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Um dos cotados ao título de música do Carnaval com "Nego Doce", O Kannalha agitou a galera no Circuito Dodô, na Barra-Ondina, nesta sexta-feira (9). Em conversa com o Bahia Notícias, o cantor falou sobre a repercussão da obra e citou o reconhecimento de Ivete Sangalo, que escolheu a sua música como uma das três melhores para entrar nas playlists da festa.
"Foi incrível ouvir a galera curtindo 'Nego Doce'. Fiquei muito feliz que hoje, em parceria com o Spotify, teve uma brincadeira que rolou sobre as três músicas que não poderiam faltar na playlist do Carnaval e Ivete citou a nossa música. Fiquei feliz demais. A proporção que 'Nego Doce' tem tomando nesse Carnaval é incrível", comentou o artista.
Danrlei, nome de batismo do Kannalha, também disse que imaginava o reconhecimento por ele e sua equipe se dedicarem demais e fez questão de ressaltar o fato de carregar a bandeira do pagode.
"É um reconhecimento que eu imaginava ter porque eu trabalho demais. Por trás das câmeras, a gente é muito dedicado e se esforça muito. Tudo isso que vem acontecendo é fruto de muita semente que a gente tem plantado. Eu estou muito feliz de ter o reconhecimento dessas pessoas e está levando a bandeira do pagode. Essa nova geração chegando levando toda uma caminhada de muitas pessoas que passaram por aqui. Hoje, está à frente disso está sendo incrível", disse O Kannalha.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.