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Artigos

Nágila Maria
Quando o mundo se arma, as mulheres morrem
Foto: Ricardo Filho/ Divulgação

Quando o mundo se arma, as mulheres morrem

O mundo atravessa um tempo de instabilidade profunda. Conflitos armados se prolongam, alianças se reorganizam e discursos de força substituem negociações diplomáticas. A guerra voltou ao centro da política internacional, seja no confronto entre Rússia e Ucrânia, na escalada de violência envolvendo Israel, Hamas e Irã ou nas tensões entre Estados Unidos e China.

Multimídia

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner

Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Durante entrevista ao Projeto Prisma, no Bahia Notícias, nesta quinta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) negou que a chapa majoritária para as eleições deste ano já esteja definida. A declaração chega após o senador Jaques Wagner (PT) anunciar a chapa majoritária completa da base governista para a disputa das eleições de 2026.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

nazista

Uefa pune Real Madrid após gesto nazista de torcedor em partida da Liga dos Campeões
Foto: Reprodução / TNT Sports

O Comitê de Controle, Ética e Disciplina da Uefa puniu o Real Madrid nesta sexta-feira (6) após um torcedor ter sido flagrado fazendo uma saudação nazista durante partida contra o Benfica pela Liga dos Campeões da Europa. O episódio ocorreu no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri, e foi captado pelas câmeras de transmissão do evento antes do início do confronto de volta entre as equipes espanhola e portuguesa.

 

A entidade determinou uma multa de 15 mil euros (cerca de R$ 90 mil) ao clube espanhol e ordenou o fechamento parcial do estádio Santiago Bernabéu em um próximo jogo da Uefa em caso de reincidência. A decisão estabelece que o clube deverá manter a vigilância sobre o comportamento de seus adeptos para evitar a execução imediata da interdição de setores da arquibancada em compromissos internacionais futuros.

 

Segundo a decisão, cerca de 500 assentos localizados na parte inferior da arquibancada sul deverão ser interditados se um novo episódio de comportamento racista ou discriminatório envolvendo torcedores do Real Madrid voltar a ocorrer dentro de um período de um ano. O setor mencionado abriga a chamada "Grada Fan", local onde o responsável pelo gesto foi identificado pelos sistemas de monitoramento do estádio.

 

De acordo com o clube espanhol, agentes de segurança do próprio Real Madrid identificaram o responsável logo após o episódio e o retiraram do estádio antes do início da partida. A agilidade na identificação do indivíduo foi levada em conta no processo, mas não isentou a instituição da responsabilidade coletiva perante os regulamentos disciplinares da federação europeia.

 

Em comunicado oficial, a UEFA afirmou que a punição foi aplicada devido ao"comportamento racista e/ou discriminatório de torcedores". O texto detalha a aplicação das normas para coibir manifestações ideológicas e preconceituosas dentro das arenas esportivas sob sua jurisdição.

 

"Aplicar multa de € 15.000 ao Real Madrid CF e ordenar o fechamento parcial do estádio do Real Madrid CF (ou seja, 500 assentos adjacentes na arquibancada sul inferior) durante a próxima partida de competição de clubes da UEFA em que o Real Madrid CF jogar como mandante, devido ao comportamento racista e/ou discriminatório de seus torcedores. Este fechamento do estádio fica suspenso por um período experimental de um (1) ano, a partir da data desta decisão", citou a nota na íntegra.

MPF denuncia organizadores de festival 'Facada Fest' por pôster com Bolsonaro nazista
Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra os organizadores do festival de rock paraense “Facada Fest” por injúria e apologia ao crime, após a divulgação de pôster que mostrava o presidente Jair Bolsonaro associado a imagens depreciativas. 

 

Os cartazes em questão mostram chefe do Executivo caracterizado como nazista, vomitando fezes e associado às queimadas, mortes e violência, além dele vestido como o palhaço Bozo, sendo morto por empalamento. 

 

Para o MPF, o material ofende a dignidade do mandatário e o próprio nome do evento seria uma forma de exaltar a tentativa de homicídio contra Bolsonaro, durante a campanha à presidência, em 2018.

 

Segundo o site Conjur, os organizadores do “Facada Fest” impetraram pedido de Habeas Corpus, alegando que o Ministério Público não descreve a conduta de cada um dos acusados e tampouco a data em que os supostos delitos teriam ocorrido.

 

"O inquérito não traz em seu bojo nenhuma perícia que comprove as acusações, não contextualiza o que seria na verdade o festival de rock em comento, não revela quando ou como cada publicação foi produzida ou chegou aos autos, e nem se existe quebra de sigilo telefônico, de contas do Facebook ou de outra rede social citada no inquérito", diz o texto do HC impetrado pela defesa. O processo corre na 4ª Vara Federal Criminal do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

 

O inquérito foi aberto em resposta a requerimento assinado a pedido de Sérgio Moro, em 2019, enquanto ocupava o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.

Alvim diz que discurso nazista foi 'engano terrível' que quase lhe custou a vida
Foto: Reprodução

O ex-secretário de Cultura do governo federal Roberto Alvim falou sobre o discurso com referências nazistas proferido em janeiro do ano passado (relembre aqui). Segundo ele, a sua declaração, que causou a sua exoneração, foi um "engano terrível" que quase lhe custou a vida. 

 

O novo posicionamento do ex-titular se deu nesta sexta-feira (8), um ano depois do ocorrido, através de uma mensagem enviada à coluna de Mônica Bergamo, na Folha. 

 

"Meu maior erro, sem nenhuma dúvida, foi esse maldito discurso. Obviamente não sou nazista e sempre nutri repugnância radical por essa ideologia totalitária e assassina", afirma Alvim. 

 

"Reitero que ignorava a origem nefasta da frase, e que se soubesse, jamais a teria pronunciado. A frase em si não tinha nenhuma conotação nazista, por isso não percebi nada de errado", diz Alvim.

 

"De qualquer forma, mesmo ignorando, ter deixado aquilo passar no meu discurso foi um engano terrível —que, repito, quase me custou a vida. Pedi e peço novamente perdão por isso a todos que feri e decepcionei, incluindo o Presidente Jair Bolsonaro e, sobretudo, a comunidade judaica, pela qual nutro respeito e amor incondicionais", escreve Alvim.

 

Conforme publicou a coluna, Roberto Alvim está preparando um livro que deve ser lançado em março deste ano. 

 

Confira na íntegra o texto enviado pelo dramaturgo à coluna:

 

"Não vou culpar nenhuma pessoa pelo que ocorreu. Como líder, a responsabilidade final era minha. E eu a assumi plenamente, o que me custou muito caro... Tenho um código de conduta de jamais apontar o dedo publicamente para qualquer membro de uma equipe que eu esteja liderando, tanto no teatro quanto no governo, e permanecerei agindo assim.

 

Não tenho medo de afirmar que cometi poucos erros em minha vida. Artisticamente, nenhum. Assino embaixo de todas as minhas mais de 100 peças teatrais, escritas e encenadas no Brasil e em outros países. No âmbito pessoal, errei com minha esposa e com meu filho, por negligenciá-los em um certo período turbulento...

 

Mas meu maior erro, sem nenhuma dúvida, foi esse maldito discurso. Obviamente não sou nazista e sempre nutri repugnância radical por essa ideologia totalitária e assassina. Atestando o que afirmo, cito minhas repetidas menções em entrevistas acerca da grandeza de nossa herança judaico-cristã; ter composto minha equipe com pessoas como André Sturm, meu Secretário do Audiovisual, e Mauricio Waissman, coordenador dos Pontos de Cultura, diretamente nomeados por mim; e o fato de que, duas semanas antes do ocorrido, eu havia lançado uma mensagem de fim de ano na qual meu filho estava ao meu lado vestindo uma camiseta com a bandeira de Israel, dada a ele por mim.

 

Reitero que ignorava a origem nefasta da frase, e que se soubesse, jamais a teria pronunciado. A frase em si não tinha nenhuma conotação nazista, por isso não percebi nada de errado. De qualquer forma, mesmo ignorando, ter deixado aquilo passar no meu discurso foi um engano terrível - que, repito, quase me custou a vida. Pedi e peço novamente perdão por isso a todos que feri e decepcionei, incluindo o Presidente Jair Bolsonaro e, sobretudo, a comunidade judaica, pela qual nutro respeito e amor incondicionais.

 

Agora é chegada a hora de seguir em frente. Estou vivo e não posso deixar que toda a minha existência fique reduzida a esse episódio degradante.

 

Fui diretor de teatro e dramaturgo por 30 anos, formei toda uma geração de autores, diretores e atores em minhas aulas por 20 anos, no Brasil e na Europa, sempre me pautando pela dignificação da arte e da condição humana.

 

Sei quem eu sou.
E vou seguir trabalhando.
Ainda não terminei".

Entidade judaica repudia tentativa de Bolsonaro de 'criminalizar' cartunista
Foto: Reprodução

Após o ministro da Justiça, André Luiz Mendonça, pedir que o cartunista Renato Aroeira seja investigado por uma charge crítica ao presidente Jair Bolsonaro (clique aqui e saiba mais), o Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil divulgou uma nota para defender o artista.

 

Reproduzida no Twitter do jornalista Ricardo Noblat, a obra em questão mostra Bolsonaro pintando a cruz vermelha, símbolo da saúde, e transformando em uma suástica nazista.

 

“O Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil repudia a tentativa do presidente da República de criminalizar o trabalho do cartunista Renato Aroeira, na forma de pedido de investigação associado a suposta violação da lei que trata dos crimes contra a Segurança Nacional”, diz o texto publicado, nesta quarta-feira (17), nas redes sociais.

 

“Tal atitude caracteriza mais um passo, enorme e perigoso, em direção à criminalização de qualquer manifestação artística que critique o governo ou algum de seus representantes. Isso é característico de governos totalitários, que designam quais artes são aceitáveis e permitidas e quais são consideradas subversivas e, dessa forma, devem ser banidas”, acrescenta a entidade, destacando a necessidade de condenar “qualquer tipo de perseguição a artistas e suas produções”, pois tais práticas ferem os Direitos Humanos no país.

 

“Se o indivíduo Jair Bolsonaro se sente atingido pela charge em questão, tem todo o direito de acionar a justiça em seu nome, mas não de se utilizar de leis referentes à República Brasileira e à sua segurança”, finaliza o texto.

Artistas se unem após pedido de investigação sobre autor de obra crítica a Bolsonaro
Foto: Reprodução

Mais de 100 chargistas do Brasil se uniram em apoio a Renato Aroeira, após o ministro da Justiça,  André Luiz Mendonça, pedir que a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República investiguem o cartunista por uma charge crítica ao presidente Jair Bolsonaro. 

 

Para apoiar o colega e criticar a censura, os artistas refizeram a charge de autoria de Aroeira, cada um com seu estilo, e lançararam a hashtag #SomosTodosAroeira. Reproduzida no Twitter do jornalista Ricardo Noblat, a obra em questão mostra Bolsonaro pintando a cruz vermelha, símbolo da saúde, e transformando em uma suástica nazista. 

 

De acordo com o pedido do ministro, tanto Aroeira quanto Noblat podem ser enquadrados na  Lei de Segurança Nacional.
 

Demitido da Cultura por discurso nazista, Alvim não teve exoneração da Funarte publicada
Foto: Divulgação / Secretaria Especial da Cultura

O dramaturgo Roberto Alvim, que foi demitido do cargo de secretário especial da Cultura após fazer um pronunciamento com estética e discurso nazista (clique aqui), segue vinculado ao governo. 

 


A exoneração de Alvim da Cultura saiu no dia 17 de janeiro (clique na imagem para ampliar)


De acordo com informações da Folha de S. Paulo, Alvim, que antes de secretário ocupava a diretoria da Fundação Nacional de Artes (Funarte), não teve a exoneração deste cargo publicada no Diário Oficial da União até hoje.


Questionada, a assessoria de imprensa da Funarte informou que "Roberto Alvim foi desvinculado do cargo de diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte ao ser nomeado secretário Especial da Cultura, não sendo permitido o acúmulo de cargos". A assessoria disse ainda que "A Fundação desligou o então diretor de seu quadro no sistema eletrônico de pessoal do Governo" e "não houve mais pagamento de salário por parte da Funarte".

 
A Funarte não justificou, entretanto, a ausência da publicação da exoneração no Diário Oficial. Segundo especialistas, tal medida é essencial, já que, legalmente, nenhuma nomeação ou exoneração tem validade sem que seja publicada. 

'Direita, mas não é nazista': Lavigne vê redução de danos em nomeação de Regina Duarte
Foto: Eny Miranda / Divulgação

Crítica ferrenha da atual gestão do governo federal, a atriz, empresária e produtora cultural Paula Lavigne comentou a possível nomeação de Regina Duarte (clique aqui) para substituir Roberto Alvim na Secretaria Especial da Cultura.

 
“Ela é de direita, mas não é nazista: redução de danos”, disse a esposa de Caetano Veloso à Coluna do Estadão. “Acho que na situação de desmonte total da cultura que estamos vivendo, ter Regina Duarte pode ajudar”, acrescentou.

Após discurso nazista, Rodrigo Maia pede demissão de secretário da Cultura
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Após o secretário Roberto Alvim fazer um pronunciamento no qual utiliza estética e discurso nazista (clique aqui e saiba mais), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pediu o afastamento do titular da Secretaria Especial da Cultura do governo federal.


“O secretário da Cultura passou de todos os limites. É inaceitável. O governo brasileiro deveria afastá-lo urgente do cargo”, escreveu Maia em suas redes sociais, junto a uma matéria sobre o discurso de Alvim.

 

O presidente da Câmara não foi o único a expressar repúdio pelas declarações do secretário. No meio político, as críticas vieram de vários espectros, de esquerda à direita liberal, com manifestações de siglas como Psol, movimento Livres, Novo e PSDB, além de Lula (PT).

 


O presidente da Câmara não foi o único a expressar repúdio pelas declarações do secretário. No meio político, as críticas vieram de vários espectros, de esquerda à direita liberal.

 

 

Irmão de Kevin Spacey diz que ator é pior do que ‘pai nazista’ que o abusou sexualmente
Foto: Divulgação

O irmão mais velho de Kevin Spacey, Randy Fowler, fez fortes declarações sobre o ator em uma entrevista ao “The Sun”, na última quarta-feira (24). Segundo ele, o artista “é pior” do que seu “pai nazista”, Thomas Fowler, que lhe abusou sexualmente na juventude. “Durante toda a minha vida eu protegi o Kevin do meu pai e não adiantou de nada, ele ficou pior do que o meu pai", disse Randy, que há décadas não fala com o irmão famoso. As revelações se dão no momento em que ele lança sua biografia, "A moment in time", na qual descreve os mais de 50 casos de abusos cometidos pelo pai na sua adolescência. Na publicação ele diz ainda que teve vontade de matar o pai e que a relação entre Kevin Spacey e a mãe era “doentia”, já que estes “pareciam mais amantes”. Segundo Randy Fowler, seu irmão é pior do que o pai, que ele chama de “a criatura”, por ter inclinações nazistas, "é pior porque ele [Kevin] tem dinheiro e poder, e com isso ele tem influência”. “O Kevin perdeu o trono que ocupava, ele tirava vantagem das pessoas usando sua riqueza e seu poder”, explicou. “Soube que Kevin deu entrada em uma clínica de dependência sexual. Bem, me desculpe, mas você está no prédio errado. É muito mais grave do que isso", disse. “Os abusos que sofri aconteciam duas ou três vezes por semana e eu achei que tinha protegido o Kevin disso, mas desde o surgimento dessas alegações contra ele eu passei a suspeitar que ele também tenha sido abusado. Como ele não fala comigo, eu provavelmente jamais saberei”, contou Fowler.

 

Em seu livro, o irmão mais novo de Kevin Spacey disse ainda que o artista roubou sua identidade e que age de maneira cruel com os fãs. "Ele é um mentiroso. Como sua adolescência não teve grandes acontecimentos, ele inventou que coisas que aconteceram comigo aconteceram com ele. Então ele está tentando dizer ao mundo que era uma criança problemática salva pelo teatro quando, de fato, foi apenas um menino da mamãe", revelou Randy, que diz acreditar que a redenção do ator só aconteceria após um pedido público de desculpas. "Se meu irmão quiser redimir sua carreira, ele teria que se restituir comigo e pedir perdão ao público por todas as coisas que ele fez", disse. "Só assim o público poderá ver que ele é genuíno em seu remorso e aceitá-lo novamente. Ele poderia me ajudar a promover este livro e ajudar outras vítimas de abuso sexual. Ele só precisa pegar o telefone e me ligar", acrescentou.

Desembargadora nega habeas corpus de editora e livro de Hitler segue proibido
Foto: Reprodução
Foi negado, nesta sexta-feira (5), o pedido de habeas corpus da editora Centauro, para comercializar a reedição do libro “Minha Luta”, de Hitler. A decisão de manter a publicação proibida foi da desembargadora Katya Maria de Paula Menezes Monnerat, da 1ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro. A obra entrou em domínio público desde o dia 1º de janeiro, gerando polêmica e manifestos de escritores brasileiros para o boicote ao manifesto nazista. Na quarta-feira (4), após determinação da 33ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, ficou proibida a venda, exposição e divulgação do livro no Brasil. Após negado habeas corpus, o advogado da editora Centauro, Mario Villas Boas, pede que o caso seja julgado pela turma de desembargadores da 1ª Câmara Criminal, e ainda no STJ, por acreditar que “decisão não fundamentada não é decisão".
 Susan Sarandon chama o Papa Bento XVI de nazista
A atriz e ativista social Susan Sarandon teria chamado o Papa Bento XVI de nazista durante uma discussão pública em um festival de cinema norte-americano em Nova York. Sarandon, que ganhou um Oscar por seu papel no filme ‘Os Últimos Passos de um Homem’ (1995), que é contra a pena de morte, disse ter enviado ao papa uma cópia do livro no qual o filme foi baseado. "Para o último [Papa]. Não esse nazista que temos agora", teria dito ao jornal nova-iorquino New York Newsday.
 
A observação foi feita no sábado (15) em uma entrevista realizada pelo colega e ator Bob Balaban sobre a carreira de Susan durante o Festival de Cinema de Hamptons. O Newsday informou que Balaban gentilmente repreendeu Susan pela declaração, mas ela repetiu. O Papa Bento XVI, nascido na Alemanha como Joseph Ratzinger, foi brevemente membro da Juventude Hitlerista no início dos anos 1940, quando a adesão era obrigatória, informou o Vaticano. Ele abandonou o Exército durante a Segunda Guerra Mundial e disse que, como católicos devotos, seus pais rejeitavam a ideologia nazista.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Lero tentou arriscar, mas o tiro saiu pela culatra. Enquanto isso, parece que só o Cacique ainda tenta sustentar o discurso de chapa do amor. O Galego já parece mais interessado em Harry, enquanto o Correria teve que engolir um elogio pro Cacique. No fim das contas, o povo tem que lembrar que toda aposta tem um vencedor e um perdedor. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Leite

Eduardo Leite
Foto: Mauricio Tonetto / Secom-RS

"Não estamos diante de uma eleição comum". 


Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leo Prates nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista deputado federal Leo Prates nesta segunda-feira
O deputado federal Leo Prates (PDT) é o entrevistado do Projeto Prisma na próxima segunda-feira (2). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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