs da Six60 para comemorar o início de uma nova era para o estádio nacional da Nova Zelândia", escreveu o Eden Park em seu perfil no Instagram.
O grupo que conduziu o show agradeceu aos espectadores com uma publicação em suas plataformas. "Que sonho, Eden Park. Para os livros de história. Obrigado a todos por tornarem isso possível".
Segundo a CNN Brasil, desde o começo da pandemia o país adotou medidas restritivas mais severas, a exemplo do lockdown, fechamento de fronteiras e outras restrições em suas principais regiões. A Nova Zelândia teve pouco mais de 2,5 mil casos de Covid-19 e 26 mortes até esta segunda-feira (26), apontam dados da Universidade Johns Hopkins.
Em fevereiro deste ano, a primeira-ministro Jacinda Ardern anunciou um lockdown de três dias em Auckland, maior cidade do país, depois que três casos positivos para Covid-19 foram registrados pelas autoridades de saúde. Na época, estas foram as primeiras infecções confirmadas desde o final de janeiro.
O produtor de “Avatar”, Jon Landau, revelou que a sequência do filme deve retomar as gravações “na próxima semana”, na Nova Zelândia. Segundo informações do jornal O Globo, ele compartilhou em sua conta no Instagram uma foto de um set de filmagens com algumas máquinas que provavelmente vão aparecer em “Avatar 2”.
"Nossos sets de #Avatar estão prontos — e não poderíamos estar mais animados em voltar para a Nova Zelândia na próxima semana. Confira o Matador, um navio de comando de alta velocidade (embaixo), e o jato Picador (em cima) — mal posso esperar para compartilhar mais", escreveu o produtor, sobre os bastidores do longa-metragem dirigido por James Cameron.
Debilitado, Elton John interrompeu um show realizado em Auckland, na Nova Zelândia, neste domingo (16). Sem conseguir cantar, o cantor e compositor saiu do palco chorando, com ajuda de sua equipe. A apresentação faz parte da turnê de despedida do cantor, que começou em Nova York em 2018 e terminará em 2021.
Veja o momento em que o artista interrompe o show:
Após o incidente, ele publicou uma mensagem em suas redes sociais explicando o ocorrido e agradecendo ao público pela compreensão. “Fui diagnosticado com pneumonia hoje cedo, mas estava determinado a oferecer o melhor show humanamente possível. Toquei e cantei com todo meu coração, até minha voz não cantar mais”, escreveu o músico, que disse estar profundamente chateado por ter tido que interromper a apresentação. “Eu dei tudo o que tinha. Muito obrigado pelo apoio extraordinário e todo o amor que vocês mostraram durante a apresentação desta noite. Sou eternamente grato”, finalizou.
O ator de “Power Rangers: Tempestade Ninja” Pua Magasiva, de 38 anos, foi encontrado morto em sua residência na Nova Zelândia na última sexta-feira (10). De acordo com o UOL, policiais da região chegaram até a casa de Magasiva após um chamado por ocorrência de “morte súbita”.
Ainda segundo informações locais, o falecimento do ator está sob investigação, mas até então, não foram encontrados elementos ou fatos suspeitos no local do óbito.
Na temporada de “Power Rangers” que teve exibição original no ano de 2003, Pua interpretou o líder ranger vento vermelho Shane Clarke, que tinha poderes ligados ao ar. Na mesma temporada, o brasileiro Glenn McMillan foi ranger amarelo.
Após virem à tona novas acusações de abusos sexuais que teriam sido praticados por Michael Jackson, o astro pop teve suas músicas vetadas em rádios da Austrália, Canadá e Nova Zelândia.
De acordo com informações do G1, o grupo de rádio Nova Entertainment, de Sydney, foi o último a decidir, nesta quinta-feira (7), boicotar o artista. "Dado o que está acontecendo no momento, SmoothFM não transmitirá mais nenhuma música de Michael Jackson", disse Paul Jackson, diretor de programação do grupo.
Na Nova Zelândia, os dois principais grupos de rádios, MediaWorks e NZME, já estão vetando as canções do artista.
A decisão pelo boicote se dá após o lançamento do documentário "Leaving Neverland", no qual dois homens afirmam que foram abusados sexualmente por Michael Jackson quando eram crianças.
Esta semana a polêmica causada pelo filme também provocou a retirada de uma escultura do músico em um museu na Inglaterra (clique aqui e saiba mais).

Foto: Reprodução
Após humilharem um candidato ao vivo, Natalia Kills e Willy Moon, jurados do reality show musical The X Factor, na Nova Zelândia, foram demitidos do programa.
O "Avatar" original, de 2009, foi filmado parcialmente na Nova Zelândia e levou o Oscar por seus efeitos especiais, realizados pela empresa neozelandesa Weta Digital. A empresa é conhecida também por seus trabalhos com Peter Jackson, diretor das trilogias "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit".
Confira o vídeo:
Na Nova Zelândia, os baialrinos terão ainda um dia inteiro de convivência com os maoris, povo indígena do país. "Vamos aprender com eles e mostrar um pouco da nossa cultura. Queremos, inclusive, cozinhar para eles, fazer acarajé. Vamos até levar os ingredientes", conta Vavá
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"A pergunta que cabe é a seguinte: por que você pediria para reservar um apartamento num prédio em construção se fosse para corrupção? Por que eu não ia pegar um apartamento novo pronto?”
Disse o senador Jaques Wagner (PT) ao classificar como “nebulosa” a situação envolvendo a suposta doação de um apartamento em Salvador que é investigada pela Polícia Federal (PF). O parlamentar, alvo da Operação Compliance Zero, afirmou que a negociação envolvendo o imóvel em construção tinha como objetivo presentear a filha e negou qualquer relação com corrupção.









