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navio africano
O comandante de um navio africano, resgatado pela Marinha do Brasil após ficar à deriva no Oceano Atlântico por quase dois meses, morreu na última quinta-feira (9), aos 68 anos. Ele era natural de Gana e foi resgatado em Fortaleza.
A informação foi confirmada pela Secretaria de Direitos Humanos. O homem recebia tratamento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Praia do Futuro. O homem foi resgatado com um quadro de saúde já debilitado e confusão mental.
Segundo o portal g1 Ceará, a gestora de Política Estadual para Migrantes, Refugiados e Apátridas e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da Secretaria de Direitos Humanos, Jamina Teles, a tripulação foi informada da morte do homem através de psicólogos.
Ainda conforme o site, o navio era de origem africana e precisou ser rebocado para o Porto de Fortaleza em março, com 11 pessoas na tripulação, sendo nove naturais de Gana, na África, um dos Países Baixos e outro da Albânia, na Europa. O navio partiu de Senegal, com destino a Guiné-Bissau, em uma viagem que deveria durar cerca de 48 horas.
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"Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que o Brasil precisa “jogar fora o complexo de vira-lata”. A declaração foi feita durante um evento em São Paulo.