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nao renova
Após oito anos, a Disney deixará de exibir a Copa do Nordeste. A ESPN optou por não renovar o contrato de transmissão da principal competição regional do país, após não chegar a um acordo com a Confederação Brasileira de Futebol, responsável pela comercialização do torneio. A informação foi veiculada inicialmente pela coluna f5, da Folha de S.Paulo.
A decisão foi confirmada por representantes da Disney e da CBF. Nesta terça-feira (3), a entidade máxima do futebol nacional realiza um evento em sua sede, no Rio de Janeiro, no qual deve anunciar as emissoras responsáveis pelas transmissões das competições regionais organizadas pela confederação. Além da Copa do Nordeste, estão na pauta a Copa Verde, a Copa Sul-Sudeste e a Copa Centro-Oeste.
A Copa do Nordeste integrava o portfólio da Disney desde 2019, quando os direitos foram herdados com a aquisição do Fox Sports, encerrado em 2022. Antes disso, o torneio era exibido e promovido pelo Esporte Interativo.
A pouco mais de um mês do início das competições, os torneios regionais ainda não têm seus contratos completamente definidos. No caso do Nordestão, o SBT já firmou acordo para a transmissão, porém com valores inferiores aos do ciclo anterior, impactados pela saída da ESPN da negociação.
As partidas estão programadas para ocorrer entre março e junho, em datas reservadas pela Fifa e também em períodos que coincidem com rodadas da Libertadores e da Copa Sul-Americana, sem a participação dos clubes envolvidos nessas competições.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.