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nina de freitas
O mês de novembro foi de fortes emoções para Clara Buarque. A filha do cantor Carlinhos Brown, que completou 25 anos no último dia 23 de novembro, mesma data do artista, estreou nos cinemas, esteve nos palcos ao lado de toda família e conheceu pessoalmente a irmã mais velha, Nina de Freitas, primeira filha de Brown.
O relato foi compartilhado por Clara nas redes sociais durante a celebração do aniversário dela, que aconteceu em Salvador e reuniu amigos, familiares e parte do elenco de ‘Ó Paí, Ó 2’. No Instagram, Clara disse que estava conhecendo pessoalmente a irmã mais velha, que vive nos Estados Unidos.
“Minha irmã mais velha que mora há 30 anos nos Estados Unidos e eu só pude conhecer agora. Amo você, Nina! Esses dias foram especiais!”, escreveu a jovem.

Nina é fruto do relacionamento de Brown com Raquel Machado. A jovem de 33 anos, que vive nos Estados Unidos há 30, seguiu a carreira artística e surpreendeu o público do Afropunk Bahia ao apresentar uma música autoral durante o show de Brown.
Discreta, o perfil de Nina no Instagram tem registros dos trabalhos dela na música, todos em inglês, e alguns poucos momentos em família, porém, sempre com declarações especiais.
Já Clara Buarque, fruto do relacionamento de Brown com Helena Buarque, costuma compartilhar um pouco mais da vida na web e é conhecida do público pelo trabalho na TV. A jovem estreou neste ano nas novelas em ‘Travessia’, e já esteve em séries e no teatro. Em entrevista ao Bahia Notícias, a artista revelou que deseja investir na música no próximo ano.
Além de Nina e Clara, Brown é pai de Chico Brown, Cecília, Leila da relação com Helena Buarque, Miguel fruto da relação com Vânia Ferso, Maria Menah e Daniel, os caçulas, da relação com a psicóloga Danielle Barvanelle.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.