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ninha do gheto
No podcast Bargunça desta terça-feira (8), durante o quadro “Quem Você Levaria para o Boteco?”, Ninha do Gheto revelou que não levaria o cantor Igor Kannário. “Falar de Kannário é mexer em um ninho de marimbondo. Já começo dizendo que não levaria ele para lugar nenhum”.
Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. Nesta edição, Mithra apresentou o programa ao lado do cantor Chiclete Ferreira.
Segundo Ninha, Kannário é um ótimo artista. “Ele tem uma magia que prende você nele, de uma forma que você faz tudo por ele. Isso explica o fanatismo das pessoas por ele, e eu respeito isso. Quando está no palco com o Kannário é uma energia surreal, ele é um artista foda”, contou.
Em seguida, ela esclarece que as opiniões dela sobre o cantor não são baseadas nas brigas que o marido dela, Chiclete Ferreira, teve com ele, e sim em experiências próprias que ela vivenciou no período em que foi produtora do artista.
“Como pessoa, ele tem transtorno de dupla personalidade. Eu não sou psiquiatra para afirmar qual o problema dele, mas ele deixa marcas, nas pessoas, inesquecíveis do lado negativo. Quando está tudo bem, que o beneficia de alguma forma, você é o melhor para ele. Do nada, ele te bloqueia sai da sua vida e você nem sabe o que aconteceu. Não tem a capacidade de reconhecer a qualidade das pessoas, de dar mérito pelo trabalho das pessoas”, apontou Ninha.
Por fim, ela alegou ter muito respeito pelos fãs dele, porém sendo uma pessoa que conviveu com ele e "sofreu as consequências das atitudes dele", ela não o levaria para o boteco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.