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Morreu na madrugada deste domingo (8) o músico Marcelo Pretto, aos 58 anos. Ele estava internado no Hospital Alvorada, em São Paulo, após complicações provocadas por um quadro avançado de diabetes. Conhecido como Mitsu, o artista integrou o grupo Barbatuques, referência nacional na técnica de percussão corporal.
Em comunicado divulgado nas redes sociais, o grupo lamentou a morte do músico e destacou sua contribuição para a música brasileira.
"Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques", afirmou a nota. "Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações."
Fundado em 1997, em São Paulo, o Barbatuques é considerado um dos pioneiros no Brasil na prática da percussão corporal, técnica que utiliza o próprio corpo como instrumento musical.
Nas redes sociais, artistas também prestaram homenagens ao músico. O cantor Chico César escreveu uma mensagem de despedida publicada no perfil do grupo.
"Poxa... muito querido e artista imenso. Voz de muitas sutilezas e possibilidades: do sussurro ao trovão. Adeus, amigo."
Morreu em Salvador o músico juazeirense Luis Henrique da Silva Pereira, mais conhecido como Luisão Pereira. O artista enfrentava um câncer de mieloma múltiplo desde 2017. Luisão era cantor e compositor da Música Popular Brasileira, onde foi vocalista da banda Penélope. Em sua trajetória, o cantor obteve indicações a dois prêmios Multishow de Música Brasileira e quatro ao VMB, o prêmio da MTV.
Ele ainda fez parte das bandas Cravo Negro e Dois em Um. O músico também produziu discos ao lado de músicos de sucesso, como Los Hermanos, Nação Zumbi, Elza Soares, Titãs, Paralamas do Sucesso, Leoni e Tom Zé.
Depois de ser diagnosticado com câncer, Luisão Pereira gravou um disco referente ao tratamento da doença, onde registrou canções durante o período de internação. O sepultamento do músico será realizado neste domingo (10), às 16h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
Integrante do grupo Demônios da Garoa, o músico Izael Caldeira morreu aos 79, na noite desta segunda-feira (15), em São Paulo. Internado desde o início de fevereiro, o artista faleceu por complicações causadas pela Covid-19.
A informação foi confirmada em um comunicado emitido pela banda, nas redes sociais. "É com profunda tristeza e com nossos corações completamente apertados que comunicamos a todos o falecimento do nosso amado irmão Izael ainda sem acreditar que perdemos uma das vozes mais lindas desse País, um ser humano ímpar e que vai deixar muitas, mas muitas saudades. Obrigado por tudo Iza. Que Deus em sua infinita bondade possa confortar o coração de todos os familiares, amigos e fãs. Descanse em Paz e com um trecho de uma música que o Senhor gravou lindamente nos despedimos: ‘Se todos fossem iguais a você que maravilha seria viver’”, diz a publicação.
Izael Caldeira entrou no grupo em 1999, assumindo voz e timba. A formação atual do Demônios da Garoa, que no dia 23 completa 78 de existência, conta ainda com Sérgio Rosa, Ricardo Rosa, Dede Paraizo e Everson Pessoa.
Após o anúncio da morte de Paulinho, ocorrida nesta segunda-feira (14), no Rio de Janeiro (clique aqui e saiba mais), Sandy prestou uma homenagem ao músico e ao Roupa Nova, grupo ao qual o artista fazia parte.
No Instagram, a cantora publicou um vídeo no qual interpreta a canção “Volta pra Mim”, um dos maiores sucessos da banda, e escreveu um relato emocionado sobre sua relação com o Roupa Nova. “Essa música fez parte da minha infância... Lembro de, muito pequena, me impressionar com os agudos potentes do Paulinho. Fui a muitos shows como fã, influenciada e acompanhada pelos meus pais. Na adolescência, meu irmão e eu gravamos dois dos nossos maiores sucessos, compostos por integrantes da banda, ‘A Lenda’ e ‘Aprender a Amar’. Em 2010 participei do DVD de comemoração dos seus 30 anos de carreira, cantando ‘Chuva de Prata’ com o Serginho. Fiquei honrada de estar nesse momento especial que guardo no coração”, lembrou a artista.
Sandy destacou ainda que o carinho entre ela e os integrantes da banda “sempre foi imenso e mútuo” e que, por isso, não poderia deixar de registrar sua “humilde homenagem à família, aos amigos, incluindo todos do Roupa, e aos fãs pela enorme e triste perda”. “Meu amor pra vocês”, concluiu.
Veja vídeo da homenagem:
Integrante do Trio Parada Dura, o cantor Eduardo Borges, conhecido como Parretito, morreu aos 67 anos, na noite deste domingo (13), em Belo Horizonte, por complicações causadas pela Covid-19.
De acordo com comunicado oficial divulgado pelo grupo musical, o artista foi internado há 16 dias no Hospital Unimed, na capital mineira, com sintomas do novo coronavírus. “Por ser do grupo de risco pela idade e diabético, precisou ser mantido na UTI em estado grave. Batalhou muito, mas infelizmente não resistiu às complicações da doença”, informa.
“Igual a andorinha, Parrerito parte voando e deixa um Brasil inteiro já com saudade de sua voz que por quase quatro décadas marcou gerações no Trio Parada Dura. Ficará para sempre em nossos corações e na memória da música sertaneja”, diz nota.
Fundado em 1973, a atual formação do Trio Parada Dura era composta pelos Parrerito, Creone e Xonadão. Segundo informações do G1, os demais integrantes da banda testaram negativo para a Covid-19. A esposa de Parrerito, no entanto, foi diagnosticada com a doença e se recupera em casa.
COMUNICADO - PARRERITO É com muita tristeza e o coração apertado que informamos o falecimento do cantor Eduardo Borges,...
Publicado por Trio Parada Dura em Domingo, 13 de setembro de 2020
O cantor e compositor baiano Tom Zé entrou com uma representação judicial junto com José Miguel Wisnik contra a deputada federal bolsonarista Carla Zambelli. A ação do iraraense aconteceu após a parlamentar usar "Xiquexique", uma música composta por ele e Wisnik, para exaltar o presidente Jair Bolsonaro em uma publicação nas redes sociais.
“Neusa (mulher de Tom Zé) até chorou. Mas como se diz no Nordeste, o povo da roça fala até pro cão: ‘Deus abençoe’, contou Tom Zé à coluna de Sonia Racy no Estadão.
A ideia de entrar com a representação foi da produtora Paula Lavigne, a quem o músico baiano recorreu. “Paula é minha madrinha, tanto é que fica sempre soprando para Caetano falar bem de mim, dizendo: ‘Diga que ele é um gênio’ (risos)”.
Miguel Wisnik, diz acreditar que o uso da composição pela deputada federal "trata-se de uma operação de alavancagem de Bolsonaro no Nordeste, que quer tomar carona na nossa composição". Ele chegou a repudiar, em um vídeo publicado no último fim de semana, o uso do trecho da música por Zambelli.
“Estou falando aqui em meu nome, em nome do meu parceiro, Tom Zé, em nome do grupo corpo, para repudiar e denunciar o vídeo postado pela deputada Carla Zambelli, que utiliza nossa composição "Xiquexique", feita para o espetáculo do grupo Corpo, chamado Parabelo", disse ele.
"O vídeo procura construir a imagem de suposta ampla aceitação de Jair Bolsonaro no Nordeste, região onde sabemos ele foi derrotado em todos os estados nas últimas eleições presidenciais", afirmou.
Vocalista da banda Renato e Seus Blues Caps, o músico Renato Barros morreu aos 76 anos, nesta terça-feira (28), após 10 dias de internação em um hospital no Rio de Janeiro. De acordo com o G1, ele tinha sido submetido a uma cirurgia no coração para dissecção da aorta, mas não resistiu após sofrer complicações pulmonares.
O artista, que foi sucesso nos anos 1960, deu voz a sucessos da época como as canções “Feche os Olhos”, “Menina Linda”, “Não te esquecerei” e “Até o Fim”. A carreira do artista juntamente com a banda também foi marcada por versões da banda inglesa Os Beatles e por outras composições dos gêneros rock in roll, pop e iê-iê-iê .
Uma das filhas de Renato, Erika Barros, escreveu uma mensagem em homenagem ao pai nas redes sociais. “O problema é saber o que fazer com a saudade... Agora definitivamente meu pai é uma estrela e eu tenho certeza que estará olhando sempre por mim, minha irmã e suas netas. Vai ser difícil acostumar ficar sem você pai. Mas Deus sabe de todas as coisas. Te amo muito, você foi o melhor pai do mundo”, declarou.
O cantor e compositor paulista Sérgio Ricardo morreu, nesta quinta-feira (23), aos 88 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada ao G1 pela filha do artista, Adriana Lutfi. A causa da morte do músico, que estava internado no no Hospital Samaritano, não foi informada.
Nascido em Marília (SP), onde deu os primeiros passos nas artes aos 8 anos, integrando o conservatório de música, o artista foi figura presente em movimentos que marcaram a cultura brasileira, como a bossa nova e o cinema novo.
Sérgio Ricardo ficou conhecido ainda por suas passagens em festivais. Em 1962 ele participou do Festival de Bossa Nova, em Nova York (EUA), ao lado de Carlos Lyra, Tom Jobim, Roberto Menescal, João Gilberto e Sergio Mendes.
Outra passagem marcante da trajetória do artista se deu no Terceiro Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record de São Paulo, em 1967. Na ocasião, ele quebrou o próprio violão e jogou na plateia, depois de ser vaiado.
Sérgio Ricardo atuou ainda no campo do audiovisual, tendo trabalhado na TV Tupi, onde participou de novelas e programas musicais. Ele também atuou e dirigiu filmes como “Êsse mundo é meu” (1964), “Juliana do amor perdido” (1970) e “A noite do espantalho” (1974), além de compor músicas para trilhas sonoras dos filmes "Deus e o diabo na terra do Sol" e "Terra em transe", clássicos do baiano Glauber Rocha.
Ex-integrante do grupo Raça Negra, o músico Edson Café vem lutando contra vício em drogas. De acordo com o portal Metrópoles, em reportagem exibida pelo programa Câmera Record, o artista chegou a morar nas ruas do Rio de Janeiro, usar drogas e trabalhar como guardador de carro.
A situação que levou Café a ir para a rua aconteceu há 10 anos, quando ele sofreu um derrame, que fez ficar com o movimento dos braços comprometidos. Na mesma época, ele passou a consumir maconha e crack e, ao longo dos anos, chegou a morar com os filhos e se tratar em clínicas de reabilitação, o que acabou não dando certo para ele.
“Estava propenso à recaída. Não tem como morar na rua e não fumar um baseado, não dá. [...] Se eu ficar aqui, fico querendo escrever ou então me drogar. Vou ficar enfiado na Cracolândia aí do lado. Eu prefiro sair, dar um rolezinho. E ganhar um dinheirinho. Tomo conta de carro na praça”, disse Café, na época da gravação da reportagem.
Sua vida começou a mudar graças a ajuda da fã e amiga Xênia Alves, que o levou para São Paulo e tem ajudado, atualmente, a se ver livre das drogas. “Ele não é meu amigo, eu falo que ele é meu irmão. Se um dia eu souber que meu irmão foi embora, vai me doer muito de não ter tentado. Então, eu preciso tentar de novo”, declarou ela.
Apesar de ter alguém que lhe estendeu o braço oferecendo ajuda, Edson, no entanto, não tem a mesma imagem em relação aos ex-colegas de banda, os quais ele guarda mágoas. “Falaram que não iam me dar dinheiro porque sabiam que, depois do meu envolvimento com a drogadição, eu iria gastar meu dinheiro todinho com droga. Não importa, o dinheiro é meu, eu faço o que eu quero. Se eu tenho direito de receber, eu quero receber”, afirmou.
O músico carioca Reizilan dos Santos (64) recorreu à Justiça para pedir que sua mãe, Creusa Francisca dos Santos (1927-2002), seja reconhecida formalmente como filha e ele como neto do sambista Cartola (1908-1980).
À coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, ele afirmou que a mãe “cresceu e cantou com ele”, tendo gravado músicas como “Ensaboa” e “Sala de Recepção”, faixas do disco “Cartola” (1976). No processo, Reizilan diz que aos cinco anos Creusa foi adotada por Cartola e a então esposa, Deolinda, padrinhos de sua mãe.
Segundo o músico, Agenor, seu avô biológico, “era vizinho e um dos melhores amigos de Cartola, e a mãe, Rosa, amiga de Deolinda”. Reizilan diz também que a adoção ocorreu justamente pelo avô, que era um caixeiro viajante que passava o ano inteiro fora. “Mas foi uma adoção à brasileira, não passaram para o papel”, defende a advogada Catherinne Reis.
O músico, que adota o nome artístico Reizilan Cartola Neto, alega que seu objetivo é zelar pela memória da mãe, que segundo ele “foi sendo apagada” da história. “Nunca culpei ninguém por essa situação toda. A culpa é do destino, da minha mãe, do Cartola e ao mesmo tempo de ninguém. A vida caminhou para esse ponto. Só que agora quero fazer essa correção”, afirma.
Morreu nesta terça-feira (7), aos 94 anos, o Seu Vavá. Batizado oficialmente como Waldemiro Guilherme de Santana, ele era uma figura estimada na localidade do Candeal. Conhecido pela sua atividade musical, Vavá era ex-tenente do exército e lutava contra um câncer.
Músico da Timbalada e pai da cantora Daúde, o ex-militar era chamado de "maestro" por Carlinhos Brown. Foi através de mestres como Vavá que a vida musical de Carlinhos teve início.
Seu Vavá integrou a Banda de Música Maestro Wanderley, da Polícia Militar da Bahia, e estudou saxofone na Universidade Federal da Bahia (UFBA). O músico tinha uma estátua em homenagem a si mesmo erguida em sua casa.
Conforme noticiou a TV Bahia, Seu Vavá foi sepultado na tarde de hoje no Cemitério do Campo Santo, no bairro da Federação.
Por meio das redes sociais, a cantora Simony prestou uma homenagem e lamentou a morte do cantor Nino Voz. O músico era integrante da turnê do “Balão Mágico” e faleceu vítima do novo coronavírus. Em seu perfil no Instagram, a artista compartilhou uma série de registros mostrando o trabalho executado pelo profissional ao lado dela.
“Triste notícia perdemos hoje o Nino Voz que fez parte da nossa turnê do Balão Mágico. Tantas viagens juntos, tantos momentos incríveis. Uma voz linda. Deus te receba meu amigo. Foi vítima do covid”, escreveu Simony.
Além de cantor, Nino também era compositor. Na sua última publicação no Instagram, feita no dia 3 de abril, o músico desabafou sobre quarentena e a falta em que sentia em poder voltar aos palcos.
“E os dias vão passando e a saudade aumentando! Saudades dos palcos rs, mas logo, logo isso tudo vai passar e Deus há de permitir que voltemos cada um nas suas funções, e com um detalhe: Sendo as nossas melhores versões atualizadas, sendo seres humanos melhores e com mais empatia, pois estamos passando por um período de aulas indesejadas, mas que possamos tirar um bom aprendizado de tudo isso”, escreveu.
Os Irmãos Macedo lamentaram a perda do músico Moraes Moreira, nesta segunda-feira (13) (relembre aqui). Para eles, o cantor foi responsável por dar letra, voz e ser um dos responsáveis por contar e ajudar a eternizar a história do Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar.
Eles relembraram o carinho que tinham por Moraes e tamanha proximidade ao ponto de considerá-lo como integrante da família. “Dizíamos em nossos shows que ele era o nosso quinto irmão, pois sua importância para gente ia muito além de parcerias musicais. Sua importância era afetiva. Moramos juntos, vivemos a vida juntos. Um irmão, um presente que ganhamos”, disseram.
Para os irmãos, os integrantes dos Novos Baianos eram seus ídolos. E a partir do momento em que eles conheceram Moreira, “aconteceu um casamento de todo o repertório trieletrizado com sua genialidade, deixando uma obra belíssima pra música brasileira”.
“Descanse em paz, grande Moreira! Amigo, nosso irmão. Nossas vidas se conectam e continuarão conectadas quando nos encontrarmos em outros planos, pois é sempre bom rever a família!”, finalizaram os Irmãos Macedo.
“Agora que eu me recuperei um pouco para poder falar”, disse o cantor Paulinho Boca, horas depois das primeiras notícias sobre a morte do músico Moraes Moreira, nesta segunda-feira (13) (veja aqui).
Companheiro de Novos Baianos e da vida, os dois artistas vinham conversando de três a quatro vezes por dia no telefone. Nas ligações, eles falavam de trabalho, mas também encontravam oportunidades para “dar risada de tudo, da vida e da história” que ambos construíram.
Paulinho, ainda muito emocionado, não tinha ainda encontrado palavras para descrever Moreira, mas sintetizou o quanto o músico significava para ele: “Só tinha que dizer que Moraes, nos últimos tempos, era meu grande amigo, amigo de todos os dias”.
Para Boca, que era carinhosamente chamado de Labous (abreviação de la bouche, boca em francês) por Moraes, é importante falar do amor construído há 50 anos atrás, quando ele encontrou o músico e Galvão pela primeira vez. Os primeiros contatos foram a semente da construção dos Novos Baianos.
“O que é importante é que essa música, que há 50 anos a gente começou a fazer, ela está aí viva. O Moraes Moreira era o grande timoneiro. Aquele violão que não existe nada igual. Todo o artista brasileiro que toca violão sabe da capacidade que ele tinha de fazer um show de voz e violão e botar todo mundo para dançar”, destacou.
Nos últimos telefonemas, Paulinho e Moraes falaram sobre a Páscoa e o desejo de Moreira de comer bacalhau na data religiosa. Em todas as ocasiões, Boca perguntava sobre a saúde do colega.
“Ele dizia: 'Eu estou bem, o coração está bom, o fígado está bom'. Claro que ele teve uns problemas de saúde e a gente tem uma certa idade. Somos Novos Baianos, mas eu gostaria até de brincar que nós somos os ‘Usados Baianos’, porque a gente vive intensamente. Moraes viveu intensamente. A música, a festa, a alegria, o Carnaval”, refletiu.
Ao término de suas declarações emocionadas sobre o amigo, Paulinho Boca não escondeu o quanto ficou triste com a perda, mas afirmou com positividade sobre o legado que o músico deixará para a música. “Eu tenho certeza absoluta que todo o Brasil vai reverenciar para sempre essa arte, a vida desse grande compositor, desse grande homem, desse grande baiano Moraes Moreira”, finalizou.
O músico baiano Moraes Moreira, que faleceu aos 72 anos às 6 horas da manhã desta segunda-feira (13) (relembre aqui), sofreu um infarto agudo do miocárdio, segundo informações da assessoria do músico.
No comunicado, foi informado que o médico Antônio Carlos Moraes foi responsável por identificar a causa da morte. Ainda segundo informações da assessoria, a família do músico não vai divulgar detalhes do sepultamento, diante da pandemia do novo coronavírus e proibição de aglomerações.
O compositor estava em quarentena em sua casa na Gávea, no Rio de Janeiro. No dia 18 de março, publicou um cordel em seu perfil no Instagram, sobre o isolamento, e disse que estava "tocando e escrevendo sem parar" (veja aqui).
Enquanto cumpre pena em regime semiaberto pelo crime de lavagem de dinheiro, o ex-publicitário e marqueteiro baiano, João Santana, decidiu se dedicar à música. Nessa sexta-feira (17), ele lançou a faixa "Suave Distopia", do disco de mesmo nome que será lançado em março (saiba mais aqui).
O plano inicial não era lançar a canção neste momento, mas o publicitário decidiu adiantá-la depois que o agora ex-secretário da Cultura, Roberto Alvim, divulgou um vídeo parafraseando um discurso do ministro da Propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels (veja aqui).
"Eu e o Jorge decidimos antecipar o lançamento com medo da canção ficar defasada. A realidade distópica está superando a dramaticidade de qualquer imaginação poética", declarou o ex-publicitário à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
Na mensagem, ele se refere a Jorge Alfredo, cineasta e músico que também assina o disco. Confira a canção.
O músico baiano Mateus Aleluia lançará em 2020 o terceiro álbum solo da carreira. De acordo com o colunista Mauro Ferreira, do G1, o novo projeto do ex-integrante do grupo Os Tincoãs será composto por cantos de orixás registrados na África de entidades e divindades, entre nkises e voduns.
Com título ainda não divulgado, o novo álbum será o sucessor de outras duas produções solo do artista como "Cinco Sentidos", lançado no ano de 2010, além de "Fogueira Doce", álbum produzido em 2017.
Em 2020, aos 76 anos, Mateus Aleluia também será figura central de um documentário chamado “Aleluia – O canto infinito do Tincoã”. O produto audiovisual será responsável por registrar a vida e obra do músico natural da cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano.
Considerado o criador da bossa nova, o músico baiano João Gilberto, falecido em julho de 2019 (relembre aqui), poderá entrar para o “Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria”, segundo informações da Coluna Radar, da Veja. O projeto de autoria do deputado federal Raul Henry (MDB-PE) terá a possibilidade de colocar o artista no mesmo patamar que outras figuras históricas do Brasil.
Atualmente, o “Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria” conta com mais de 40 homenageados, entre eles, Tiradentes (1746-1792), Zumbi dos Palmares (1655-1695), Dom Pedro I (1798-1834), Santos Dumont (1873-1932), Chico Mendes (1944-1988), Anna Nery (1814-1880), Machado de Assis (1839-1908), Anita Garibaldi (1821-1849) e outros nomes.
Para o parlamentar que propôs a inclusão de João Gilberto no livro, a forma como a imprensa estrangeira tratou de noticiar o falecimento do artista é um forte argumento que corrobora com a importância do baiano para a história do Brasil. “Para sabermos o que foi João Gilberto, basta lermos o que a imprensa internacional publicou a seu respeito por ocasião da sua morte. Adjetivos como gênio, lenda, iluminado, inventor e revolucionário foram utilizados para qualificar a sua pessoa e a sua obra”, justificou Raul Henry.
Um compositor e musicista está acusando Lady Gaga de plágio. Segundo Steve Ronsen, a cantora usou a mesma progressão de notas de uma música lançada por ele em 2012 em seu hit "Shallow", de "Nasce Uma Estrela", que lhe rendeu um Oscar de melhor canção original.
De acordo com o site Page Six, fontes informaram que Ronsen, que está sendo representado pelo advogado Mark D. Shirian, pediu milhões em restituição. Segundo o Portal Popline a quantia evitaria que o caso fosse ao tribunal e serviria para que Gaga e Ronson não passem por “humilhação pública”. O advogado de Gaga, Orin Snyder, disse à agência de notícias que "Ronsen e seu advogado estão tentando ganhar dinheiro fácil com a ajuda de uma artista de sucesso".
A equipe legal da cantora disse que a melodia de três notas é comum e foi ouvida em várias gravações de gerações anteriores, incluindo a música de 1978 do Kansas, 'Dust In The Wind'.
Compare as duas músicas:
Um dos maiores nomes da indústria fonográfica brasileira, o produtor e músico André Midani morreu, aos 86 anos, na noite desta quinta-feira (13), no Rio de Janeiro.
De acordo com informações do G1, a morte foi confirmada pelo filho do artista, Phelippe. Ainda segundo a publicação, Midani estava internado na Casa de Saúde São Vicente, na capital fluminense, onde tratava de um câncer.
Natural de Damasco, na Síria, mas criado na França desde os 3 anos, em virtude da guerra na Argélia Midani veio ao Brasil em 1955, quando começou a trabalhar na gravadora Odeon (hoje EMI). Da bossa nova ao rock brasileiro dos anos 1980, o produtor foi responsável por lançamentos de nomes como Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Elis Regina, Tom Jobim, Belchior, Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso, Lulu Santos, Titãs, Kid Abelha, Tim Maia, Chico Buarque, Jorge Benjor, Luiz Melodia, Jards Macalé e Raul Seixas.
Amigo pessoal de André Midani, o produtor Liminha prestou sua homenagem nas redes sociais. “Nosso querido André Midani se foi. O mestre dos mestres. Com ele aprendemos muito. Eu não teria feito tudo que fiz, sem seus ensinamentos e a liberdade que me deu para criar. A música no Brasil, não seria o que foi sem a sua presença, seu entusiasmo, seu olhar artístico, sua sensibilidade e sua firmeza de não permitir ingerências de fora. Seu pragmatismo fazia com que as coisas acontecessem. Sua ligação com a Bossa Nova, o seu apoio à Tropicália, sua aposta no Rock e outras coisas que vieram depois, deixam claro sua importância. Sorte daqueles que puderam observar de perto seu jeito de trabalhar e viver. Obrigado André por tudo que você fez por mim, pelas pessoas, pela música e pela arte”, escreveu.
O empresário do músico Marcelo Yuka, Geraldinho Magalhães, informou na tarde do sábado (5) que um dos fundadores da banda O Rappa segue internado em coma induzido em estado grave no Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro.
"Fui no CTI e o quadro dele se mantém. Ele está inconsciente, mas me pareceu sereno, bem. Mais tardar amanhã devemos ter notícias dos médicos", informou Geraldinho ao UOL.
Yuka tem 53 anos e está, de acordo com o UOL, com um quadro de infecção generalizada. Nesta semana, ele sofreu mais um acidente vascular cerebral (AVC). A assessoria do Quinta D’Or recusou passar qualquer informação sobre o estado de saúde do músico.
Marcello Cassettari (51), guitarrista do grupo Virgulóides, morreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após sofrer um acidente doméstico. De acordo com informações do G1, o músico caiu quando saía do banho, no último domingo (19). "Conversei com a esposa dele logo após a morte. Ela disse que ele escorregou quando saía do banho e bateu as costas no vaso", contou Paulo Jiraya, ex-companheiro de banda. Ainda segundo a publicação, Cassettari foi levado ao pronto socorro do Hospital Irmã Dulce, onde fez raio-x e exame de sangue, mas foi liberado em seguida, mesmo com a costela quebrada. De acordo com familiares, ele voltou no mesmo dia à unidade de saúde, mas foi liberado outra vez.
Na segunda-feira (20), Marcello foi levado novamente ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). "Ele já não tinha condições de ir por meios próprios por conta da dor. Foi aí que faleceu. Tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso", lembrou Jiraya. "A família diz que houve negligência médica. Ele não tinha nenhum problema de saúde e morreu, de um dia para o outro. Foi uma morte besta", acrescentou o músico, contando que o laudo do IML apontou como causa da morte hemorragia interna, provocada pela perfuração do baço pela costela quebrada.
A banda Virgulóides fez sucesso nos anos de 1990, com a música “Bagulho no Bumba”:
O cantor e compositor baiano Tuzé de Abreu, de 70 anos, está desaparecido desde a manhã desta segunda-feira (30). A filha do artista, Rosa Abreu, conta que ele saiu de casa, no bairro da Federação, por volta das 6h da manhã, sem levar o telefone celular. “Ele costuma acordar bem cedo e sair antes de todo mundo acordar, geralmente vai para a igreja, mas dessa vez não voltou e não deu notícia”, revela Rosa, acrescentando que o desaparecimento já foi notificado à polícia. “Ele saiu de carro, um Gol Branco (desses da geração mais nova), e não apareceu até o momento. Como esse comportamento não é do perfil de Tuzé, pedimos aos amigos que compartilhem e que deem notícia de ter encontrado com Tuzé no dia de ontem, ou algo que possa ajudar”, escreveu um primo do artista, por meio das redes sociais. Ainda segundo familiares, o automóvel conduzido pelo músico era de placa PKQ-9482. A família, que além de ir à polícia já procurou pelo artista em hospitais e igrejas frequentadas por ele, divulgou ainda dois números de telefone para entrar em contato, caso alguém tenha informações a respeito da localização de Tuzé: (71) 984992185 - Lídia Sá e (71) 991369664 - Rosa Abreu. O nome de batismo do artista é Alberto José Simões de Abreu.
A família do músico anunciou que no fim da manhã desta terça-feira (1º) o artista foi encontrado (clique aqui para mais informações). (Atualizado às 10h39)
O baixista do Bloco AfroReggae, Davi Lannes, morreu eletrocutado na madrugada desta terça-feira (6), após realizar um show no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. De acordo com informações do jornal O Dia, amigos do artista relataram que ele voltava para casa, quando encostou em um poste e recebeu a descarga elétrica. "O Davi tocou ontem na Lapa e estávamos voltando de lá. Quando chegamos ali no Centro, na Central do Brasil, ele encostou em um poste que estava energizado. Como ele estava muito suado, a descarga foi enorme. Ele ficou inconsciente e eu chamei o bombeiro, mas infelizmente não deu tempo e ele faleceu", contou Carla Oliveira, 35 anos, namorada do músico, revelando ainda que bandidos se aproveitaram da situação para roubar. "Assim que ele tomou o choque eu pedi ajuda para umas pessoas que estavam ali perto. Essas pessoas se aproximaram e levaram os pertences dele, celular e carteira. Dentro da carteira estava todo o dinheiro que ele tinha ganhado para tocar ontem além de um cartão de crédito meu", relatou Carla, afirmando que pretende processar os órgãos competentes. "Disseram que semana passada uma senhora já havia tomado um choque naquele poste e também faleceu", disse Carla. A Rioluz, empresa fornecedora de energia no Rio de Janeiro, informou que “lamenta profundamente o acidente” e que abriu sindicância para apurar as responsabilidades.
Malcolm Young, guitarrista do AC/DC, morreu aos 64 anos. O comunicado foi feito na manhã deste sábado (18), através das redes sociais do grupo. “É com profunda tristeza que informamos sobre a morte de Malcolm Young, amado marido, pai, avô e irmão. Malcolm sofria de Dementia há vários anos e morreu pacificamente com a família ao lado da cama”, diz parte da nota. Em outra postagem o grupo classifica o músico como “força motriz por trás da banda”. No comunicado, o grupo destaca ainda a qualidade e o perfeccionismo de Malcolm como guitarrista, compositor e visionário. “Ele deixa um enorme legado que viverá para sempre”, acrescenta. Na nota oficial, o AC/DC orienta também que aqueles que desejem enviar mensagens à família devem visitar o site Sydney Morning Herald Malcolm Young Memorial, que estará disponível na próxima semana. No ano de 2014, quando o AC/DC se preparava para lançar um novo trabalho, Malcolm deixou a banda, por problemas de saúde, incluindo a demência (clique aqui). Em 2015, foi lançada uma nova biografia do grupo, incluindo informações sobre a saúde de Malcolm (clique aqui).
Após sofrer um ataque cardíaco, o cantor americano Tom Petty veio a óbito na noite desta segunda-feira (2). O representante do músico, Tony Dimitriades, confirmou que ele morreu ao lado de amigos, familiares e companheiros da banda The Heartbreakers, por volta das 20h40 do horário local, já à 0h40 desta terça (3), no horário de Brasília. Mais cedo, ele perdeu a atividade cerebral e, antes, no domingo (1º), a imprensa americana já havia noticiado que ele estava inconsciente e sem respirar, mas os médicos conseguiram reanimá-lo.
Com 66 anos, Petty vendeu mais de 80 milhões de discos. Ao todo, foram 13 álbuns de estúdio com a banda, mais três solo, dois com os Traveling Willburys e dois com a banda Mudcrutch. Algumas das canções mais conhecidas do músico são "American Girl", "Free Fallin" e "Mary Jane's Last Dance".
Nesta quinta-feira (17), um dia após a ex-companheira do músico Felipe Zancanaro denunciar o relacionamento abusivo, que teria envolvido agressões físicas e inúmeras traições, a banda gaúcha “Apanhador Só” anunciou que fará uma pausa. “Lamentamos profundamente tudo o que aconteceu e está acontecendo. Diante dessa difícil situação, resolvemos suspender as atividades da banda por hora. Embora pesarosos, achamos que essa situação pode ser construtiva pra que siga se discutindo questões importantes sobre machismo - que estamos dispostos a rever e modificar cada vez mais em cada um de nós. Assim que for possível, nos pronunciaremos melhor sobre o assunto”, escreveu o grupo, pelo Facebook.
O estopim para que Clara Corleone, ex de Zacarano, resolvesse escrever o relato sobre o relacionamento, que segundo ela teve mais de 40 traições e diversos abusos, se deu após a banda gravar uma música que aborda a luta feminista. “Por isso, senhoras e senhores, é que considero um tapa na minha cara que a banda do Felipe, a Apanhador Só, escreva e toque e grave uma música que se chama "linda, louca e livre", um dos gritos de guerra das feministas. Não há nada de feminista ou de desconstruído nesse músico e, mesmo que não seja ele o autor da canção, acho uma piada de mau gosto imensa que o Felipe fique no palco tocando ela durante os shows. Acho histérico. O felipe teve um relacionamento aberto com uma mulher que acreditava estar vivendo um relacionamento fechado. Foi cruel, irresponsável com os meus sentimentos, desleal, covarde. Usou de todo tipo de artimanha psicológica, eu pensei que estava ficando louca e, de fato, quase enlouqueci. Não pode, agora, a banda tocar uma música que pague de bacana sobre como o homem deixa a mulher livre para ser o que ela quiser dentro duma relação. Pra cima de moi não vai rolar”, escreveu ela, relatando, durante o desabafo, que em uma das brigas entre o casal, ele chegou a quebrar seu dedo. “Eu me sentia culpada e ele trabalhava a todo o vapor para me fazer sentir culpada. Numa festa, sem querer bateu no meu nariz e ele sangrou. Corri pro banheiro, com vergonha, e ele, bêbado, ficou batendo pedindo pra entrar. Eu disse que não, ele aproximou a boca da porta e disse "então vai se foder". Quando eu saí do banheiro, pedi que ele fosse embora pois a festa era de amigos meus do colégio, não eram amigos dele, e ele se recusou. Meu melhor amigo teve que me levar em casa, saí fugida da festa me sentindo mal, quando não tinha feito nada de errado. Em outra ocasião, tive um surto de raiva e comecei a pegar as camisas dele no cabide para colocar pra fora da casa, mandando que ele fosse embora, e ele se recusava. Tentou me segurar, não mediu força e quebrou meu dedo. Eu dormi, farta, machucada, e só no outro dia percebi que estava com o dedo quebrado. Pedi que ele lavasse meu cabelo para que a gente pudesse ir na clínica, mas o gênio da música gaúcha era músico e precisava dormir, como eu me atrevia a pedir que ele levantasse para lavar o meu cabelo? E, depois que saí da clínica com o braço enfaixado, ele me perguntou, frio, fumando um cigarro, o que eu ia dizer. Passou os próximos dias acompanhando eu mentir a mesma história. No trabalho. Pros amigos. pros meus pais. Pros dele”, lembrou Clara.
Ao mesmo tempo em que a banda anunciava parar as atividades, Felipe Zancanaro reconheceu as acusações e resolveu também se pronunciar: “Cometi muitos erros dentro da minha relação com a Clara. Meu comportamento infiel causou muito sofrimento e mágoa, e não há dúvidas de que os sentimentos dela são genuínos. Me arrependo muito pelo meu comportamento na época e entendo o posicionamento da Clara, embora a complexidade de uma relação não caiba em um post de facebook. Hoje, três anos depois do término da relação, num processo que desde então envolveu conversas com várias pessoas e muita reflexão, eu venho fazendo uso dessas drásticas experiências pra buscar não reproduzir mais esse tipo de comportamento”, disse ele, acrescentando que tem feito “luta diária” e “exercício forte de autocrítica”, para melhorar. “Venho buscando desconstruir essas ações e participar cada vez menos das lógicas que acabam perpetuando o machismo na sociedade. Eu sou fruto de uma formação machista. Isso não justifica os meus erros, nem retira a minha responsabilidade sobre meus atos, mas é algo que tenho buscado assumir, enfrentar e mudar. À Clara, por tudo que lhe causou sofrimento e mágoa, peço desculpas, assim como a todas as pessoas que decepcionei. Sigo aprendendo”, concluiu.
Confira as declarações completas de Clara:
Há 18 ano atuando na banda de Arnaldo Antunes, o multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical Chico Salem apresenta em Salvador, neste domingo (20), o show de seu segundo disco solo, “Maior ou igual a Dois”. Na apresentação intimista de voz e violão, que acontece na Varanda do Sesi Rio Vermelho, o artista mostrará ao público baiano canções de seus dois álbuns, além de versões de músicas que fazem parte de suas referências. Durante o show Salem pretende ainda levar ao palco convidados especiais. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
SERVIÇO
O QUÊ: Chico Salem - “Maior ou igual a Dois”
QUANDO: Domingo, 20 de agosto, às 17h
ONDE: Varanda do Sesi Rio Vermelho – Salvador (BA)
VALOR: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
O cantor e compositor baiano Ederaldo Gentil acaba de ganhar um acervo virtual (clique aqui) para retratar sua vida e sua obra. O “Acervo Ederaldo Gentil” traz a biografia do músico por meio de uma linha do tempo, vídeos, fotos, depoimentos de artistas e canções. O público poderá conferir ainda um disco de raridades produzido pelo músico e sobrinho de Ederaldo, Luisão Pereira, que também é o coordenador geral e diretor artístico do Acervo. Este CD integrará um box, junto com os álbuns "Samba, Canto Livre de Um Povo" (1975), "Pequenino" (1976) e "Identidade" (1984), com lançamento previsto para os próximos meses. Além disso, o projeto prevê também um show no qual novos artistas da música brasileira farão versões de clássicos da obra de Ederaldo Gentil. A apresentação terá estreia no Teatro Castro Alves, em Salvador, e deve percorrer outras capitais do país. O projeto tem patrocínio do Natura Musical, por meio do Fazcultura, programa de fomento à cultura do Governo da Bahia.
O gosto pelas cordas fez com que o jovem músico buscasse outros desafios. Paralelo à primeira escola, há dois anos, ele ingressou no Neojiba, onde aprendeu a tocar bandolim. E é justamente para seguir desenvolvendo o instrumento, que ele iniciou uma campanha virtual, com o objetivo de arrecadar a quantia de R$ 4 mil para adquirir um novo bandolim. O seu, comprado de segunda mão, encontra-se com diversos problemas irreversíveis, desde a captação até a escala. “Tem problema na ponte, as cordas ficam descendo”, explica o garoto, que buscou inspiração nas experiências de amigos em crowdfunding e obteve o apoio dos pais.
O garoto pretende arrecadar R$ 4 mil para comprar um novo bandolim | Foto: Claudia Cardozo / Bahia Notícias
"É com imenso prazer que a Academia Latina da Gravação reconhece e homenageia um grupo tão diverso de personalidades com o Prêmio à Excelência Musical e o Prêmio da Junta Diretiva deste anos", declarou o presidente da Academia, Gabriel Abaroa Jr, ao O Globo. Cada trabalho individual dos homenageados na indústria da música latina provou ser indelével e sem dúvida continuará a inspirar nossas culturas e comunidades, ao mesmo tempo em que contribui para criar um legado artístico inestimável.
Compositor de mais de 300 canções, Motta tem como parceiros de trabalho Tim Maia, Dori Caymmi, Elis Regina, Erasmo Carlos e outros músicos. Foi com muita alegria que ele recebeu a notícia de que ia receber o prêmio. "Fico muito feliz porque é um prêmio do meu trabalho da vida inteira, não só como compositor e produtor, mas também pelos livros, e tudo que fiz por amor à música e aos artistas. Dedico a todos os meus parceiros", contou Motta em entrevista à coluna da revista Época.
Confira a apresentação do artista no Vaticano:
Confira o documentário:
Serviço
O QUÊ: "Baile da Massa Real" com Pietro Leal, Musicô e convidados
QUANDO: Domingo, 12 de abril, às 17h
ONDE: Commons Studio Bar, Rio Vermelho
QUANTO: R$15 (com nome na lista) - R$25 (na porta)
Confira a performance do artista:
Serviço
O QUÊ: Show de Chucho Vladés
QUANDO: Sábado, 13 de setembro, às 21h
ONDE: Sala principal do Teatro Castro Alves
QUANTO: R$ 140/R$ 70 (filas A a P), R$ 110/R$ 55 (Q a Z6) e R$ 80/R$ 40 (Z7 a Z11)
Classificação: 10 anos

O falecimento do guitarrista Peu Sousa, encontrado morto em seu apartamento na madrugada desta segunda-feira (6), gerou um pesar sobre o cenário do rock. Muitos músicos, amigos de Peu, demonstraram seus sentimentos através das redes sociais durante a manhã. A cantora Pitty conhecia Peu desde a adolescência, o guitarrista participou dos dois discos dela. "Muito, muito triste com essa notícia. Tanta história partilhada desde a adolescência... Fica na memória o músico incrível que ele sempre foi. Sem palavras pra expressar o quanto estou sentida. Nunca pensei que teria que escrever isso um dia... Descanse em paz, Peu", escreveu no Twitter. Junior, ex-Sandy & Junior, também demonstrou pesar sobre a morte. Ele e Peu foram companheiros de banda na 9 Mil Anjos. "Tomei um susto quando soube do falecimento do Peu (guitarrista da 9MA)! Vou rezar pela família dele!", postou no Twitter. Thiago Trad, baterista do Cascadura, postou uma foto com um comentário de pesar sobre o ocorrido, em sua página do Facebook. “Estou arrasado com a morte desse querido amigo, um dos mais talentosos músicos que conheci, um artista maravilhoso, sensível e generoso , como poucos. Guardarei para sempre os momentos em que estivemos juntos, fui um privilegiado de ter tocado com ele, ao lado de minha irmã Tatiana Trad, sua luz estará sempre com a gente”.
Intitulado ‘Kisses on the Bottom’, o disco já tem data de lançamento: dia 6 de fevereiro. As canções que farão parte do CD, no entanto, ainda não foram divulgadas, mas já sabe-se que a tracklist contará com "duas composições inéditas e versões para clássicos que inspiraram sua carreira", segundo comunicado da gravadora Universal.
O álbum foi gravado nos estúdios ‘Capital’, em Los Angeles, Nova York e Londres ao longo do ano de 2011 e a produção foi feita pelo ganhador de um Grammy, Tommy LiPuma.
A faixa ‘My Valentine’, que é em parceria com Eric Clapton, está disponível por 24 horas em streaming online no site oficial de McCartney para internautas cadastrados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.