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neutralidade
O União Brasil anunciou oficialmente, na tarde desta terça-feira (4), que adotará posição de neutralidade na eleição para a Presidência da República nas eleições de 2026. A resolução foi deliberada e aprovada durante a Convenção Nacional da legenda.
Com a decisão, os candidatos da Federação União Progressista (da qual o União Brasil faz parte) ficam liberados para apoiar, em seus respectivos estados e palanques regionais, os postulantes ao Planalto que melhor dialoguem com as composições e conveniências políticas locais.
A estratégia visa garantir flexibilidade nas alianças estaduais para governos estaduais e bancadas no Congresso Nacional, evitando divisões internas no partido diante do cenário de polarização nacional. Em declaração divulgada em nota oficial, o presidente nacional do partido, Antonio Rueda, fala que a medida reflete a consolidação da legenda no cenário político do país.
"Tenho consciência do peso político que a Federação União Progressista tem nacionalmente e que temos nomes extremamente preparados para todos os cargos. A posição que estamos adotando reflete a nossa maturidade política", afirma Rueda.
Com uma das maiores bancadas do Congresso e expressivo tempo de TV e fundo eleitoral, o posicionamento de neutralidade do União Brasil reorganiza o tabuleiro das articulações eleitorais, permitindo que palanques nos estados abriguem apoios a diferentes candidatos à Presidência.
Leia a nota oficial na íntegra:
"O União Brasil decidiu, em Convenção Nacional realizada na tarde desta terça-feira (4), adotar neutralidade na disputa eleitoral para Presidente da República nas eleições de 2026.
Sendo assim, a Federação União Progressista, da qual o União Brasil faz parte, libera seus candidatos e candidatas para apoiarem, em seus estados, os presidenciáveis que melhor se ajustem às articulações regionais e locais.
Tenho consciência do peso político que a Federação União Progressista tem nacionalmente e que temos nomes extremamente preparados para todos os cargos. A posição que estamos adotando reflete a nossa maturidade política", define Antonio Rueda, presidente nacional do União Brasil.
A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Bahia (OAB-BA), Daniela Borges, afirmou que a entidade deve manter postura neutra, mesmo que advogados, individualmente, tenham posicionamentos políticos. A declaração foi feita nesta sexta-feira (27), durante a posse do procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia.
“Com toda certeza, a gente tem uma preocupação imensa de ter uma instituição que não se envolve no lado A, B ou C da política. Nosso papel institucional é trabalhar sempre na defesa da Constituição e do processo eleitoral, tão importante para garantir a nossa democracia, sempre nessa equidistância. As pessoas, nas suas individualidades, vão ser cidadãos e ter suas posições, mas a instituição efetivamente se mantém à parte disso”, declarou.
A presidente também destacou a atuação da OAB-BA no ano eleitoral de 2026.
“A OAB sempre trabalha na perspectiva de observatório, para que a gente tenha um processo eleitoral democrático e transparente. Ao mesmo tempo, atuamos na defesa das prerrogativas dos advogados, que estão no dia a dia do processo eleitoral, representando diferentes partes”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Monteiro
"Nossa campanha é uma só".
Disse o secretário de Cultura da Bahia Bruno Monteiro ao comentar a relação das campanha ao governo da Bahia e a disputa presidencial.