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negociacoes de acoes
A Braskem anunciou, nesta segunda-feira (6), que a estatal de petróleo de Abu Dhabi, Adnoc, voltou atrás nas negociações com a Novonor (ex-Odebrecht) para adquirir participação da empresa na petroquímica brasileira.
“Fomos informados pela Adnoc que não têm interesse em dar continuidade ao processo de análise e negociações com a Novonor sobre a potencial transação”, afirmou a Novonor em comunicado publicado pela Braskem em fato relevante ao mercado.
De acordo com o BPMoney, parceiro do Bahia Notícias, após o anúncio, as ações da petroquímica desabaram. Por volta das 11h (horário de Brasília), os papéis da companhia recuavam 14,53%, cotados a R$ 19,70.
Em novembro do ano passado, a Braskem confirmou que o grupo havia feito uma proposta não vinculante de R$ 10,5 bilhões pela participação de 38,3% que a Novonor possui na Braskem.
Na ocasião, as ações da petroquímica dispararam e fecharam o pregão do dia da proposta com a maior alta do Ibovespa. Os papéis da companhia avançaram 15,57%, a R$ 19,98.
VENDAS DE RESINAS CAEM
O volume de vendas de resinas da Braskem no mercado nacional caiu 5% no primeiro trimestre de 2024, ante o mesmo período em 2023, somando 839 mil toneladas, conforme exposto no relatório da companhia divulgado nesta sexta-feira (26).
A Braskem atribuiu a queda anual à priorização de vendas com maior valor agregado nos três meses.
O crescimento das vendas, na comparação trimestral, foi decorrente da maior demanda de polietileno (PE) e polipropileno (PP). Além disso, no período houve a recomposição dos estoques na cadeia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.