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Substituto direto de Casemiro na função de volante, Fabinho foi outro atleta que entrou na lista de mudanças promovidas pelo técnico Carlo Ancelotti no segundo tempo, durante a goleada da Seleção Brasileira sobre o Panamá, no último domingo (31). O meia do Al-Ittihad entrou em um contexto completamente diferente do que a equipe vivenciou na primeira etapa, no Maracanã.
Após um primeiro tempo de maior dificuldade, com parte da torcida demonstrando insatisfação em alguns momentos, a Seleção voltou do intervalo com outra postura. Mais agressivo na marcação e com maior presença no campo ofensivo, o Brasil marcou quatro gols na segunda etapa e fechou a vitória por 6 a 2.
Na saída de campo, Fabinho valorizou a chance de atuar no Maracanã com a camisa da Seleção Brasileira e destacou a postura adotada pelos jogadores que entraram no segundo tempo.
"Oportunidade enorme de estar aqui no Maracanã vestindo a camisa da Seleção Brasileira. Independente do adversário, entramos no segundo tempo querendo pressionar e ir pra cima. A gente conseguiu recuperar algumas bolas que acabaram resultando em algum gol e pênalti também. Feliz com a partida em geral e com a vitória", afirmou.
Com o resultado, o Brasil se despediu do torcedor em solo nacional antes da viagem para os Estados Unidos, onde seguirá a preparação para a Copa do Mundo de 2026. A delegação embarca nesta segunda-feira (1º) para Nova Jersey, base da Seleção durante a reta final antes do Mundial.
Antes da estreia na Copa, a equipe comandada por Ancelotti ainda fará mais um amistoso. O Brasil enfrenta o Egito no dia 6 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília.
Douglas Santos foi um dos jogadores acionados por Carlo Ancelotti no segundo tempo da goleada da Seleção Brasileira sobre o Panamá, no último domingo (31), no Maracanã. O lateral do Zenti entrou no lugar de Alex Sandro em meio à mudança promovida pelo treinador italiano, que alterou dez peças da equipe durante a etapa final.
Com as substituições, o Brasil ganhou intensidade, encontrou mais espaços e construiu a maior parte do placar no segundo tempo. Foi depois do intervalo que a Seleção marcou quatro gols e fechou a vitória por 6 a 2, na despedida do torcedor brasileiro antes da viagem para os Estados Unidos.
Após a partida, Douglas Santos valorizou o apoio recebido no Maracanã e destacou a importância de encerrar a preparação em solo nacional com bom resultado.
"Importante terminar esse ciclo junto da nossa torcida, diante de um Maracanã lotado. Receber o apoio da torcida com 72 mil pagantes é importante para a gente. Agora é estar focado, se empenhar o máximo na Copa do Mundo", afirmou.
O lateral também avaliou a diferença de desempenho entre as duas etapas. Para Douglas, o ritmo do jogo mudou após o intervalo, especialmente pelo desgaste da equipe panamenha.
"Primeiro tempo sempre é mais pegado. Os dois times com atenção de não errar. No segundo tempo o Panamá abriu mais, já estavam bem cansados e graças a Deus conseguimos fazer um segundo tempo muito bom", disse.
Agora, Douglas Santos e os demais convocados seguem viagem com a delegação brasileira para Nova Jersey, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (1º). A cidade será a base da Seleção durante a preparação final para a Copa do Mundo.
Antes da estreia no Mundial, o Brasil ainda fará mais um amistoso. A equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta o Egito no dia 6 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília.
A política de ingressos da Copa do Mundo de 2026 entrou na mira das autoridades dos Estados Unidos. Os estados de Nova York e Nova Jersey anunciaram, nesta quarta-feira, a abertura de uma investigação para apurar se a Fifa explorou torcedores com preços considerados “impossivelmente altos” para partidas do Mundial. A informação foi divulgada pela AFP nesta quarta-feira (27).
Promotores dos dois estados informaram que irão analisar as práticas adotadas pela entidade na venda de ingressos para o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá a partir do próximo mês.
A investigação também vai apurar se torcedores foram induzidos ao erro durante o processo de compra, especialmente em relação à localização dos assentos adquiridos.
"Reportagens recentes indicam que os torcedores podem ter sido induzidos ao erro sobre a localização dos assentos que compraram e que as declarações públicas da Fifa, assim como o processo de venda de ingressos, podem ter contribuído para os aumentos exorbitantes de preços", afirmaram os procuradores-gerais em comunicado.
A discussão sobre os valores cobrados pela Fifa ganhou força nos últimos meses, especialmente por causa dos preços de jogos de maior apelo, incluindo partidas da fase final. A entidade é criticada por supostamente praticar valores acima do esperado para um evento global de grande alcance popular.
A Fifa, por outro lado, tem defendido sua política comercial. O presidente da entidade, Gianni Infantino, afirmou que os preços refletem uma demanda “demencial” pelos ingressos da Copa.
Em dezembro, a entidade criou uma categoria de entradas a US$ 60, cerca de R$ 300, voltada a clubes oficiais de torcedores. No entanto, segundo a Football Supporters Europe (FSE), essa cota estava praticamente esgotada antes mesmo da abertura das vendas ao público geral.
A investigação ocorre em dois estados diretamente ligados ao torneio. Nova Jersey receberá jogos no MetLife Stadium, palco também da final da Copa do Mundo de 2026. Já Nova York integra a região metropolitana associada à sede da decisão.
A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, com 48 seleções e 104 partidas. O torneio começa em junho e terá jogos distribuídos entre cidades dos três países-sede.
Torcedores que pretendem acompanhar partidas da Copa do Mundo FIFA de 2026 no MetLife Stadium, nos Estados Unidos, terão que pagar uma tarifa significativamente mais alta para utilizar o transporte ferroviário entre Nova York e East Rutherford, em Nova Jersey.
De acordo com as informações divulgadas pelo comitê organizador local e a agência de transportes, a passagem especial de ida e volta custará US$ 150 — valor cerca de 12 vezes superior à tarifa normalmente cobrada no trajeto regular até o complexo esportivo.
A medida foi anunciada como forma de custear a operação extraordinária necessária para atender à demanda durante o torneio. Segundo a direção da New Jersey Transit, o esquema especial de mobilidade deverá gerar um gasto aproximado de US$ 48 milhões.
O presidente da agência, Kris Kolluri, afirmou que a cobrança diferenciada busca evitar que passageiros do sistema público arquem com despesas relacionadas ao evento esportivo.Segundo ele, a proposta é transferir o custo adicional diretamente aos torcedores que utilizarão o serviço durante os jogos.
"Ninguém entre as pessoas com quem conversei considera justo que os usuários honestos e sensatos de Nova Jersey arquem com esse custo por anos. São os torcedores que comparecem ao jogo que deveriam assumir esse ônus",contou.
Para cada partida realizada no estádio, serão disponibilizados cerca de 40 mil bilhetes ferroviários exclusivos para deslocamento até a arena, localizada a aproximadamente 30 quilômetros de Manhattan. O tempo médio da viagem é estimado em cerca de 30 minutos.
Além do transporte por trilhos, a organização também anunciou uma alternativa complementar por ônibus fretados. Nesse caso, as passagens de ida e volta custarão US$ 80.
Ao todo, o MetLife Stadium deve receber oito partidas da Copa do Mundo, incluindo a final marcada para 19 de julho de 2026. A arena tem capacidade para aproximadamente 78 mil espectadores.
A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, fez duras críticas à FIFA após o anúncio de aumento expressivo nas tarifas de trem durante a Copa do Mundo FIFA 2026. Segundo informações do jornal The Athletic, o trajeto entre a Penn Station, em Nova York, e o MetLife Stadium poderá ultrapassar US$ 100 (cerca de R$ 500) ida e volta em dias de jogos.
Atualmente, o mesmo percurso custa cerca de US$ 12,90 (R$ 65), o que representa uma elevação de aproximadamente 775% no valor da tarifa.
Diante do cenário, Sherrill afirmou que a entidade máxima do futebol não contribui financeiramente para os custos logísticos do evento, mesmo com receitas bilionárias.
"Herdamos um acordo em que a Fifa não contribui com um único dólar para o transporte durante a Copa do Mundo. Com isso, a New Jersey Transit fica com uma conta de US$ 48 milhões para transportar com segurança 40.000 torcedores. A Fifa está faturando US$ 11 bilhões com esta Copa do Mundo e cobrando até US$ 10 mil dólares por um único ingresso para a final", declarou.
A governadora também criticou o impacto da medida para a população local e afirmou que pretende evitar que os custos sejam repassados aos usuários do sistema.
"Não vou deixar os passageiros de Nova Jersey com essa conta pelos próximos anos. Isso não é justo. A Fifa deveria pagar pelas viagens, mas se não o fizer, não vou deixar que os passageiros de Nova Jersey sejam lesados", completou.
Além das críticas, Sherrill defendeu que a FIFA participe do financiamento do transporte público durante o torneio, considerando o volume de torcedores esperado e a pressão sobre a infraestrutura local.
O MetLife Stadium, localizado em Nova Jersey, será um dos principais palcos da Copa do Mundo, incluindo jogos decisivos, o que deve intensificar a demanda por transporte entre o estado e Nova York durante o período do torneio.
Segundo o jornal O Globo, também houve detenções por invasão de propriedade, agressão, assédio, ato obsceno, porte de maconha, resistência à prisão e por ameaça de terrorismo. Na última semana, Axl Rose contou que a banda chegou a ser detida na fronteira para o Canadá por posse de armas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.