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Uma das franquias envolvidas na disputa do título da atual temporada da NFL será vendida após o Super Bowl. Segundo informação divulgada pela ESPN norte-americana nesta sexta-feira (30), o Seattle Seahawks passará por um processo de venda depois da decisão da liga.
Atualmente, a franquia é administrada por Jody Allen, irmã de Paul Allen, fundador da Microsoft e antigo proprietário do clube, falecido em 2018 em decorrência de um câncer. Conforme definido no testamento de Paul Allen, Jody atua como administradora com a orientação de que, em determinado momento, a equipe seja vendida e os recursos arrecadados destinados a instituições de caridade.
Paul Allen adquiriu o Seattle Seahawks em 1997, em uma negociação que evitou a mudança da equipe para outra cidade. Desde então, o clube viveu o período mais vitorioso de sua história. Sob a administração da família Allen, os Seahawks conquistaram 10 títulos de divisão, quatro títulos de conferência e um Super Bowl, vencido na temporada de 2014.
De acordo com o Sportico, portal especializado em negócios do esporte, a franquia está avaliada em US$ 6,59 bilhões, valor que pode ser ampliado em caso de um novo título da NFL.
Além dos Seahawks, Paul Allen também foi proprietário do Portland Trail Blazers, da NBA, e detinha 25% de participação no Seattle Sounders, da MLS. O Blazers foi colocado à venda em maio de 2025 e teve a negociação concluída em agosto, por aproximadamente US$ 4 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões).
Dentro de campo, o Seattle Seahawks encara o New England Patriots no Super Bowl, marcado para o próximo domingo (8), às 20h30 (de Brasília), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. Campeão em 2014, o Seahawks busca o segundo título da sua história, enquanto o Patriots tenta a sétima conquista, o que o isolaria como maior vencedor do Super Bowl.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.