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O município de Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste baiano, foi classificado como a segunda cidade mais segura do estado para se viver. A informação é do Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2025, lançado pela plataforma MySide neste mês.
O levantamento se propõe a analisar municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, com base em indicadores de criminalidade e segurança pública.

Foto: Divulgação / Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães
Na Bahia, o ranking é liderado por Vitória da Conquista, seguida por Luís Eduardo Magalhães, Itabuna, Alagoinhas e Barreiras. Porto Seguro aparece em décimo lugar, com uma taxa superior a 60 homicídios por 100 mil habitantes.
Para o secretário de Segurança e Trânsito de Luís Eduardo Magalhães, João Paulo, o bom desempenho é resultado da gestão integrada entre o governo municipal e as forças de segurança.
“Acredito que essa conquista é fruto da forma com que o prefeito trata a segurança pública no município. Ele tem a consciência de que a tarefa policial é técnica e nos dá carta branca para combater o crime em suas diversas frentes, seja na proteção à população ou nos crimes de trânsito”, disse o secretário.
Já o prefeito Junior Marabá (PP) ressaltou o compromisso da gestão com políticas públicas voltadas à prevenção da violência e valorização da segurança cidadã. “É um orgulho estar com mais este destaque, principalmente em um tema tão sensível como a segurança pública. É um indicativo de que estamos no caminho certo”, afirmou o gestor.
O Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil informou que usa como principal indicador a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, com base em dados do IBGE e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.
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Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).