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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

new england patriots

Seahawks dominam Patriots, vencem o Super Bowl LX e conquistam o bicampeonato da NFL
Foto: Divulgação

O Seattle Seahawks voltou ao topo da NFL. Na noite deste domingo (8), a franquia superou o New England Patriots por 29 a 13 no Super Bowl LX e confirmou o segundo título de sua história, encerrando um jejum de 12 anos desde a conquista de 2014. 

 

A vitória foi construída, sobretudo, a partir de uma atuação impecável do sistema defensivo comandado pelo coordenador Mike Macdonald. O grupo anulou o ataque dos Patriots durante boa parte do confronto e transformou a noite do quarterback novato Drake Maye em um verdadeiro teste de resistência. Pressionado desde o início, Maye sofreu sucessivos sacks — incluindo uma marca histórica para a posição em um Super Bowl — e teve desempenho limitado, com baixa produção aérea e pouca eficiência dentro da red zone.

 

O JOGO
O Seahawks abriu o placar ainda no primeiro quarto, quando Jason Myers converteu um field goal de 33 jardas após uma campanha consistente, sustentada principalmente pelas corridas de Kenneth Walker III. Desde os minutos iniciais, a defesa de Seattle já ditava o ritmo e forçava os Patriots a se desfazerem rapidamente da bola.

 

No segundo período, o cenário se manteve. Myers voltou a aparecer com dois chutes certeiros, de 39 e 41 jardas, levando o jogo para o intervalo em 9 a 0. Até ali, o ataque de New England somava apenas 48 jardas aéreas, reflexo direto da pressão constante exercida pela linha defensiva adversária. Nas arquibancadas, o clima já era de confiança para os torcedores de Seattle.

 

O terceiro quarto teve novo destaque para Jason Myers. Com mais um field goal, novamente de 41 jardas, o kicker empatou o recorde de mais chutes convertidos em uma única edição do Super Bowl. O placar subiu para 12 a 0, enquanto os Patriots seguiam sem conseguir encontrar soluções ofensivas.

 

No último quarto, o Seahawks transformou o domínio em números definitivos. Sam Darnold conectou um passe de 16 jardas para touchdown com AJ Barner, ampliando a diferença. Em seguida, Seattle aproveitou erros do adversário para acelerar ainda mais. Drake Maye perdeu a posse de bola, recuperada e retornada para touchdown pelos Seahawks, o que levou o placar a 29 a 7 e praticamente selou a decisão.

 

O New England ainda esboçou uma reação tardia, com touchdowns de Hunter Henry, em recepção de 12 jardas, e de Stevenson, mas o esforço não foi suficiente para alterar o destino da partida.

 

Com o apito final, o marcador apontava 29 a 13 e confirmava o bicampeonato do Seattle Seahawks. A equipe encerra a temporada com uma atuação dominante no jogo mais importante do ano.

Novo papa eleito e Seahawks no Super Bowl: superstição volta a animar torcida de Seattle
Foto: Divulgação / Vaticano / Seahawks

A torcida do Seattle Seahawks encontrou mais um motivo curioso para acreditar no título do Super Bowl desta temporada da NFL. Sempre que há a eleição de um novo papa, o time costuma aparecer na grande decisão — e a coincidência voltou a se repetir em 2026. Neste domingo (8), às 20h30 (de Brasília), os Seahawks enfrentam o New England Patriots no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia.

 

Ao longo da história da franquia, o Seattle disputou quatro Super Bowls. Em três deles, a temporada coincidiu com a mudança no comando da Igreja Católica, alimentando uma superstição entre os torcedores.

 

A primeira ocorrência foi em 2005, ano da eleição do papa Bento XVI. Na temporada seguinte, os Seahawks chegaram ao Super Bowl, mas acabaram derrotados pelo Pittsburgh Steelers, por 21 a 10.

 

O cenário mudou em 2013, com a eleição do papa Francisco. Na edição seguinte da decisão da NFL, o Seattle teve uma atuação dominante e conquistou seu primeiro título da liga, ao vencer o Denver Broncos por 43 a 8.

 

Agora, com a eleição do papa Leão XIV, a coincidência voltou a se repetir. Após a mudança no papado, os Seahawks terminaram a temporada regular com a melhor campanha de sua conferência, eliminaram San Francisco 49ers e Los Angeles Rams nos playoffs e garantiram vaga na decisão contra os Patriots.

 

A única exceção dessa relação aconteceu em 2015, justamente em um Super Bowl contra o New England Patriots. Naquele ano, não houve eleição de papa e o Seattle acabou derrotado por 28 a 24, em um dos jogos mais marcantes da história da NFL.

 

Apesar de ser norte-americano, o novo pontífice, Robert Francis Prevost, não tem um time do coração no futebol americano. O papa Leão XIV é fã de beisebol, torcendo pelo Chicago White Sox, além de demonstrar interesse por tênis.

 

Trauma contra os Patriots
A derrota de 2015 ainda é um trauma para a torcida dos Seahawks. O jogo foi decidido nos segundos finais, quando o quarterback Russell Wilson lançou um passe na linha de uma jarda que foi interceptado por Malcolm Butler, faltando apenas 22 segundos para o fim da partida.

 

O touchdown colocaria Seattle muito próximo do bicampeonato consecutivo, mas a decisão pela jogada é contestada até hoje. Na ocasião, os Seahawks contavam com Marshawn Lynch, um dos corredores mais dominantes da história da NFL.

 

Após aquele Super Bowl, o Seattle voltou aos playoffs algumas vezes, mas sem retornar à decisão. A esperança agora está no quarterback Sam Darnold. A equipe vive sua melhor temporada em aproveitamento nos últimos anos, com 14 vitórias e apenas três derrotas na temporada regular, além de dois triunfos nos playoffs até chegar à final.

Seattle Seahawks será vendido após o Super Bowl, revela jornal americano
Foto: Divulgação / Redes Sociais / @Seahawks

Uma das franquias envolvidas na disputa do título da atual temporada da NFL será vendida após o Super Bowl. Segundo informação divulgada pela ESPN norte-americana nesta sexta-feira (30), o Seattle Seahawks passará por um processo de venda depois da decisão da liga.

 

Atualmente, a franquia é administrada por Jody Allen, irmã de Paul Allen, fundador da Microsoft e antigo proprietário do clube, falecido em 2018 em decorrência de um câncer. Conforme definido no testamento de Paul Allen, Jody atua como administradora com a orientação de que, em determinado momento, a equipe seja vendida e os recursos arrecadados destinados a instituições de caridade.

 

Paul Allen adquiriu o Seattle Seahawks em 1997, em uma negociação que evitou a mudança da equipe para outra cidade. Desde então, o clube viveu o período mais vitorioso de sua história. Sob a administração da família Allen, os Seahawks conquistaram 10 títulos de divisão, quatro títulos de conferência e um Super Bowl, vencido na temporada de 2014.

 

De acordo com o Sportico, portal especializado em negócios do esporte, a franquia está avaliada em US$ 6,59 bilhões, valor que pode ser ampliado em caso de um novo título da NFL.

 

Além dos Seahawks, Paul Allen também foi proprietário do Portland Trail Blazers, da NBA, e detinha 25% de participação no Seattle Sounders, da MLS. O Blazers foi colocado à venda em maio de 2025 e teve a negociação concluída em agosto, por aproximadamente US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões).

 

Dentro de campo, o Seattle Seahawks encara o New England Patriots no Super Bowl, marcado para o próximo domingo (8), às 20h30 (de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. Campeão em 2014, o Seahawks busca o segundo título da sua história, enquanto o Patriots tenta a sétima conquista, o que o isolaria como maior vencedor do Super Bowl.

New England Patriots interrompe atividades no BlueSky após solicitação da NFL
Foto: Reprodução / Instagram (@patriots)

 

Nos Estados Unidos, a plataforma de mídia social Bluesky tem crescido bastante nos últimos meses, mas os números não tem conquistado a comoção da representação da National Football League (NFL), porque a principal entidade do futebol americano nos EUA tomou uma decisão que confirma esse distanciamento: solicitou o rompimento das atividades do New England Patriots na rede social.

 

Os Patriots é um time da NFL, que inicialmente tinha um perfil oficial no aplicativo concorrente ao “X” (antigo Twitter), mas receberam a instrução do escritório da liga nacional de futebol americano para remover do ar a conta dedicada à equipe.

 

Fred Kirsch, vice-presidente da Kraft Sports + Entertainment/New England Patriots, explicou recentemente o contexto do pedido da NFL e o acato dos Patriots, que foi inicialmente veiculado pelo jornalista Sean Keeley, do Awful Announcing.

 

Depois de se deparar com uma mensagem perguntando o motivo da equipe não ter um perfil oficial no Bluesky e pedindo para que os Patriots considerassem a ideia de adentrar a plataforma, Kirsch esclareceu a dúvida de forma básica.

 

“Bem, agora não temos permissão para isso. Tivemos uma conta brevemente no Bluesky, mas a liga nos pediu para tirá-la do ar porque ainda não é uma plataforma de mídia social aprovada para a NFL”, disse Fred.

 

O gestor da Kraft Sports + Entertainment visualiza que eventualmente, a entidade vai aderir a plataforma e adicionar uma lista de times aprovados pela liga.

 

“Então, estamos prontos para ir. Quando a liga nos der sinal verde, voltaremos para Bluesky”, analisou.

 

A última declaração da NFL sobre este assunto foi feita em novembro, logo após a eleição presidencial norte-americana (outro fato identificado como motivação do aumento de usuários que deixaram o “X” de lado), demonstrando ter consciência do crescimento do Bluesky, mas permanecendo relutantes sobre a ideia de aproximação do app.

 

A NFL disse que estava “ciente da Bluesky, mas atualmente não tem presença oficial na plataforma”, de acordo com uma afirmativa do Front Office Sports.

 

O que pode explicar o posicionamento é a longevidade do relacionamento da liga nacional do futebol americano estadunidense com outras plataformas de mídia social. A conta oficial no X da NFL está ativa desde janeiro de 2009, enquanto no Facebook, eles atuam desde abril daquele mesmo ano.

 

O Bluesky cresceu nos últimos meses em meio à compra do X efetuada pelo bilionário Elon Musk, cuja nova governança da plataforma foi criticada, o que gerou, consequentemente, a alta evasão da rede social. Hoje, o Bluesky possui o número de 28 milhões de usuários, sendo boa parte deles conquistados recentemente.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

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