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niki lauda
Responsável pelas coberturas da Fórmula 1 desde 1969, o jornalista Roger Benoit compartilhou recentemente uma série de histórias de bastidores envolvendo grandes nomes do automobilismo mundial. Os relatos foram publicados pela revista alemã Sport BILD e reúnem episódios pouco conhecidos ao longo de mais de quatro décadas de cobertura.
Entre os casos citados pelo suiço, está um desentendimento entre Ayrton Senna e Michael Schumacher durante testes realizados em 1992, no circuito de Hockenheim, na Alemanha. De acordo com Benoit, o brasileiro procurou o alemão após se sentir prejudicado na pista.
"Senna foi até a garagem da Benetton para questioná-lo, e Schumacher respondeu de forma arrogante, mandando que ele fosse embora", relatou o jornalista.
As memórias também abordam episódios fora das pistas envolvendo Schumacher, como uma comemoração especial em seu 400º Grande Prêmio, organizada com participação do então dirigente da categoria, Bernie Ecclestone.
Outro momento destacado envolve Niki Lauda. Benoit afirma ter acompanhado de perto a recuperação do piloto após o grave acidente no GP da Alemanha de 1976, no circuito de Nürburgring. Segundo ele, semanas após o ocorrido, o austríaco já demonstrava intenção de retornar às pistas.
"Esperei no corredor do hospital. Primeiro saiu um padre, depois a mulher dele. Pouco tempo depois, Lauda já pensava em voltar a correr", contou.
Os relatos também incluem histórias sobre o perfil pessoal de Lauda, descrito como um competidor de personalidade forte ao longo da carreira.
As histórias fazem parte de um conjunto de memórias acumuladas ao longo de décadas e ajudam a revelar bastidores pouco conhecidos de algumas das maiores figuras da história da Fórmula 1.
Puxando para um contexto mais recente, uma história sobre Sebastian Vettel, Benoit relembra um episódio curioso após sua primeira vitória na Fórmula 1, em 2008, pela Toro Rosso. Segundo ele, no dia seguinte ao triunfo em Monza, a equipe recebeu uma cobrança financeira prevista em contrato pelo resultado alcançado.
A Ferrari prepara uma homenagem para o GP da Itália de 2025, que acontece neste domingo (7), em Monza. A equipe vai levar para a pista uma versão retrô da SF-25, em alusão aos 50 anos da conquista do primeiro título mundial de Niki Lauda pela escuderia.
O tributo estará estampado no carro e também no uniforme da equipe. A pintura, que mistura vermelho clássico, listras brancas e detalhes em prata metálico, faz referência ao modelo 312 T, pilotado pelo austríaco em 1975. Até mesmo os números dos carros de Charles Leclerc (#16) e Lewis Hamilton (#44) seguirão o estilo da época: pretos sobre fundo branco retangular. A tampa do motor será totalmente branca, enquanto a asa traseira trará acabamento prateado, lembrando as peças de alumínio usadas antes da era da fibra de carbono. Veja as imagens abaixo:
Além do carro, Leclerc e Hamilton terão macacões, capacetes e sapatilhas com design inspirado nos anos 1970, acompanhando o visual especial que será usado por toda a equipe de Maranello durante o fim de semana.

Foto: Divulgação/Scuderia Ferrari
No dia 7 de setembro de 1975, Lauda cruzou a linha de chegada em terceiro lugar no GP da Itália, resultado suficiente para confirmar o campeonato mundial. A vitória ficou com o companheiro Clay Ragazzoni, que garantiu também o título de construtores para a Ferrari, quebrando um jejum de 11 anos sem conquistas.
Lauda defendeu a Ferrari por quatro temporadas, conquistando dois de seus três títulos na Fórmula 1 (1975 e 1977). O terceiro veio pela McLaren, em 1984. Entre 1971 e 1985, somou 25 vitórias, 24 poles e 54 pódios.

Foto: Divulgação
Apelidado de "Mouse" (Rato) ou "Super Mouse" (Super Rato) em referência aos seus dentes proeminentes, Niki Lauda também é bastante lembrado pelo acidente sofrido no GP da Alemanha de 1976, em Nurburgring, que o deixou com sequelas físicas e psicológicas, quase custando sua vida. Relembre no vídeo abaixo:
Vídeo: História na Rede/YouTube
Figura icônica do automobilismo, o austríaco morreu em 2019, aos 70 anos, vítima de complicações renais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.