Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
nicolle bahls
Victor Ramos relembra fase de 'glamour', relacionamentos famosos e impacto do extracampo na carreira
Conhecido no início da carreira pela segurança dentro de campo e pelo estilo "garanhão" fora dele, Victor Ramos voltou a revisitar um capítulo marcante de sua trajetória durante entrevista ao BN na Bola. Entre os bastidores do futebol, mudanças de países, relacionamento com celebridades e a pressão do alto nível, o zagueiro abriu o jogo sobre a fase em que seu nome estampava páginas esportivas e de entretenimento — muitas vezes ao mesmo tempo.
Um dos episódios mais lembrados é o namoro com a ex-panicat Nicole Bahls, que colocou o então jovem defensor do Vitória no centro dos holofotes nacionais. À época, Victor despontava como uma das promessas defensivas do país e vivia um momento de grande evidência, dentro e fora dos gramados. Mas, segundo ele, a exposição trouxe aprendizados e também obstáculos.
"A gente tem que estar preparado pra tudo. No Vasco isso me atrapalhou um pouco porque eu era muito jovem e a mudança foi brutal. Comecei no Vitória, fui pra Bélgica e voltar para o Brasil, logo para o Rio de Janeiro, é pesado. Tinha todo aquele glamour do Rio, jogando em time grande. Foi complicado. Conheci pessoas, tinha extracampo. Eu me machucava muito e não consegui mostrar o meu valor", relembrou.
Apesar da fase agitada, Victor afirma que nunca deixou de cumprir seu papel profissional. "Tive alguns relacionamentos com mulheres famosas. Na época eu era solteiro, queria viver a vida. Tinha oportunidades e me relacionei. Mas nunca deixei de honrar meu compromisso com os clubes. Sempre soube separar", frisou.
O zagueiro conta que frequentava lugares mais reservados, mas nem sempre era possível fugir dos flashes. A faceta midiática, segundo ele, ficou no passado. Com maturidade, diz ter mudado o ritmo — e as prioridades.
"Eu sou homem, gosto de mulher. Estava solteiro e faz parte. Saía, ia para um lugar mais reservado, mas infelizmente um ou outro tirava foto. Faz parte da vida. Hoje sou outra pessoa", contou. Não me arrependo do que fiz, mas sou muito mais centrado. Odeio exposição hoje em dia, pra mim o menos é mais. Hoje estou com outra pessoa, uma pessoa bacana, e estou muito feliz. Então não tem por que se expor", concluiu.
O fã de esporte pode assistir a melhor resenha do futebol baiano no canal do Bahia Notícias no YouTube. Se inscreva no canal, compartilhe com os amigos e ative as notificações!
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.